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Líder palestino afirma que judeus construirão Templo “para adorar o diabo”

Religioso cita profecia muçulmano do final dos tempos

por Jarbas Aragão – gospelprime –

Líder palestino afirma que judeus construirão Templo “para adorar o diabo” Líder diz que judeus construirão Templo “para adorar o diabo”

Um importante líder religioso palestino fez uma “denúncia” durante uma prédica de sexta-feira na mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém. Para os muçulmanos, este é o dia santo da semana e as palavras ditas nestas ocasiões tem uma força maior.

O shiek Khaled Al-Mughrabi deu uma pista sobre o real motivo por trás do que está sendo chamado de “terceira intifada”, o temor que os judeus recuperem o domínio do monte do templo.

Al-Mughrabi afirmou que o povo judeu “um dia” irá construir seu templo em Jerusalém, onde eles se reunirão “para adorar o diabo”. Para ele, esse é um sinal da chegada do fim dos tempos, que culminará no extermínio do povo judeu e o Islã se mantendo como a única religião mundial.

O material foi divulgado pela organização Palestinian Media Watch. Na prédica, que se assemelha aos sermões de pastores ou padres, ele declara: “Os filhos de Israel serão forçados – embora não admitam – a mudar seus planos e construir o templo no interior da estrutura da mesquita Al-Aqsa… Será um templo de heresia para adorar o diabo”.

“Por quê?”, questiona. “Porque o Al-Masih ad-Dajjal [Anticristo] não aparecerá antes que este templo seja construído e o diabo adorado lá. Seu discurso foi baseado em um hadith [ensinamento tradicional] do profeta Maomé. Ele citou o trecho que diz: “O Dia do Juízo não virá até que os muçulmanos combatam os judeus. Quando um judeu se esconder atrás de pedras ou árvores, as pedras e as árvores vão dizer: Ó muçulmanos, há um judeu atrás de mim, venha e mate-o”.

Esse sheik é conhecido pelos seus discursos odiosos contra Israel, a quem já acusou de usar sangue de crianças em rituais religiosos e de terem planejado os ataques de 11 de setembro de 2001 e culpado os muçulmanos. Al-Mughrabi foi preso pelo governo israelense em agosto, por incitação ao terrorismo. Este foi o primeiro sermão seu divulgado após ser solto no mês passado. Com informações Jerusalém Post e The Blaze

Assista:
httpv://www.youtube.com/watch?v=PJyuTQ9kNCY

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Qual a verdadeira religião?

Homens que em seus corações só tenham um sentimento; o amor, pois esta é a verdadeira religião.

por Josiel Dias

 

Qual a verdadeira religião?

Certa ocasião havia em uma cidade um homem que tinha um pequeno cachorro, chamado Rex. Ele era querido e muito lindo, só que ele tinha um grande defeito. Todos os dias ele ficava na calçada correndo e brincando de morder as pernas de todos que passassem pela calçada.

Aquele homem começou a ficar preocupado, pois mesmo brincando o seu cãozinho mordia e as pessoas não encaravam aquilo como brincadeira. Passaram os dias e Rex não perdia este costume agora ele cresceu e seu dono teve que tomar uma providencia radical.

Aquele homem decidiu que a partir daquele dia o seu cão não morderia mais ninguém, comprou uma focinheira e colocou em Rex. Que maravilha!! Rex não mordia mais ninguém, agora aqueles que tinha medo do Rex passavam e não se preocupavam mais com o ele. Que mudança! Exclama o carteiro.

Todos os dias, Rex se colocava em sua calçada, como de costume, mas não podia mas morder aquelas pernas, os seus olhos brilhavam , o seu rabinho balançava era grande o desejo pelas batatas das pernas ,mas algo lhe impedia de morder: a focinheira.

Amados, hoje em dia é muito comum você ouvir alguém dizer: há! não bebo, não fumo, não mato, pois minha religião não permite; chegam a comentar que não adultera também porque vai contra o que aprendeu.

Quanto mais o homem é religioso mais ele se afasta de Deus, embora seja um belo testemunho para quem vê e quem passa na calçada, contradiz com o desejo de seu coração.

A religião funciona como aquela focinheira em suas vidas, não mata, mas em seu coração ele diz: se eu pudesse, eu sumiria com esta pessoa… Não adultera, mas em seu coração se delicia com o desejo fazendo-o pecar.

Certa ocasião, um rapaz chegou até Jesus e lhes pergunta: Bom mestre o que farei para ter a vida eterna? Jesus lhe faz menção dos mandamentos se ele tinha conhecimento. E aquele rapaz responde a Jesus: sim tenho conhecimento e tenho praticado desde pequeno.(Mateus 19:16-21). Observe bem meus irmãos, Jesus estava diante de um religioso, que praticava, com conhecimento aqueles mandamentos. Mas veja o que acontece: Jesus então lhe diz: vai vende tudo o que tens e distribui com os pobres depois vem e segui-me.

Aquele jovem, baixa a cabeça e sai de fininho, pois era muito rico, mesmo sendo religioso ele fez que o desejo de seu coração pelos seus bens fosse, mas forte aponto de não seguir a Jesus, contrariando o primeiro mandamento Amarás o teu Deus sobre todas as coisas …. Preferindo amar seus bens.

Jesus hoje convida homens, disposto a servi-lo e obedece-lo, homens que não matem, não porque a religião não permita, mas por amor a Deus.

Que seus atos sejam totalmente ligados em obedecer a Deus de todo coração e alma, homens dispostos a renunciar seu ego seu eu, e seguir a seu Mestre andar em suas pisadas.

Homens que em seus corações só tenham um sentimento o amor, pois esta é a verdadeira religião.

Que Deus possa nos abençoar hoje e sempre. Amém!

Pb. Josiel Dias

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Rabino influente explica por que Deus criou ateus

“Eu os chamo de oposição leal de Sua Majestade”, provoca Jonathan Sacks

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Rabino influente explica por que Deus criou ateusRabino explica por que Deus criou ateus

Entre os muitos argumentos dos ateus para defender o fim das religiões é que elas seriam responsáveis pela maioria das guerras ao longo da história. Segundo Charles Phillips e Alan Axelrod, que fizeram o levantamento de mais de ​​1.800 conflitos em sua “Enciclopédia de Guerras”, menos de 10% delas envolviam religião. O documento “God and War” [Deus e a Guerra], produzido pela rede BBC afirma que questões religiosas foram determinantes em menos de 40% das guerras ao longo dos últimos 3.000 anos.

Enquanto o mundo assiste nos últimos anos aos horrores perpetuados pelos extremistas do Estado Islâmico em nome de Alá, os argumentos generalistas dos ateístas apenas se reforçam.

Jonathan Sacks é um influente rabino, que foi líder das Congregações Hebraicas Unidas dos países de fala inglesa por mais de duas décadas. Autor premiado de vários livros, afirma que possui um “profundo respeito” pelos não religiosos.

Em seu novo livro, Not in God’s Name [Não em nome de Deus], ele explica que os ateus desempenham um papel importante na luta contra os religiosos. “Eu os amo. Eu os chamo de oposição leal de Sua Majestade”, afirma rindo. Explica que os ateus podem fazer perguntas que servem para incomodar os seguidores de qualquer religião, fazendo-os refletir.

“Por que Deus inventou os ateus? Para impedir que líderes religiosos fiquem muito pretensiosos”, disse Sacks. “[Eles gostam de perguntar]: ‘Se Deus existe, por que há tanto sofrimento no mundo?’ Um ateu me disse que eu não conseguiria dormir à noite, pois essa é uma pergunta sem resposta. Mas a verdade é que você não precisa ser ateu para questionar isso, pois Abraão e Moisés também disseram isso”.

O estudioso da lei judaica afirma que depois de um século de muita dúvida e questionamentos (o 20), a reação no início do século 21 tem sido o oposto, marcada pelo ressurgimento do extremismo. Isso seria uma espécie de resposta a todos que apregoavam que a ciência iria eliminar a religião do planeta.

O rabino acredita que a tendência é uma acomodação, onde os líderes das três maiores religiões, procurarão trabalhar juntos. Cita como exemplo os esforços ecumênicos do Papa Francisco. Para ele, os ateus também ajudam os religiosos a lembrar o perigo que se corre quando um líder religioso recebe muito poder. Normalmente as consequências são desagradáveis. Com informações de Huffington Post e WSJ