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Mulher de 89 cm de altura recusa aborto e dá à luz gêmeos

Seu testemunho encoraja tanto as pessoas com deficiência quanto aqueles que precisam de inspiração para viver

Família de Melissa Davert
Família de Melissa Davert. (Foto: Arquivo)

Com apenas 89 cm de altura e uma rara condição óssea, Melissa Davert decidiu seguir em frente com sua gravidez de gêmeos. Ela recusou o aborto e superou muitas expectativas médicas.

A princípio, a sugestão da equipe médica era que ela abortasse um dos bebês. Os especialistas temiam que ela não conseguisse passar pela gestação, devido o seu tamanho. Mas a sua fé gigantesca superou seus limites e, hoje, Melissa tem sua própria família.

Como tudo começou

Melissa Davert nasceu na cidade de Bay City, em Michigan, nos Estados Unidos, em 1963. Ela teve uma desordem chamada de osteogênese imperfeita, que faz com seus ossos sejam frágeis e se quebrem facilmente.

Ela é a mais nova de sete irmãos e seus pais, mesmo sabendo que a filha enfrentaria algumas limitações, procuraram incentiva-la a ser independente, ter senso de humor e manter a sua fé em Deus, acima de tudo.

Para os médicos, na época de seu nascimento, ela não conseguiria nem se sentar e sua expectativa de vida não era longa. Mesmo assim, ela conseguiu se formar numa faculdade, casar e ter dois filhos.

Testemunho e exemplo de vida

Em um vídeo compartilhado no Facebook, Melissa conta como seus pais a ajudaram a vencer. “Eles não me deram nenhum limite e eu também não impus a mim nenhum outro. Todos me incentivaram a ser autodeterminada, sem sentir pena de mim mesma”, lembra.

Sua independência e sabedoria para lidar com tantas adversidades trazidas por sua condição, fez com que ela enfrentasse tudo para conquistar seus objetivos.

Melissa completou seus estudos no Ensino Médio e ingressou na faculdade de Administração de Empresas, na Northwood University. Além disso, ela participou durante 10 anos do Center for Independent Living em Midland, se dedicando a apoiar e a defender os direitos de pessoas com deficiência.

“Não tenham pena de nós”

Durante um programa de TV sobre assuntos ligados às pessoas com deficiência, apresentado por Melissa, ela conheceu Ken, seu atual marido, que sofre de paralisia cerebral. Ele trabalha como voluntário em um hospital.

Em 1992 eles se casaram e cinco anos mais tarde tentaram ter um filho, mesmo sabendo que poderia ser complicado. Na primeira gestação houve um aborto espontâneo na 12ª semana, mas eles arriscaram novamente e para a surpresa vieram gêmeos.

Contrariando mais uma vez as expectativas médicas, a gravidez seguiu. “Uma das sugestões dos médicos foi que eu abortasse um deles. Eu e meu marido decidimos que não”, lembra Melissa.

Então, em 23 de novembro de 1998, após 32 semanas, Michaela e Austin nasceram. Ambos vieram com a mesma condição de saúde da mãe, e também herdaram dela o desejo de viver e serem independentes.

Hoje, eles estão com 19 anos e já estudam na Davenport University, também em Michigan. Michaela estuda Marketing e Austin está cursando Gestão de Informação em Saúde.

“Somos muito abençoados. Não tenham pena de nós, porque temos uma vida boa. Toda vida é importante”, concluiu Ken no vídeo.

Amazing Story of the Davert Family, Bay City, Mich

Have you heard the amazing story of the Davert family of Bay City? This video shares their incredible story of faith, trust in God and love for life.The Davert’s will speak at the upcoming Disability Awareness Conference in Saginaw on Wednesday, Aug. 1. Learn more about the conference: http://bit.ly/2mmXx4m

Posted by Catholic Diocese of Saginaw on Monday, July 16, 2018,com informações do GospelPrime, por Cris Beloni

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Bolsonaro diz que se eleito família será respeitada: ‘Aqui tem macho e fêmea’

Candidato do PSL à Presidência cumpre agenda em Rio Branco (AC) neste sábado (1º). No discurso, também afirmou que não admitirá que crianças sejam ‘pervertidas’ por programas de governo.

Por G1 AC

Candidato do PSL, Jair Bolsonaro, faz campanha no Acre

Candidato do PSL, Jair Bolsonaro, faz campanha no Acre

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou neste sábado (1º) que, se for eleito, a família será respeitada porque “aqui tem macho e fêmea”.

Bolsonaro cumpre agenda de campanha neste sábado no Acre. Durante o discurso na chegada a Rio Branco, ele também afirmou que em um eventual governo não admitirá que crianças sejam “pervertidas” por programas de governo.

“A família vai ser respeitada. Aqui tem macho e fêmea e não vamos admitir que nossas crianças continuem sendo pervertidas em programas de governo. Respeito a opção de qualquer um, vai ser feliz, mas não vamos brincar com nossas crianças”, declarou o candidato.

Bolsonaro chegou ao aeroporto Plácido de Castro por volta das 12h. O candidato subiu em um trio elétrico e fez discurso. Após ter sido recebido por apoiadores, seguiu para a região central de Rio Branco, onde participará de um comício.

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, durante discurso em um ato político em Rio Branco (AC) (Foto: Iriá Rodrigues/G1 AC)
O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, durante discurso em um ato político em Rio Branco (AC) (Foto: Iriá Rodrigues/G1 AC)

Desenvolvimento do Acre

Ainda no discurso deste sábado, Bolsonaro afirmou que as questões ambiental e indigenista “não vão mais atrapalhar o progresso” da população do estado.

O candidato declarou também que o Estado brasileiro, num eventual governo, vai parar de “atrapalhar” a vida de quem quer produzir.

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Bolsonaro na Globo: Pergunta idiota, tolerância zero

O debate sobre as eleições não pode ficar no nível de um FlaxFlu.

Bolsonaro na Globo: Pergunta idiota, tolerância zero

Esta semana esteve movimentada em todos os meios de comunicação.  Parece que estamos vendo uma disputa entre Corinthians e Palmeiras ou Flamengo e Fluminense. Nos jogos de futebol, o resultado pode ser um empate ou uma vitória de um dos lados.  No caso da entrevista do candidato a presidente Bolsonaro, as torcidas de ambos os lados cantam vitórias.

Analisando friamente a entrevista, acho que estou com aquele personagem do programa humorístico da mesma emissora, chamado Seu Saraiva: pergunta idiota, tolerância ZERO!

Várias perguntas idiotas foram feitas ao candidato Bolsonaro. Vejamos algumas deles.

Pergunta idiota: O apresentador perguntou se o casamento do candidato com o provável ministro da economia, Paulo Guedes, seria eterno.  Resposta óbvia: O candidato respondeu o óbvio, dizendo que casamento é para sempre. Mas, como no caso dele, Willian Bonner, que esteve casado até recentemente com Fátima Bernardes, pode terminar.

Pergunta idiota: O homem e a mulher devem ganhar o mesmo salário? Resposta óbvia: Claro que sim, dentro das regras previstas no artigo 461 da CLT: “Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a 2 anos”.

Tanto é assim que no magistério, no funcionalismo público e nas empresas privadas que possuem quadros de carreira, o trabalho de igual valor é remunerado igualmente. Em nosso entendimento, essa regra de igualdade contida na CLT é nociva porque nivela todos os trabalhadores por baixo, pelo menor salário.

Se uma mulher produz 100 artigos por dia e um homem produz 50, o homem, pela regra, precisa ganhar o mesmo que a mulher. Entendemos que não importa o tempo de serviço, mas sim a capacidade de cada um e, por isso, achamos que o art. 461 da CLT deveria ser eliminado.  Quem produz mais deve ganhar mais.

O debate sobre as eleições não pode ficar no nível de um FlaxFlu. Quem ganhou ou quem perdeu na entrevista. O futuro do Brasil e dos brasileirinhos e das brasileirinhas estará em jogo. Estaremos escolhendo entre um Brasil cristão e livre ou uma Venezuela.

Pergunta responsável: Você prefere um Brasil cristão e livre ou uma Venezuela, na qual as pessoas são mortas a tiros nas ruas, como já aconteceu em todos os regimes comunistas, pelas forças do ditador Maduro?

João Carlos Biagini

João Carlos Biagini, advogado sênior na Advocacia Biagini, bacharel em Letras e em Direito. Coautor no livro Imunidades das Instituições Religiosas, coordenado pelos profs. Drs. Ives Gandra da Silva Martins e Paulo de Barros Carvalho (Noeses, 2015) e autor do livro “Aborto, cristãos e o ativismo do STF” (AllPrint, 2017).