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Ateus não existem, concluem cientistas

Cresce o número de estudiosos defendendo que a fé é inata ao ser humano

por Jarbas Aragão

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Ateus não existem, concluem cientistasAteus não existem, concluem cientistas

A crença em Deus está enraizada em todas as pessoas. Portanto, ninguém nasce ateu. Essa é a conclusão de um número cada vez maior de cientistas nos últimos anos. Obviamente os ateus não acreditam nisso, mas na semana passada, Nury Vittachi publicou uma reportagem intitulada “Cientistas descobrem que ateus podem não existir, e isso não é uma piada”.

Em seu artigo, Vittachi cita as obras de vários pesquisadores, como Graham Lawton e Pascal Boyer, que argumentam que a crença em Deus está, naturalmente, enraizada em cada pessoa.

“Os cientistas cognitivos estão cada vez mais conscientes de que uma perspectiva metafísica pode estar tão profundamente enraizada nos processos de pensamento humano que não pode ser expurgado,” explica Vittachi.

“É claro que essas descobertas não provam que é impossível parar de acreditar em Deus”, ressalta Vittachi. Para ele, a questão é que o ateísmo não é algo “natural” e a espiritualidade apenas “aprendida”, revertendo a lógica usada pela maioria dos ateístas militantes. “Somos todos um pouco mais espirituais do que pensamos”, concluiu.

Para quem alega que o raciocínio de Vittachi é exceção, outros cientistas chegaram a conclusões similares. Ara Norenzayan, psicólogo da Universidade de British Columbia, em Vancouver, Canadá, escreveu em um artigo para New Scientist nos mesmos termos.

“Quando as pessoas não acreditam em deus, isso não significa que elas não têm sensações que estão fortemente ligados ao sobrenatural… Mesmo em sociedades que se declaram de maioria ateísta, é possível encontrar um monte de crença no que chamamos de paranormal.”

De modo semelhante, Pascal Boyer na Universidade de Washington em St. Louis, argumentou que “uma série de traços cognitivos nos predispõe à fé”. Argumenta ainda que “dados confirmam que pensamentos religiosos parecem ser uma propriedade emergente de nossas capacidades cognitivas normais.” Para Boyer, a descrença é geralmente resultado de um esforço deliberado, que vai contra nossas “disposições cognitivas”, sendo “antinatural”.

O astrônomo Christian Dr. Jason Lisle argumenta que todos, incluindo os “ateus”, sabem intuitivamente que Deus existe. Em seu artigo recente “Existe uma prova inequívoca da Criação’?”, o cientista cristão usa a Bíblia para fechar seu argumento: “Muitos cristãos têm a impressão equivocada de que os críticos da Bíblia acreditariam se tivessem mais ‘provas’ da existência do Deus bíblico. Mas não é bem assim. Romanos 1:18-20, nos lembra que todo mundo tem um conhecimento inato de Deus da criação… portanto, os ateus apenas tentam negar para si mesmos o que sabem no fundo de seus corações”. Com informações Christian News.

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Oração traz curas quando o cérebro se comunica com Deus, aponta médico cristão

Um especialista estudou o cérebro humano para comprovar o poder da oração

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post

Uma pesquisa recente nos EUA, realizada por um especialista médico cristão, apontou que a oração possui um efeito muito mais positivo que imaginamos, ao revelar que a fé que a prece transmite pode oferecer a cura para muitas enfermidades físicas.

  • Cérebro
    (Foto: Reuters
    Raio-x do cérebro humano.

Diretor de pesquisas do instituto Thomas Jefferson Hospital and Medical College, o Dr. Andrew Newber conduziu o estudo ao efetuar uma ressonância magnética no cérebro humano e constatar que há um poder na oração ou na meditação capaz de treinar o cérebro para funcionar bem, a partir de um elo com Deus.

“Existem várias partes do cérebro que parecem estar envolvidas e é realmente possível perceber que o cérebro está facilmente propício de se moldar a este tipo de processo”, disse Newber ao explicar a capacidade do cérebro se comunicar com Deus para uma melhora física.

Ao realizar os exames foi possível perceber uma grande diferença entre quem ora e quem não ora.

O pastor Joel Osteen defende a tese do pesquisador indicando que o benefício que a oração traz é algo “difícil de explicar” e que ele pede muito mais através do coração, mas afirma que a força vem de dentro, trazendo confiança e paz.

Em outro estudo elaborado por Newber em 2012, ele esclarece que na oração há um aumento na atividade dos lobos frontais e na área do cérebro responsável pela ação da conversa, onde acontece uma espécie de projeção de pensamento como se Deus estivesse falando com quem crê.

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Durante a experiência, ele injetou nos pacientes um corante radioativo inofensivo, enquanto eles estavam em profunda oração e o corante imediatamente migra para diversas do cérebro, onde o fluxo de sangue foi mais forte.

O mais curioso é que o estudo foi realizado com diversas pessoas, que independente da religião, conseguiram adentrar em um processo neurológico a partir da oração. “Esta experiência é pelo menos neurologicamente real”, reforça o pesquisador.

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Convierten la luz en materia

Nature Photonics

Convierten la luz en materia
Un experimento de física de alta energía podría explicar algunos de los misterios más grandes de la física aún sin resolver, como el proceso de origen del universo.

20 DE MAYO DE 2014, LONDRES

Tras 80 años de ensayos, un equipo de físicos del Imperial College London (Reino Unido) ha descubierto la forma de crear materia a partir de la luz.

Este hallazgo supone un hito en física: probar la realidad de una teoría formulada en 1934 por los científicos Breit y Wheeler.

Ambos físicos sugirieron que debería ser posible convertir la luz en materia mediante la destrucción simultánea de dos partículas de luz (fotones) para crear un electrón y un positrón, lo que suponía desde entonces el método más simple de convertir la luz en materia.

Ahora, esta teoría es una realidad gracias a la demostración realizada en el Imperial College London y que ha sido publicada en la revista Nature Photonics.

El estudio habla de un experimento de física de alta energía que podría explicar algunos de los misterios más grandes de la física aún sin resolver, como el proceso de origen del universo, en una de las maneras más simples en las que la luz y la materia pueden interactuar.

EL EXPERIMENTO
“A pesar de que todos los físicos aceptan que la teoría es verdad, cuando Breit y Wheeler la propusieron por primera vez, me dijeron que no esperaban que se mostrara en el laboratorio en la actualidad; casi 80 años más tarde, demostramos que estaban equivocados”, afirma Steve Rose, del Departamento de Física del Imperial College y coautor del estudio.

La forma de lograrlo pasó por dos pasos principales: primero, el empleo de un láser de alta intensidad extremadamente potente para acelerar los electrones hasta casi la velocidad de la luz y, entonces, lanzar dichos electrones a una losa de oro para crear un haz de fotones un mil millones de veces más energéticos que la luz visible; segundo, con un “hohlraum” (cuarto vacío) los científicos dispararon un láser de alta energía en la superficie interna de este oro con objeto de crear un campo de radiación térmica, generando así una luz similar a la que emiten las estrellas.

Después había que dirigir el haz de fotones obtenido durante la primera fase a través del centro del contenedor usado en la segunda, haciendo que los fotones surgidos de ambas fuentes colisionen y formen electrones y positrones, cuya creación podría ser detectada por el experimento.

Los mismos autores del estudio afirman haberse sorprendido tras descubrir que este proceso proporcionó las condiciones idóneas para la creación de un colisionador de fotones.

Fuentes: Muy interesante

Editado por: Protestante Digital 2014

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