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Projeto cria bicicleta que troca marchas por meio do pensamento

 

Sensores em capacete leem ondas cerebrais do ciclista.
Usuário deve realizar treinamento para conseguir trocar marcha.

Do G1, em São Paulo

 

Um protótipo de bicicleta que está em fase de testes permite que o ciclista troque as marchas por meio de ondas cerebrais, ou seja, do pensamento. O aparelho está em desenvolvimento e ainda não tem previsão de chegar às lojas.

O projeto, feito da união entre a fabricante Parlee e a Toyota, além de utilizar o novo sistema de troca de marchas, criou uma bicicleta feita de fibra de carbono e que, segundo as empresas, possui uma aerodinâmica diferenciada.

Sistema permite trocar marchas da bicicleta com o pensamento (Foto: Divulgação)Sistema permite trocar marchas da bicicleta com o pensamento (Foto: Divulgação)

O ciclista deve usar um capacete com uma série de sensores e "treinar" para que o sistema leia os pensamentos. Os sensores captam as ondas cerebrais e interpretam os sinais para aumentar ou diminuir a marcha do veículo.

O treinamento do ciclista para sincronizar o cérebro com o sistema é feito por meio de um aplicativo para iPhone. Nele, é necessário mover um cubo para cima e para baixo para que o neurotransmissor entenda as ondas cerebrais que aparecem no momento e, desse modo, aumentar ou reduzir as marchas quando o usuário desejar.

Sensores no capacete leem as ondas cerebrais do ciclista (Foto: Divulgação)Sensores no capacete leem as ondas cerebrais do ciclista (Foto: Divulgação)

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Astrônomos descobrem moléculas de oxigênio no espaço profundo

 

DE SÃO PAULO

Astrônomos confirmaram, pela primeira vez, a existência de moléculas de oxigênio no espaço profundo. Elas se encontram na área da nebulosa Órion, a aproximadamente 1.500 anos-luz da Terra.

A descoberta, no entanto, não indica a presença de planetas ou outros objetos habitáveis.

A presença de oxigênio no espaço foi detectada há mais de 200 anos e a presença de átomos indivíduais do elemento são comuns no espaço, principalmente em torno de conglomerados de estrelas.

O ineditismo da descoberta atual –de autoria do Observatório Espacial Herschel, mas com grande colaboração da Nasa– é ter detectado moléculas de oxigênio que são praticamente 20% semelhantes às existentes na Terra.

Os cientistas estimam que o oxigênio estaria dentro de gelo e, ao ser aquecido pelas estrelas, liberou água que se converteu, depois, em moléculas de oxigênio.

"O Universo ainda guarda muitas surpresas", comentou o cientista Paul Goldsmith, do Jet (Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na sigla em inglês), que publicou os resultados do estudo na revista especializada "Astrophysical Journal".

"O gás de oxigênio foi descoberto por volta de 1770, mas levamos mais de 230 anos para finalmente afirmar, com certeza, que essa simples molécula existe no espaço", disse Goldsmith.

Com o achado, os pesquisadores vão dar seguimento à procura de moléculas de oxigênio em outras regiões de formação de estrelas como é a Órion.

Nasa

Telescópio espacial Herschel descobriu moléculas de oxigênio em uma nuvem de gás e poeira de nebulosa

Telescópio espacial Herschel descobriu moléculas de oxigênio em uma nuvem de gás e poeira de nebulosa

Sineta de ouro da época do Segundo Templo é encontrada em Jerusalém

No século I, o local das escavações era considerado a principal via de Jerusalém

25 de julho de 2011 | 10h 24

Efe

Jerusalém – Arqueólogos israelenses descobriram em Jerusalém uma sineta de ouro que data da época do Segundo Templo (século I) e que, segundo os pesquisadores, pode ter pertencido a uma figura de destaque na escala social da época, como um sacerdote.

Sebastian Scheiner/AP

Sebastian Scheiner/AP

Acredita-se que a joia tenha pertenciado a um sacerdote

A descoberta foi realizada em escavações feitas pela Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) em um canal de escoamento que se iniciava nas denominadas Piscinas de Siloé, atravessava a Cidadela de David e hoje termina em um parque arqueológico adjacente ao Muro das Lamentações, na Cidade Antiga de Jerusalém.

Os diretores da escavação, Eli Shukron e o professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, estimam que “o pequeno sino devia estar costurado à roupa utilizada por uma pessoa de destaque de Jerusalém na época do Segundo Templo, relata um comunicado da (AAI).

As pesquisas estão sendo realizadas no local que no século I era a principal rua de Jerusalém, que transcorria sobre o canal de escoamento onde foi achada o sino.

A via partia das Piscinas de Siloé, entrava na Cidadela de David e chegava a um ponto conhecido hoje como “Arco de Robinson”, no qual havia uma escada de vários lances pela qual os sacerdotes e peregrinos podiam ter acesso ao Templo de Jerusalém para rezar e conduzir sacrifícios.

Os arqueólogos acreditam que o proprietário da sineta pode ter caminhado por essa rua da cidade e ter perdido a joia, que acabou indo parar no canal de drenagem.

“Sabemos que os altos sacerdotes que serviam no Templo empregavam pequenos sinos de ouro que penduravam em suas túnicas”, esclareceram os diretores das escavações. Com informações do Gospel Prime.