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Direitos humanos para humanos direitos

Brasil precisa estar atento para apoiar países comprometidos com essas mesmas bandeiras, das quais também incluímos a liberdade religiosa.
Damares Alves. (Foto: José Cruz / Agência Brasil)

Diante da alta taxa de impunidade no Brasil, acabamos por criar uma aversão ao termo direitos humanos.

Na verdade, a nossa Constituição, assim como as leis federais, precisam ser regidas por esse princípio, que tem por fim o compromisso do Estado em prover uma vida decente para os seus.

Entretanto, de forma cuidadosamente equilibrada, os Direitos Humanos devem caminhar tomando como prioridade os “cidadãos de bem”, um nome popular utilizado para identificar todos as pessoas que observam a legislação, andam em retidão, não se envolvem com ações criminosas e estão preocupadas em não perpetuar atos de corrupção e desonestidade – para si e para os outros – que estão dentro da República Federativa do Brasil.

Por tal motivo, quando os brasileiros vislumbram um ministério engajado em dar atenção à Mulher, família e Direitos Humanos, regido por gestores comprometidos com o cidadão honesto, ficamos felizes e motivados.

MMFDH, capitaneado pela Ministra Damares Alves, inaugura um período de transparência e efetivada dentro dos segmentos de governabilidade do executivo.

No mesmo sentido, o Brasil precisa estar atento para apoiar países comprometidos com essas mesmas bandeiras, das quais também incluímos a liberdade religiosa.

E quando necessário, se opor veementemente a qualquer tipo de governo que promova perseguição religiosa, sobretudo aos cristãos. No vídeo de hoje, com a participação do assessor especial da Ministra Damares, o Dr. Marco Carvalho, entenderemos mais sobre o tema.

Direito Religioso é um canal formado por Thiago Rafael Vieira, Presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, pós-graduado em Direito do Estado pela UFRGS e Jean Marques Regina, 2º VP do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, ambos advogados, professores e escritores, com pós-graduação em Direito Constitucional e Liberdade Religiosa pelo Mackenzie, com estudos pela Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra e pós-graduandos em Teologia pela ULBRA.
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Halloween: ex-bruxo incentiva igrejas a não celebrar, mas evangelizar

John Ramirez foi considerado um bruxo de grande autoridade nos EUA, mas hoje é um evangelista. (Foto: CBN News)John Ramirez foi considerado um bruxo de grande autoridade nos EUA, mas hoje é um evangelista. (Foto: CBN News)

Com a chegada do Halloween, que é celebrado por muitos nesta quinta-feira (31), em diversas partes do mundo, algumas igrejas acabam aderindo ao costume ou realizam eventos “alternativos”, inspirados de alguma forma pela ocasião.

Por isso, quando se trata de celebrar o Halloween, há um crescente debate dentro da igreja sobre se há problema ou não dos cristãos celebrarem festividade ou não.

No episódio desta semana do programa da agência cristã de comunicação CBN News, ‘Prayer Link’, o ex-bruxo, que já foi considerado um ‘sumo sacerdote satânico’, John Ramirez, compartilhou algumas das coisas que ele praticou no Halloween, incluindo um casamento demoníaco.

“Sacrifícios de animais, rituais e muitas pessoas que eram adoradoras de demônios, médiuns, bruxos e bruxas vieram ao meu casamento porque eles foram capazes de canalizar demônios e principados através de seus corpos para batizar e ‘abençoar’ meu casamento”, explicou Ramirez.

O ex-satanista (que hoje se dedica a pregar o Evangelho) também refutou a ideia de que “não há mal nenhum em cristãos celebrarem o Halloween”.

“Como é que vamos estar em um lugar para saudar e honrar o diabo quando outubro é o mês da bruxaria? Eu vivi isso por 25 anos”, disse Ramirez. “Eu pratiquei isso por 25 anos. Então, você sai do seu lugar, mesmo sem nunca ter acendido uma vela, sacrificado animais, bebido sangue de animais… sem nunca ter se assentado com o diabo e vem me dizer que Halloween é bom? Eu acho que você vive uma ilusão como crente”.

Ramirez também se opõe a igrejas que celebram ‘eventos alternativos’ ao Halloween, incluindo festivais de colheita. Ele encoraja os cristãos a usarem o dia para se concentrarem no evangelismo e na oração.

“Se eu fosse o pastor de alguma dessas igrejas, faria algo para atrair as pessoas, faria talvez uma produção que atraísse pessoas, para mostrar o gráfico e a grosseria do lado sombrio do Halloween, depois mostrar a redenção de Jesus Cristo e então faria um apelo, um convite ao altar”, disse ele.

“Mas por que eu traria doces e abóboras para a igreja?”, ele acrescentou. “Você também pode dizer ao diabo para entrar e se juntar a você. É isso que você está fazendo. Você está convidando o diabo para sua igreja. Você está convidando o diabo para participar de sua congregação, seu rebanho, seus filhos”.

“Eu não me importo se você está vestindo seus filhos como Noé ou Abraão, você está mudando a identidade deles, porque é a corda que o liga ao inimigo que você está comemorando de alguma forma. Mas indiretamente você está comemorando algo que é tão demoníaco que não pode colocar um dedo nele”, explicou Ramirez.

Fonte: Guia-me com informações de CBN News
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Pastor Caio Fábio defende seu filho das acusações de que estaria pastoreando igreja gay

Em resposta curta e direta o pastor Caio Fábio D’Araújo Filho, que escreve todas as quartas-feiras para a sua coluna “Reflexão”, aqui no FolhaGospel, respondeu à nossa equipe sobre recentes boatos de que seu filho, Ciro D’Araújo, estaria pastoreando uma igreja gay.

A equipe do portal FolhaGospel entrou em contato com o pastor Caio Fábio, depois de recebermos alguns e-mails e lermos na Internet, inclusive em alguns sites evangélicos, notícias de que seu filho, Ciro D’Araújo, teria se tornado pastor de um igreja para homossexuais e que teria se declarado gay.

Na intenção de levar aos seu assinantes, a verdade, ou pelo menos, o fato, sem boatos, o portal FolhaGospel entrou em contato com o pastor Caio Fábio para saber a resposta do pastor sobre estes recentes boatos a respeito do seu filho.

A resposta do pastor Caio, que não quis se prolongar sobre o assunto foi a que segue abaixo:

“Ë mentira. Meu filho é músico, cantor de Ópera do Municipal, e regente de coral; e a única igreja que ele vai, é a Catedral do Rio, quando lá prego, ou aqui no Caminho, sempre que vem. E mais: tem pavor de “igreja gay”. Esta é a verdade. O mais vem do maligno.

Caio”

FolhaGospel.com