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Médicos querem testar técnica de ressureição em humanos

Cientistas ignoram o que diz a Bíblia: “O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela.”

por Leiliane Roberta Lopes

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Médicos querem testar técnica de ressureição em humanos
Médicos querem testar técnica de ressurreição em humanos

Professores de universidades americanas querem testar a técnica de ressuscitação de mortos em humanos. O experimento já foi feito em animais sem apresentar grandes efeitos colaterais.

Os professores Peter Rhee, da Universidade do Arizona, e Samuel Tisherman, da Universidade de Maryland, estão certos que conseguem ressuscitar mortos com o procedimento de retirar todo o sangue do corpo e resfriá-lo até 20 graus abaixo da temperatura normal.

“Quando seu corpo está com temperatura de 10 graus, sem atividade cerebral, batimento cardíaco e sangue – é um consenso que você está morto. Mas ainda assim, nós conseguimos trazer você de volta”, disse Rhee.

Nessa técnica os médicos retirariam todo o sangue, esfriariam o corpo, resolveriam o problema de saúde do paciente e em seguida colocaria o sangue no corpo novamente e reaquecendo-o, o sangue faria o coração voltar a bater.

Tisherman anunciou que quer testar a técnica em humanos, as cobaias seriam vítimas de armas de fogo em Pittsburgh, na Pensilvânia, pessoas cujo coração já tivesse parado de bater.

O médico diz que sua técnica foi mal comentada pela imprensa fazendo com que a população americana tivesse uma ideia equivocada da sua pesquisa. “É importante que as pessoas saibam que não se trata de ficção científica”, disse.

Tisherman testou o experimento em porcos e 90% deles conseguiram se recuperar depois que o sangue voltou a ser bombeado. “Eles ficam um pouco grogue por um tempo, mas no dia seguinte já estão bem”, diz o estudioso.

Cada animal ficou cerca de uma hora no “limbo” até ser submetido à técnica que lhes devolveu a vida. Durante este período o sangue foi substituído por uma solução salina que ajudou a rebaixar a temperatura do corpo.

O professor Rhee afirmou que observar o coração voltar a bater “é uma das coisas mais incríveis” e atestou que nenhum dano cerebral foi identificado nos porcos. Com informações BBC

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Ciência

Cientistas garantem ter descoberto vida alienígena na estratosfera

Para a equipe de pesquisadores ingleses o material encontrado pode provar que descendemos de extraterrestres, contrariando o que a Bíblia diz

por Leiliane Roberta Lopes

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Cientistas garantem ter descoberto vida alienígena na estratosfera
Cientistas garantem ter descoberto vida alienígena na estratosfera

Cientistas afirmam que as partículas descobertas na estratosfera da Terra são a prova de que existe vida extraterrestre e que a Terra veio originalmente do espaço.

Os pesquisadores da Universidade de Sheffield e do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham, na Inglaterra, chegaram a essa conclusão depois de analisarem as partículas encontradas.

Essas partículas foram descobertas durante a chuva de meteoros Perseidas que aconteceu no ano passado quando a equipe do professor Milton Wainwright lançou um balão na estratosfera com uma altitude de 27 quilômetros na atmosfera e equipado com lâminas estéreis.

Essas lâminas, projetadas para capturar organismos biológicos minúsculos, conseguiram capturar um organismo com tamanho de 10 microns. Wainwrith afirmou que essa estrutura é “coloquialmente chamada de ‘a partícula de dragão’, a qual a análise científica mostra que é feita de carbono e oxigênio e, portanto, não é um pedaço de poeira cósmica ou vulcânica”.

O cientista só não sabe dizer se o organismo encontrado é uma única forma de vida ou se é composta por uma série de micróbios menores. “Não há pólen, grama ou partículas de poluição encontradas com eles, ou ainda o solo ou poeira vulcânica. Isso, mais o fato de que alguns dos materiais biológicos colhidos pela equipe produzem crateras de impacto quando atingem as amostras, confirmam a sua origem no espaço”, disse o professor ao Daily Express.

Comunidade científica pede mais explicações

O achado da equipe inglesa tem gerado dúvidas na comunidade científica. Ao site Space.com, um astrobiólogo pediu ao professor Wainwright que mostre se o organismo encontrado é composto por aminoácidos D ou aminoácidos L, para provar se não se trata de um material com a mesma bioquímica terrestre.

A descoberta dos ingleses sobre o material encontrado foi publicada no Journal of Cosmology que teve sua reputação questionada pela comunidade científica por mais de uma vez.

Além da equipe do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham, cientistas russos também afirmam terem descoberto vestígios de vida extraterrestre. Trata-se de vida marinha encontrada do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS).

A agência de notícias Itar-Tass conversou com o funcionário encarregado da ISS, Vladimir Solovyev, que confirmou a descoberta de um minúsculo plâncton e organismos microscópicos. Com informações O Globo.

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Ciência Estudos

Estudo encontra primeira prova científica de que existe vida após a morte

Após serem considerados clinicamente mortos, a atividade cerebral de pacientes continuou por até três minutos

por Jarbas Aragão

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Estudo encontra primeira prova científica de que existe vida após a morte
Estudo científico conclui que existe vida após a morte

Cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, encontraram evidências de que a consciência pode continuar por pelo menos alguns minutos após a morte clínica, algo que até recentemente era considerado impossível.

Considerado o maior estudo médico sobre experiências de quase morte e experiências fora do corpo, a pesquisa demorou quatro anos. Foram analisados casos de 2.060 pessoas, que sofreram paradas cardíacas em 15 hospitais nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Áustria.

A comprovação de alguma consciência, depois que o cérebro se desligar completamente foi possível em cerca de 40% dos pacientes. Após serem considerados clinicamente mortos, a atividade cerebral continuou por até três minutos após o coração parar completamente. Esse sempre foi um assunto polêmico e até recentemente tratado com ceticismo generalizado.

Dentre os 330 que sobreviveram, 140 deram entrevistas e 55 deles (39%) contaram ter alguma percepção ou lembrança do tempo em que estiveram “mortos”. Apenas dois possuem lembranças precisas sobre essa experiência de quase morte.

Alguns pacientes lembram ter visto uma luz brilhante ou uma espécie de sol brilhando. Embora muitos não lembrem de detalhes específicos, alguns temas surgiram. Um em cada cinco disse ter sentido uma sensação incomum de tranquilidade, enquanto um terço disse que o tempo tinha abrandado ou acelerado.

Outros relatam sentimentos de medo, afogamento ou de serem arrastado por correntezas. Cerca de 13% disseram sentir-se separados de seus corpos e um número similar afirmou que ter os sentidos aguçados. Por sua vez, 8% afirmam ter sentido algum tipo de presença mística ou voz identificável, e outros 3% viram “espíritos”.

O caso mais intrigante é de um homem de 57 anos, que afirma ter deixado seu corpo totalmente e assistido sua reanimação do canto da sala. Ele relata em detalhes as ações da equipe de enfermagem e descreveu o som das máquinas.

“Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração para de bater”, disse o Dr. Sam Parnia, pesquisador que liderou o estudo. “Mas neste caso, a percepção consciente parece ter continuado por até três minutos após o coração não mais bater. Normalmente, o cérebro desliga entre 20 e 30 segundos após o coração parar”.

“O homem descreveu tudo o que aconteceu na sala, mas importante, ele ouviu dois bips de uma máquina que faz um barulho em três intervalos de um minuto. Assim, podemos medir quanto tempo a experiência durou”, relata Parnia.

Até agora não havia evidência científica, embora estima-se que milhões de pessoas tiveram experiências claras de consciência diante da morte, mas nunca haviam sido comprovadas por cientistas. Agora isso mudou.

O doutor David Wilde, psicólogo e pesquisador da Universidade Nottingham Trent, atualmente está compilando dados sobre as experiências fora do corpo, procurando descobrir um padrão que ligue cada episódio.

Ele espera que sua pesquisa incentive novos estudos sobre o tema. Suas conclusões foram publicadas na revista científica Resuscitation.  Com informações Telegraph