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“Frankenstein”: Cientistas da Inglaterra alertam sobre pesquisas secretas de híbridos de seres humanos com animais

 

Thaddeus Baklinski

LONDRES, Inglaterra, 25 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num cenário que um grupo de cientistas da Academia de Ciências Médicas avisou se assemelha ao “Frankenstein” de Mary Shelley, cientistas britânicos criaram mais de 150 embriões híbridos de seres humanos com animais em pesquisas secretas conduzidas em laboratórios britânicos.

De acordo com o jornal Daily Mail, 155 embriões “mesclados”, contendo material genético tanto humano quanto animal, foram criados durante os passados três anos por cientistas que disseram que dava para se colher células-tronco para serem usadas em pesquisas com a finalidade de alcançar possíveis curas para uma grande variedade de doenças.

As pesquisas secretas foram reveladas depois que uma comissão de cientistas alertou sobre um cenário de pesadelo em que a criação de híbridos de seres humanos com animais poderia ir longe demais.

O Prof. Robin Lovell-Badge do Instituto Nacional de Pesquisas Médicas e coautor de um relatório feito pela comissão de cientistas, avisou sobre os experimentos e pediu uma vigilância mais rigorosa desse tipo de pesquisa. De forma especial ele concentrou a atenção em material genético humano que vem sendo implantado em embriões animais, e tentativas de dar atributos humanos aos animais de laboratórios injetando células-tronco nos cérebros de macacos.

Revelou-se que os laboratórios da Universidade King’s College de Londres, da Universidade de Newcastle e da Universidade de Warwick receberam autorizações para realizar as pesquisas após a introdução da Lei de Embriologia e Fertilização Humana de 2008 que legalizou a criação de híbridos de seres humanos com animais, bem como “cíbridos”, em que um núcleo humano é implantado numa célula animal, e “quimeras”, em que células humanas são misturadas com embriões animais.

Entretanto, os cientistas não pediram nenhuma lei adicional para regulamentar tais pesquisas polêmicas, mas pediram, em vez disso, uma comissão de especialistas para supervisioná-las. O Prof. Martin Bobrow, presidente do grupo de trabalho da Academia que produziu o relatório, disse: “A vasta maioria dos experimentos não apresenta questões além do uso geral de animais em pesquisas e esses experimentos devem prosseguir sob os regulamentos atuais. Um número limitado de experimentos deveria ser permitido e sujeito a análises por parte do órgão de especialistas que recomendamos; e só um número muito pequeno de experimentos deveria ser empreendido, até que pelo menos as consequências potenciais sejam mais plenamente compreendidas”.

Peter Saunders, presidente da Federação Médica Cristã, uma organização com sede na Inglaterra com 4.500 médicos ingleses, expressou ceticismo acerca de tal órgão regulador.

“Cientistas regulando cientistas é preocupante porque os cientistas geralmente não são especialistas em teologia, filosofia e ética e muitas vezes têm interesses especiais de natureza ideológica ou financeira em suas pesquisas. Além disso, eles não gostam que coloquem restrições em seu trabalho”, observou Saunders.

Numa sessão de perguntas e respostas no Parlamento sob a direção do Lorde David Alton depois da divulgação do relatório, revelou-se que as pesquisas envolvendo híbridos de seres humanos com animais pararam devido à falta de financiamento.

“Argumentei no Parlamento contra a criação de seres meio humanos e meio animais como assunto de princípio”, disse lorde Alton. “Nenhum dos cientistas que apareceu diante de nós conseguiu nos dar qualquer justificativa em termos de tratamento. Em toda fase a justificação dos cientistas foi: se tão somente vocês nos derem permissão para fazer isso, encontraremos curas para todas as doenças que a humanidade conhece. Isso é chantagem emocional”.

“Eticamente, nunca dá para justificar isso — isso nos tira o crédito como um país. É envolver-se com coisas bizarras”, acrescentou lorde Alton. “Dos 80 tratamentos e curas que ocorreram a partir das células-tronco, todos vieram das células-tronco adultas, não das embrionárias. Na base da ética e moralidade, [os experimentos com células-tronco embrionárias] fracassam; e na base da ciência e medicina também”.

Josephine Quintavalle, da organização pró-vida Comment on Reproductive Ethics (Corethics), disse para o Daily Mail, “Estou horrorizada com o fato de que isso esteja ocorrendo e não sabíamos nada disso. Por que eles guardaram isso como segredo? Se eles têm orgulho do que estão fazendo, por que precisamos fazer ao Parlamento perguntas para que isso seja trazido à luz?”

“O problema com muitos cientistas é que eles querem fazer coisas porque querem fazer experiências. Essa não é uma justificativa boa o suficiente”, concluiu Quintavalle.

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Mulher canadense com morte cerebral desperta depois que sua família se recusa a doar órgãos dela

 

Rebecca Millette

DROMMONDVILLE, Quebec, Canadá, 5 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Na semana passada, Madeleine Gauron, uma mulher de Quebec identificada como viável para doar órgãos depois que os médicos a diagnosticaram como “cerebralmente morta”, surpreendeu sua família e médicos quando se recuperou de um coma, abriu os olhos e começou a comer.

A mulher de 76 anos havia sido hospitalizada no Hospital Sainte Croix de Drummondville devido a uma inflamação das gengivas, que exigiu uma breve operação. Durante sua recuperação, a equipe do hospital deu à mulher idosa alimento sólido, que ela não havia tido condições de consumir no lar de sua família por algum tempo, e ficou sem atendimento. Sufocando-se na comida, ela caiu num coma, depois de uma tentativa sem êxito de ressuscitá-la.

A equipe médica fez contato com a família dela, explicando a eles que sua mãe havia tido uma “morte cerebral”, sem nenhuma esperança de recuperação. Citando os olhos de Gauron como particularmente viáveis, os médicos perguntaram se a família concordaria em doar órgãos.

Embora apoiassem a possibilidade de doação, sua família chocada primeiramente exigiu mais exames médicos para comprovar que Gauron estava realmente morta.

No dia seguinte, a família ficou perplexa ao ficar sabendo que Gauron havia despertado. Logo depois, ela se sentou na cama e comeu iogurte.

“Se tivéssemos decidido doar os órgãos dela, eles a teriam matado”, disse o filho dela.

“Não faz sentido nenhum tratar as pessoas assim. Embora tenha 76 anos e esteja doente, ela não tinha de sofrer tudo isso”, insistiu a filha dela.

Madeleine Gauron tem agora condições de comer, andar e conversar, e imediatamente reconheceu sua família. Seus filhos decidiram iniciar ação legal contra o hospital.

À medida que fatos curiosos semelhantes aos de Gauron continuam a se acumular, a “morte cerebral” como um diagnóstico legítimo de morte real está cada vez mais sendo questionada por preocupados membros de famílias e profissionais médicos, alguns dos quais acusam que o critério de “morte cerebral” foi criado simplesmente para garantir que órgãos colhidos sejam frescos.

Atualmente, mais da metade das enfermeiras das unidades de terapia intensiva na Suécia que cuidam de pacientes supostamente com morte cerebral têm dúvidas acerca dos métodos de se determinar a morte cerebral, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública divulgada pela Academia Sahlgrenskada Universidade de Gotemburgo.

Embora os regulamentos exijam que os médicos suecos apurem a morte cerebral por meio de exames clínicos determinados, maiores análises em conjunção com raios x cerebrais só são realizadas para pacientes selecionados.

A autora da tese, Anne Flodén, uma enfermeira diplomada e pesquisadora no Instituto de Ciências de Saúde e Cuidado, disse que o resultado do estudo é problemático, indicando a necessidade de normas claras envolvendo o processo de diagnóstico e doação de órgãos.

“Esse problema foi levantado por muitas enfermeiras de UTI em vários outros estudos”, disse Flodén. “Elas ficaram desapontados com a falta de estrutura e normas e estão pois pedindo mais apoio da administração sobre essas questões”.

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Peligros de la manipulación genética

Antonio Cruz Suárez

 

Manipulación genética (10)

Peligros de la manipulación genética

En el año 1970 la biología empezó a emplear todo el conjunto de técnicas capaces de aislar genes y estudiarlos para después modificarlos y transferirlos de un ser vivo a otro.

17 de julio de 2011

Desde entonces, en el seno de la comunidad científica comenzó a despertarse una gran inquietud moral, ¿serían peligrosos tales experimentos? ¿podría ocurrir que cualquiera de estos microbios a los que se les introduce el gen de alguna enfermedad grave, como el cáncer, se escapara de los laboratorios y provocara una terrible epidemia? ¿acaso no existe la posibilidad de que algún “científico loco”, o subvencionado por cualquier organización terrorista, diseminara entre la población bacterias cargadas con genes que produjeran venenos mortales?
Los principales temores, suscitados en aquella época, se debían al desconocimiento de los posibles efectos patógenos que los organismos modificados podían tener sobre el ser humano o el medio ambiente.
Tales preocupaciones motivaron que en febrero de 1975 se realizara en California la famosa Reunión Internacional de Asilomar, en la que se debatieron todos estos asuntos.
Por primera vez en la historia de la investigación científica se produjo esta situación tan especial. Los hombres de ciencia se autoimponían una prórroga a sus propias investigaciones. La conclusión a que se llegó fue que, aunque la investigación del ADN recombinante debía continuar, ciertos experimentos requerían una moratoria.
El aplazamiento sólo duró 18 meses, hasta que un comité de los Institutos Nacionales de Salud de los Estados Unidos confeccionó un proyecto para regular tales estudios.
Algunos de los principales problemas planteados por la ingeniería genética tienen que ver hoy con las alergias que ciertos alimentos manipulados pueden producir en el ser humano.
Si los genes extraídos de una planta son capaces de provocar alergias en determinadas personas, cuando sean manipulados e introducidos en otra seguirán conservando su alergenicidad para tales personas. Esto es, por ejemplo, lo que ocurrió con ciertas habas transgénicas. La compañía norteamericana Pioneer Hibred introdujo un gen de la nuez de coco del Brasil, que provocaba alergia a ciertas personas, en las habas de soja. Esto se hizo con la intención de producir habas de soja con mayor contenido proteico.
Sin embargo, al comprobar los efectos alérgicos la compañía decidió detener el lanzamiento de tal producto. Debido al peligro de los alimentos que pueden producir alergias a algunas personas, sería conveniente el adecuado etiquetado de tales productos o la eliminación total de su uso para la alimentación. Esto es precisamente lo que proponían organizaciones como Consumers International que apoyaban el principio de que los alimentos transgénicos deben ser tan seguros como sus equivalentes tradicionales y que no debería comercializarse ningún producto que no hubiera superado un examen amplio y adecuado de su seguridad.
Actualmente, después de casi treinta años de manipulación genética, parece que el riesgo no es tan grande como antes se pensaba. Se han realizado ya miles de liberaciones controladas de microorganismos manipulados al medio ambiente y, lo cierto es que no existen noticias de que se hayan producido desastres ecológicos.
En principio, cabe pensar que las medidas de control utilizadas son suficientes para garantizar la seguridad de estas prácticas. Lo cual no implica que no se deba continuar investigando el problema de liberar organismos modificados al ambiente , sino que es menester proseguir perfeccionando tales conocimientos. Pero, en contraste con lo que se pensaba durante los primeros años, hoy se cree que los beneficios de la ingeniería genética superan con creces a los riesgos y que gracias a ella la humanidad podrá solventar los principales problemas que tiene planteados.
No hay que cerrar la puerta al estudio científico de la vida en base a ciertas sacralizaciones falsas del mundo natural o del propio ser humano. La enseñanza que se desprende de la doctrina bíblica de la creación muestra que la criatura humana tiene la obligación de conocer y descubrir científicamente la naturaleza en la que ha sido colocada como “imagen de Dios”. Y, más aún, debe procurar con todas sus fuerzas “humanizar” esa creación.
Frente a cualquier amenaza tecnológica el creyente debe intentar siempre servirse de la técnica y nunca convertirse en servidor de ella. Pero también es verdad que cuando la manipulación genética se vuelve arbitraria y reduce la vida humana a un simple objeto, entra en el terreno de la degradación y puede despojar al hombre de su libertad y autonomía.  Como afirma Hans Jonas: “los actos cometidos sobre otros por los que no hay que rendirles cuentas son injustos” (Jonas, Técnica , medicina y ética, Paidós, Barcelona, 1996: 133). Toda manipulación genética del hombre que traspase la frontera de la libertad del prójimo y pretenda programarle o diseñarle según criterios ajenos a él, será opuesta a la ética.  Contra esto último siempre habrá que seguir luchando.

Autores: Antonio Cruz Suárez

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