Rabino afirma que recebeu aviso de Deus: “A guerra em Israel é iminente”

Vinda do Messias estaria muito próxima

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Rabino afirma que recebeu aviso de Deus: “A guerra em Israel é iminente”
Rabino diz que recebeu aviso de Deus: “A guerra é iminente”

O rabino Amram Vaknin, 76 anos, é conhecido por ter previsto conflitos armados em Israel, como a Operação Pilar de Defesa (2012) e Operação Borda de Proteção (2014).

Recentemente, em sua modesta casa na cidade portuária de Ashdod, ele disse que recebeu um novo alerta: “a guerra está chegando a Israel em breve”.  Embora controversas, as previsões místicas de Vaknin são bastante respeitadas por segmentos do judaísmo.

Gil Nachman, um aluno do rabino Vaknin deu ao site Breaking News Israel os detalhes. Segundo ele, “Os muçulmanos vão contaminar a água e a comida. Eles vão danificar a eletricidade. Haverá pessoas morrendo nas ruas, milhares de pessoas em todo o Israel.”

Ele inclusive aponta para Hanin Zoabi, deputado árabe membro do Knesset, como o líder dessa investida. Afirmou ainda que Zoabi é um espião a serviço do Estado Islâmico e do Hamas e estaria fornecendo aos grupos terroristas as informações que necessitam para planejar os ataques.

Ressaltou ainda que Deus permitirá isso para que os líderes desta geração “se arrependam”. “Hashem (Deus) quer levá-los pelo caminho certo. Todos nós precisamos fazer a teshuva (ritual de arrependimento pelos pecados)”.

Nachman lembrou que, no passado, líderes judeus como Moisés e Davi sabiam os decretos contra o povo judeu antes que eles acontecessem. Esses grandes líderes sempre demonstravam arrependimento, mas os líderes de hoje não agem assim.

Ressaltou que Deus sempre dá avisos. “Cada terremoto, cada incidente terrorista, cada batalha, é um aviso para acordarmos”, asseverou.

“A guerra está muito próxima. Não temos escolha. O teshuva do povo judeu irá determinar a vinda de rachamim (misericórdia divina). Mas a guerra está definitivamente chegando”, insistiu Nachman.

Fez também um alerta: “Parem de pensar somente nas coisas materiais. Isso não vai lhes dar vida. Quando o Mashiach (Messias) vier, não trará bens materiais para ninguém… Estamos chegando perto do grande dia do Mashiach.  Temos de estar prontos e preparados”.

Este é o segundo aviso sobre a chegada do Messias feito por um rabino influente este ano. Em julho, o rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, também alertou sobre o fim dos tempos e apontou para o evento que marcará “o final do ano sabático”, em 29 de Elul no calendário judeu (12 de setembro de 2015).

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Rússia admite que apoia grupo terrorista anti-Israel

Putin apoia formação de “unidade nacional da Palestina”

por Jarbas Aragão – gospelprime –

 

Rússia admite que apoia grupo terrorista anti-Israel
Rússia admite que apoia grupo terrorista anti-Israel

A Rússia reafirmou seu apoio à antiga plataforma política da Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Alegando desejar uma “iniciativa de paz”, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou uma nota polêmica esta semana. Sergei Lavrov, chefe da diplomacia russa, encontrou-se com Khaled Mashaal, chefe do gabinete político do grupo terrorista Hamas, que vive exilado no Catar.

Ano passado, em meio aos conflitos com Israel, o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, formou um governo de unidade com o Fatah, facção muçulmana que domina a Cisjordânia. O Hamas é declaradamente anti-Israel, mas tem recebido críticas de facções muçulmanas por não ter uma postura suficientemente agressiva.

Porém, com o avanço do Estado Islâmico na região, além dos recentes conflitos entre palestinos e judeus no Monte do Templo, os ânimos estão se acirrando novamente na região.

O atual governo, que supostamente é de unidade, está preparando a realização de eleições parlamentares e presidenciais para breve. Em junho deste ano, o presidente palestino Mahmoud Abbas dissolveu o governo e aceitou a renúncia do primeiro-ministro Rami Hamdallah.

Desde então, a Autoridade Nacional Palestina afirma que a unidade está mantida, embora o Hamas alegue que não existe consenso. Crescem os rumores que o atual presidente, Mahmoud Abbas,poderá anunciar sua renúncia. Entre os nomes mais cotados para substitui-lo está o de Marwan Barghouti, conhecido terrorista que está preso em Israel e cumpre prisão perpétua por causa das mortes em atentados executados por ele.

Segundo a agência de notícias russa TASS, a Rússia gostaria de ver “todos” os palestinos terem um lar permanente. Isso é uma referência velada a uma estimativa de 600 mil árabes que deixaram Israel durante a Guerra da Independência de 1948. Seus hoje 5 milhões de descendentes vivem espalhados em territórios palestinos, na faixa de Gaza, e nos países vizinhos.

Uma das exigências da Autoridade Palestiniana é que Israel aceite o “direito de retorno” para esses chamados “refugiados palestinos”. O mesmo discurso está sendo apresentado pelo Irã, que fala em 8 milhões de palestinos “refugiados”.

Simplesmente não haveria como acomodar todos no mesmo país, uma vez que a população de Israel hoje é de 8 milhões e 300 mil.

Quando Meshaal disse a Lavrov que “com o apoio da Rússia e do mundo inteiro”, o sonho de um Estado palestino será realizado, está implícito que isso envolve a eliminação de um Estado judeu. O governo russo já vem sendo criticado por vender armamento militar pesado para Síria e Irã, se começar a fazer o mesmo para os palestinos, poderá incendiar os conflitos no Oriente Médio.

Para especialistas, como o Doutor Mark Hitchcock, autor de dezenas de livros sobre profecias bíblicas, a crescente proximidade da Rússia com o Irã, a Turquia e outros inimigos declarados de Israel, é oprenúncio da guerra de Gogue e Magogue mencionada na Bíblia.

Em setembro deste ano, o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução da ONU para estabelecer definitivamente um Estado palestino.

Isso fica evidente pela proliferação de embaixadores da Palestina mostrando influência em diversos países. No Brasil ele passou a ser reconhecido pelo governo Lula. Com informações de CBN

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Ataques ao islã causarão a 3ª Guerra Mundial, afirma líder muçulmano

Ele defende que a ONU controle a liberdade de expressão no Ocidente

por Jarbas Aragão – gospelprime

 

Ataques ao islã causarão a 3ª Guerra Mundial, afirma líder muçulmano
Ataques ao islã causarão a 3ª Guerra, afirma líder muçulmano

Quem mora em países onde o islamismo não é uma força política-religiosa tem dificuldade de entender como uma simples caricatura do profeta Maomé pode ter gerado tantos protestos de muçulmanos indignados. Em vários países da Ásia e da África, ocorreram marchas, manifestações violentas por causa do ataque ocorrido na redação do semanário francês Charlie Hebdo. Casas e igrejas foram queimadas, pessoas ameaçadas e mais uma vez viu-se a face da intolerância religiosa levada a um extremo.

Para os apoiadores do partido religioso Jamiat-e-Ulema Islam, do Paquistão, a resposta veio com a queima de bandeiras francesas, americanas e britânicas em um protesto contra o Charlie Hebdo em 23 de janeiro.

Em seu discurso, Sirajul Haq, importante líder islâmico avisou que esse tipo de ataque ao profeta “levará o mundo a uma terceira guerra mundial”. Diante dos milhares de participantes do protesto, exigiu-se ainda que as Nações Unidas façam leis que proíbam os meios de comunicação de zombar de personalidades religiosas.

Embora o Alcorão não diga explicitamente que retratar Maomé é proibido, uma série de ensinamentos islâmicos proíbe qualquer representação do profeta.

Haq exigiu que a França se desculpe por permitir que fossem feridos os sentimentos de “milhões de muçulmanos em todo o mundo.” Também pediu um boicote dos produtos de países como França e Dinamarca, cujos meios de comunicação publicaram as charges de Maomé.

Outro líder do Jamaat-e Islami, Abdul Mastan, exigiu que o governo paquistanês expulse o embaixador francês do Paquistão. Houve um clamor para que os muçulmanos de todo o mundo se unam para defender o profeta Maomé.

Durante o evento, uma coalizão de partidos religiosos no Paquistão composta por Jamaat-e Islami, Jamiat Ulema-e-Islam-Fazl e Ahle Sunnat Wal Jamaat, ofereceu uma recompensa para quem matar a equipe do Charlie Hebdo que foi responsável ​​pela criação de novas caricaturas de Maomé. O total chega a 100 milhões de rúpias, o que equivale a R$ 3,5 milhões.