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Simplesmente Viver – Salmos 24

Rev. Ângelo Medrado

Rev. Ângelo Medrado

‘Simplesmente viver: Salmo 24:1

Salmos 24

Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.

Porque ele a fundou sobre os mares, e a firmou sobre os rios.

Quem subirá ao monte do SENHOR, ou quem estará no seu lugar santo?

Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.

Este receberá a bênção do SENHOR e a justiça do Deus da sua salvação.

Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó Deus de Jacó. (Selá.)

Salmo 24:1 “A terra é de Deus, e Ele nos disponibilizou para usar e viver de forma simples.

Com compromisso com Suas Obras de Deus

-: Ter prazer em Deus e adorá-Lo

— Se arrepender das minhas, atitudes, pecados  à luz da Palavra de Deus 

— Seguir Seus ennsinamentos,

Viver simplesmente’ no mundo de Deus. Comportar-me de maneira diferente reexaminar e alterar os meus valores, escolhas e decisões sobre o meu estilo de vida.

· Pesquisar como tomar iniciativas concretas para viver de forma mais simples a cada três meses.

· Viver de forma mais simples,  e manter o Dia do descanço

. Ter cuidados com o mundo de Deus pertencendo à Ele, à minha igreja, o lugar onde Deus me colocou, e da minha família:

· Reconhecer que Deus me criou para pertencer a uma comunidade.

· Pertencer à uma igreja e ‘Viver simplesmente”

· Encontrar outros seguidores de Jesus Cristo”

· Pregar a mensagem da Salvação.

· Ter compromisso com  Deus e Sua mensagem salvaadora..

Veja:  Salmo 104:27 -30, Salmo 50:6, Marcos 16:15, Colossenses 1:23, Mateus 28:17-20, Habacuque 2:14 (2)  Salmo 24:1, Deuteronômio 10:14 (3) Colossenses 1:15-20, Hebreus 1:2-3 (4)

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Evangélicos se mobilizam para manifestação em defesa da fé em Brasília: ‘queremos impactar o Brasil com amor’

 

Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post

  Diversas polêmicas surgiram envolvendo evangélicos e outros grupos da sociedade, destacadamente os defensores da causa LGBT e opositores de Marco Feliciano, depois do deputado evangélico assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM). Em meio a diversos ataques, agressões e críticas apontadas na mídia contra os evangélicos, diversos líderes do setor iniciaram uma mobilização em prol da fé evangélica. O ato deve acontecer na próxima terça-feira, 26 de março, em Brasília na frente da Câmara dos Deputados.

  • manifestação

    (Foto: Blog/Gritos de Alerta)

    Bispo Roberto Torrecilhas convoca evangélicos a participarem de uma manifestação em defesa da fé em Brasília, na frente da Câmara dos Deputados, no dia 26 de março de 2013.

 

A convocação está sendo feita pelo Twitter pelo ministério Geração Graça e Paz, através do projeto Gritos de Alerta. O organizador do evento é o bispo Roberto Torrecilhas, disse em um email ao The Christian Post, que a fé cristã é alvo constante “de ataques por parte da esquerda brasileira”. Segundo ele, o objetivo é desestabilizar a fé evangélica. “Esses ataques orquestrados por pessoas que estão usando o movimento gay para nos atacar”, explicou o bispo Roberto ao CP.

“Nos chamam de violentos, mas mostre uma única vez onde um cristão praticante atacou ou foi violento contra um gay ou um afro descendente”, desafiou ele sobre o evento da próxima semana.

Roberto Torrecilhas falou ainda que os esquerdistas brasileiros querem trazer desunião para o povo evangélico. “A esquerda, sabedora que os cristãos evangélicos caminham para a maioridade, tenta trazer ao nosso meio essa desunião, impedindo nosso crescimento. Esse movimento que iniciamos, é para mostrar que a igreja de Jesus caminha unida, embora com diferentes correntes teológicas, nossa Bíblia é a palavra de Deus, e deve ser respeitada”.

"A poucos dias fomos atacados por falas oriundas de deputados, que chegaram ao ponto de chamar nossa Bíblia de mito, com textos alegóricos, bem como um dos líderes do movimento gay dizendo que se preciso for, pegaria em armas para colocar em prática suas ideologias de defesa", denunciou ele no email.

Torrecilhas não cita nomes. Entretanto, ele parece referir-se às declarações do deputado Jean Wyllys que chamou a Bíblia de “mito” e “texto alegórico”, como aparece em um vídeo divulgado pela Fórum Evangélico Nacional de Ação social e Política (FENASP) e a um líder do movimento gay que disse que se for preciso, pegará em armas para colocar em práticas suas ideologias de defesa.

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"Eu estou disposto a pegar em armas se preciso for, se se instalar uma teocracia no Brasil", disse Márcio Retamero durante o IX Seminário LGBT no Congresso Nacional.

“Isso é contra a fé cristã, e queremos com essa manifestação exigir do congresso nacional mais respeito, exigir nosso direito de liberdade religiosa, sem ser ofendidos e atacados por esses”, defendeu Roberto.

“Ficamos estarrecidos quando vimos um grupo de esquerdistas fazendo uma manifestação em frente às igrejas evangélicas, impedindo nosso direito de cultuarmos ao nosso Deus. O que fariam conosco se fizéssemos o mesmo em frente a um terreiro de umbanda ou em outro local de culto de outras religiões? Pode ter a certeza que partiriam para cima com violência, como fizeram contra cristãos em várias partes do Brasil”, disse sobre cultos que tiveram que ser cancelados no Brasil, após a eleição do deputado pastor Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

Segundo o organizador, a expectativa é de que dois mil cristãos e simpatizantes tenham adesão ao evento e participem. Roberto informou que o grupo será recebido no anexo IV da Câmara dos Deputados pelo presidente da comissão de legislação participativa, deputado Lincoln Portela (PR-MG).

“Queremos que a sociedade brasileira veja que a igreja cristã, não é a igreja pintada pelos grupos de esquerda como a igreja do ódio, queremos impactar o Brasil com amor. Somos chamados para viver a diferença, e essa diferença se mostra em nossas atitudes, onde, mesmo vivendo em um país com diversas culturas e credos, a igreja evangélica abraça a todos com amor. Devemos mostrar que podemos nos manifestar sendo respeitosos para com as demais culturas brasileiras, pois Jesus é a verdade, e somos chamados a viver essa verdade”, finalizou o bispo Roberto Torrecilhas.

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Pastor Marco Feliciano não cede a pressões e diz que não renuncia de maneira alguma

 

Feliciano se defende para a Rádio Estadão e diz representa 50 milhões de evangélicos e famílias com a mesma visão que ele.

Por Adoniran Peres | Correspondente do The Christian Post

Mesmo com a pressão dos parlamentares da oposição e do próprio partido político, o deputado federal Marco Feliciano (PSC) resiste em não renunciar a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Segundo entrevista para à Rádio Estadão nesta quinta-feira (21), o deputado e pastor Feliciano afirmou que não vai renunciar "de maneira alguma" a presidência da Comissão.

  • Comissão de Direitos Humanos

    (Foto: Divulgação/PSC)

    Comissão de Direitos Humanos presidida pelo deputado Pastor Marco Feliciano.

 

Para a Rádio Estadão, o deputado ressaltou ainda que representa mais de 50 milhões de evangélicos e grande número de famílias com a mesma visão que ele, minimizando os protestos dos quais tem sido alvo, no qual o acusam de citações homofóbicas ao defender sua posição religiosa.

Por outro lado, pesa contra o Feliciano a pressão dos parlamentares. Segundo o presidente da Câmara dosdeputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), será tomada uma decisão definitiva sobre a permanência dopastor Marco Feliciano, na presidência da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias), na próxima terça-feira (26). Na avaliação de Henrique o impasse em torno da eleição do deputado Feliciano tornou-se “insustentável”.

Em um ato contra a manutenção do deputado Feliciano (PSC) à frente da CDHM, dezenas de parlamentares criaram uma frente em defesa dos direitos humanos e pediram na quarta-feira (20) a saída de pastor do comando da comissão. No mesmo dia, quando houve sessão da CDHM, o pastor foi alvo de mais manifestações e teve que deixar o local após oito minutos.

Ainda no mesmo dia, com toda a pressão dos parlamentares, o deputado Feliciano já resistia e disse que não vai renunciar ao cargo. “O partido é soberano, mas eu não renuncio”, disse Feliciano.