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Sacerdote se confunde e mostra imagens pornográficas na Irlanda

ESCÂNDALO EM APRESENTAÇÃO

 

O sacerdote Martin Mcveigh mostrou as imagens inapropriadas no início de uma apresentação de Power Point e causou inquietação entre os presentes.

A Igreja Católica da Irlanda confirmou nesta segunda-feira que investiga um sacerdote que, por engano, mostrou imagens pornográficas quando conversava com um grupo de pais em um colégio primário de Pomeroy (Irlanda do Norte).

Em comunicado, o primaz irlandês, cardeal Séan Brady, informou que o sacerdote Martin Mcveigh "mostrou, sem se dar conta, imagens inapropriadas" no início de uma "apresentação de Power Point, o que causou inquietação entre os presentes".

"O sacerdote declarou que não tem conhecimento das ofensivas imagens. A arquidiocese entrou em contato imediatamente com a PSNI (Polícia da Irlanda do Norte) que de acordo com as provas disponíveis disse que não havia delito algum", afirmou Brady.

A máxima autoridade católica na Irlanda acrescentou que Mcveigh "coopera com uma investigação sobre este assunto, realizada pela arquidiocese".

Segundo um comunicado redigido pelos pais dos alunos, o fato aconteceu no dia 26 de março na Saint Mary’s School durante uma reunião na qual o religioso conversaria sobre a Primeira Comunhão, e pelo menos um menor estava presente.

A nota explica que imagens de homens apareceram na tela depois que Mcveigh introduziu um cartão de memória em seu computador portátil.

"Agitado e nervoso", continua o texto, o sacerdote extraiu o cartão rapidamente e abandonou a sala sem oferecer "explicação alguma ou desculpas".

A reunião com "um coordenador e professores" continuou em sua ausência, mas os "pais que viram as imagens estavam horrorizados e distraídos".

Mcveigh retornou "20 minutos depois" e retomou sua apresentação, que concluiu com a advertência aos pais de que "as crianças recebem dinheiro demais por sua Primeira Comunhão e deveriam considerar dar uma parte à Igreja".

Data: 3/4/2012 08:38:00
Fonte: EFE

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Crescimento evangélico e denúncias barram Papa no México

 

Um dos motivos da visita do papa Bento XVI ao México é tentar reunir os fiéis do país, onde, a exemplo do que ocorreu no Brasil, mais e mais pessoas são atraídas para as igrejas protestantes evangélicas.

O pontífice alemão, que também vai a Cuba nesta semana, enfrenta o desafio de provocar o mesmo tipo de fervor gerado por seu antecessor, João Paulo II, que era bastante querido no país, que visitou cinco vezes durante seus 27 anos de pontificado.

Como uma amostra da crescente divisão religiosa no México, uma grande igreja evangélica em León, cidade na região central do país onde o papa iniciou sua visita, organizou um culto com centenas de fiéis na quinta-feira, com cartaz que dizia: "Não somos católicos romanos".

Além da concorrência dentro da cristandade, o Vaticano enfrenta a mancha em sua reputação causada pelas acusações de abuso sexual de crianças e jovens em paróquias de todo o mundo. Algumas delas são dirigidas a um importante líder religioso mexicano, Marcial Maciel, que fundou a proeminente ordem católica Legionários de Cristo. Maciel, que morreu em 2008 aos 87 anos, caiu em desgraça após acusações de abuso sexual e vício em drogas.

Durante a visita papal, o pesquisador da religião Bernardo Barranco lança um novo livro sobre os Legionários, usando documentos do Vaticano que vazaram. Segundo o autor, esses documentos provariam que a Santa Sé sabia dos abusos de Maciel contra menores e de seu uso de morfina por décadas.

"O entusiasmo (sobre a visita do papa) sentido em León não é o mesmo no resto do país. Os abusos do padre Maciel lançaram uma sombra", disse Barranco. Bento XVI já se desculpou no passado pelos abusos, mas não tem planos de se encontrar com vítimas mexicanas.

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Um dos motivos da visita do papa Bento XVI ao México é tentar reunir os fiéis do país, onde, a exemplo do que ocorreu no Brasil, mais e mais pessoas são atraídas para as igrejas protestantes evangélicas.

O pontífice alemão, que também vai a Cuba nesta semana, enfrenta o desafio de provocar o mesmo tipo de fervor gerado por seu antecessor, João Paulo II, que era bastante querido no país, que visitou cinco vezes durante seus 27 anos de pontificado.

Como uma amostra da crescente divisão religiosa no México, uma grande igreja evangélica em León, cidade na região central do país onde o papa iniciou sua visita, organizou um culto com centenas de fiéis na quinta-feira, com cartaz que dizia: "Não somos católicos romanos".

Além da concorrência dentro da cristandade, o Vaticano enfrenta a mancha em sua reputação causada pelas acusações de abuso sexual de crianças e jovens em paróquias de todo o mundo. Algumas delas são dirigidas a um importante líder religioso mexicano, Marcial Maciel, que fundou a proeminente ordem católica Legionários de Cristo. Maciel, que morreu em 2008 aos 87 anos, caiu em desgraça após acusações de abuso sexual e vício em drogas.

Durante a visita papal, o pesquisador da religião Bernardo Barranco lança um novo livro sobre os Legionários, usando documentos do Vaticano que vazaram. Segundo o autor, esses documentos provariam que a Santa Sé sabia dos abusos de Maciel contra menores e de seu uso de morfina por décadas.

"O entusiasmo (sobre a visita do papa) sentido em León não é o mesmo no resto do país. Os abusos do padre Maciel lançaram uma sombra", disse Barranco. Bento XVI já se desculpou no passado pelos abusos, mas não tem planos de se encontrar com vítimas mexicanas.