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Mortos poderão reviver, segundo a Revista Veja

Pesquisadores farão terapias em pacientes considerados mortos

Jon Snow na quinta temporada de 'Game of Thrones'O destino de Jon Snow (Kit Harington) em ‘Game of Thrones’:somente coisa de ficção?(Reprodução/VEJA)

A Revista Veja publicou nesta quarta-feira (5)  reportagem sobre o episódio mais recente de Game of Thrones – onde, spoilers! – o queridinho do público Jon Snow, morto volta à vida após um ritual de magia da feiticeira Melisandre. Isso que hoje é  ficção para esses cientistas, em breve será realidade.

Cientistas americanos da área de biotecnologia querem  apresentar o reviver da vida em um projeto que desenvolve uma série de terapias em pacientes que sofreram morte cerebral para trazê-los ‘de volta à vida’. Os cientistas já avançam nesse projeto. Eles, os cientistas do Projeto ReAnima, da companhia Bioquark Inc., creem que as células-tronco do cérebro podem ser “reiniciadas”,  e começar a vida novamente.

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Caso os primeiros testes que serão realizados em pacientes do Hospital Anupam, na Índia venham a confirmar a teoria poderiam fazer com que pacientes com morte cerebral tivessem a respiração e os batimentos cardíacos independentes restaurados. Os cientistas afirmam estar  muito distante de se tornar realidade.

Testes – Inicialmente serão utilizados 20 participantes entre 15 e 65 anos que tiveram morte clínica declarada por danos cerebrais e continuarão com suas funções normais, enquanto diversas terapias serão  realizadas para buscar e recuperar a atividade cerebral. Durante seis semanas serão injetadas células-tronco e um coquetel de peptídeos no cérebro, além de outros procedimentos científicos sobre monitoramento com equipamentos especiais.

“Acreditamos que estamos muito perto de um ponto em que a barreira entre um coma e o coma irreversível ou morte cerebral se tornará mais flexível, e esperamos ter mais perspectivas promissoras em 2017. Entre 50.000 e 150.000 pessoas morrem diariamente não por envelhecimento, mas por vários traumas agudos que levam à morte cerebral. Pensamos que essa pesquisa terá um grande impacto”, disse o doutor Ira Pastor, presidente da companhia que encabeça as pesquisas, ao MailOnline.com informações obtidas  (Da redação)Revista Veja.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do anticristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

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Última Ceia com feijão e carne de cordeiro

Arqueólogos estudaram diversos materiais para encontrar o que foi servido além do pão e vinho

por Leiliane Roberta Lopes-via gospelprime-

Uma pesquisa recente sobre a culinária palestina na época de Jesus afirma que além do pão sem fermento e do vinho, a Última Ceia também serviu guisado de feijão, carne de cordeiro, azeitonas, ervas amargas, um molho de peixe e tâmaras.

O estudo foi feito por dois arqueólogos italianos que utilizaram os versículos da Bíblia sobre esse momento, escritos judaicos, antigas obras romanas e dados arqueológicos.

Generoso Urciuoli, arqueólogo no centro Petrie, na Itália, e Marta Berogno, arqueóloga e egiptóloga no museu egípcio de Turim, também da Itália, são os responsáveis por essa pesquisa que será publicada em um livro no próximo mês com o nome de “Gerusalemme: L’Ultima Cena” (Jerusalém: a Última Ceia).

O material recolhido por eles foi suficiente para que os arqueólogos encontrassem informações sobre os hábitos alimentares em Jerusalém no início do 1º século d.C. Inclusive, eles descobriram que a Última Ceia não foi servida em mesa retangular, como é mostrado em muitas pinturas de arte religiosas, mas com Jesus e seus apóstolos sentados em almofadas no chão, da mesma forma como os romanos se comportavam naquela época.

“Naquele tempo na Palestina, a comida era colocada em mesas baixas e os convidados comiam em almofadas no chão e tapetes reclinados”, afirma Urciuoli.

Ainda segundo o arqueólogo, “os judeus que observavam as regras de pureza utilizavam vasos de pedra, porque eles não eram suscetíveis à transmissão de impurezas” ou ainda utilizavam como pratos, tigelas e jarros de cerâmica, que era uma tendência internacional naquela época.

A posição que Jesus e seus apóstolos se sentaram também seguia uma regra precisa onde os convidados mais importantes se sentavam à direita ou à esquerda do convidado principal.

“Versos dos evangelhos de João indicam que Judas estava muito perto de Jesus, provavelmente, à sua esquerda imediata. De fato, somos informados de que Judas mergulhou o pão no prato de Jesus, seguindo a prática de compartilhar alimento de uma bacia comum”, diz Urciuoli.

Eles também utilizaram a pesquisa para encontrar os alimentos servidos no jantar de Páscoa que foi o último dia de Jesus com seus discípulos.

Para encontrar o menu do jantar, eles usaram passagens bíblicas como a Festa dos Tabernáculos, as bodas de Caná (onde Jesus transformou água em vinho), e o banquete de Herodes (quando a cabeça de João Batista foi pedida).

“O casamento em Caná nos permitiu compreender as leis dietéticas religiosas judaicas, conhecidas como kashrut, que estabelecem quais alimentos podem e não podem ser comidos e como eles devem ser preparados. Por outro lado, o Banquete de Herodes nos permitiu analisar influências culinárias romanas em Jerusalém”, explicou o arqueólogo.

Por isso, os estudos revelam que além do pão sem fermento e do vinho, foi servido: tzir, uma variante do garum, molho de peixe romano; carne de cordeiro; cholent, um prato de guisado de feijão cozido em fogo muito baixo e lento; azeitonas com hissopo, uma erva com um sabor de hortelã; ervas amargas com pistaches e charosset de tâmaras; além de pasta de nozes.

“Ervas amargas e charoset são típicos da Páscoa, o cholent é comido durante as festividades, enquanto o hissopo também era consumido em uma base diária”, aponta o estudioso. Com informações Hype Science

 
 

 

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Fotos da NASA revelariam existência de cruz em Marte

Órgão divulga imagens curiosas do planeta vermelho

por Jarbas Aragão -gospelprime-

Fotos da NASA revelariam existência de cruz em Marte
Fotos da NASA revelariam cruz em Marte

Fotos da sonda Curiosity, da NASA, que revela aspectos da superfície de Marte geram curiosidade de especialistas e “curiosos” por todo o globo.

Por causa das fotos mais recentes, enviadas no final de fevereiro, surgiu a especulação sobre a existência de uma espécie de igreja no planeta vermelho. Para não restar dúvida que seria um templo cristão, há uma estrutura que remete a imagem de cruz bem ao lado.

Rapidamente, surgiu a teoria que alienígenas inteligentes e cristãos as construíram em um tempo indeterminado. Segundo o jornal inglês Metro, que destacou a situação, ufólogos estão animados com essa revelação.

Vários sites mostram que a suposta igreja teria um telhado de construção elaborado. O ufólogo Scott C Waring asseverou: “Esta é uma descoberta muito incomum. Provavelmente, algo muito significativo para alguns leitores religiosos. A cruz está fixada do outro lado da colina rochosa, de modo que sua parte inferior não é visível”.

Ele diz não ter dúvida que aquele é um símbolo cristão e que a estrutura “evidencia a existência de uma igreja”.

Suposta cruz em Marte.

Suposta cruz em Marte.

O assunto também foi analisado pelo jornal Daily Mail. O periódico lembrou que em 2013, outras fotos da Curiosity mostraram uma suposta cruz na superfície de Marte.

O The Sun um dos jornais mais populares entre os ingleses, minimizou. Para ele é apenas um exemplo de pareidolia, fenômeno que nos faz perceber formas familiares em imagens aleatórias. Exemplos comuns de pareidolia é a capacidade de ver animais ou rostos nas nuvens.

A NASA recusou-se a comentar o assunto.