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Katy Perry, filha de pastores evangélicos, revela que não podia ver ‘Os Smurfs’

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post
Katy Perry revelou recentemente que seus pais evangélicos estritos não lhe permitiam ver os Smurfs, programa da qual ela agora trabalha fazendo a dublage da Smurfette.
  • katy perry
    (Foto: Reuters)
    Cantora Katy Perry com a Smurfette a quem ela faz a dublagem na estreia de ‘Os Smurfs 2’ no teatro Regency Village, em Los Angeles, Califórnia. Domingo, 28 de julho de 2013.

“Eu cresci em uma casa bastante religiosa e, por isso, muitas coisas eram monitoradas. Algumas coisas eram permitidas mas Madonna foi sempre um taboo, assim como os Smurfs”, disse ele, segundo Metro Uk.

“Durante o crescimento, não houve nada de errado com os Smurfs, meus pais eram somente muito particulares quando se tratava de televisão. Mas eu acho que há muitos valores familiares incríveis para aprender desses tipos de filmes e especialmente desse.”

Katy Perry e seus pais passaram a ter uma relação difícil e turbulenta depois que ela mudou de uma cantora gospel para ser famosa como cantora secular.

Keith e Mary Hudson, que são pastores evangélicos da Igreja Church On the Rise, fizeram diversas críticas à cantora, principalmente quando suas músicas passaram a abordar o homossexualismo.

Katy Perry retratou o problema em um documentário chamado “Katy Perry: Part of Me”.

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Ela conta no filme sobre o questiomento à sua fé, sua ascenção para a fama e suas tribulações depois de sua separação do do comediante Russell Brand. Apesar de reclamar de seus pais por sua infância estrita, ela afirma que foi através disso que ela foi capaz de passar por todas as turbulências.

A cantora ainda disse em entrevistas anteriores que está aberta para a ideia de frequentar uma igreja e que Deus está dentro dela.

“Eu não vou para uma igreja em particular”, disse a cantora. “Eu estou aberta para a idea. É só que eu não pude ir nos últimos anos. Mas sabe de uma coisa? Deus ainda está dentro de mim e eu ainda falo com Ele todos os dias?”

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Silas Malafaia no programa Na Moral: ‘Lógico que eu vou defender o meu ponto de vista’

Ele vai discutir o Estado Laico junto com outras lideranças religiosas nesta quinta-feira (1º)

PorMaria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post

chamada do programa global, Na Moral, que começou a rodar na mídia a partir da terça-feira (30), está destacando a participação do pastor evangélico Silas Malafaia. Ele aparece no título, no subtítulo, no texto e no vídeo de divulgação, que apresenta parte dos bastidores da atração comandada por Pedro Bial.

  • Na Moral Silas Estado Laico
    (Foto: Divulgação/Na Moral)
    Bial promove debate sobre Estado Laico com líderes de diversas religiões.

O evangélico promete que a discussão será quente e esclarece “Uma das coisas mais importantes de um estado democrático de direito é o contraditório, é a discussão das ideias. E eu gosto muito desse negócio. Lógico que eu vou defender o meu ponto de vista: o estado é laico, mas não é laicista”. O pastor ainda complementou: “O estado é laico, mas o povo não é ateu. E você não pode tirar as crenças e os valores de uma pessoa no debate democrático”.

O encontro ainda terá a presença do babalorixá Ivanir dos Santos, do padre Jorjão e do presidente da maior associação de ateus do Brasil, Daniel Sotto-Mayor. Esse último defende “Vim aqui falar de laicidade, defender a separação entre religião e estado”, contrapondo assim, a posição de Silas.

“Momento como esse que cresce a intolerância no país, onde se tem se colocado contra a agenda de diversos segmentos, você ter uma conversa, um diálogo franco e aberto, isso contribui muito para a democracia brasileira”, acrescenta o babalorixá.

Nas primeiras semanas de julho, houve umapolêmica envolvendo a participação do pastor. Um boato surgiu com um texto publicado em um blog da revista Veja, deixando a entender que ele iria comparecer no dia 11 de julho, que discutiu o preço do corpo humano, para alavancar a audiência.

O esclarecimento veio por meio do Twitter de Malafaia, no sábado (13). Nessa ocasião, ele disse “Já estou nos estúdios da Globo para gravação do programa do Bial. Orem por mim para que eu seja boca de Deus”.

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Na manhã desta quarta-feira (31), o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo fala aos fiéis no microblog: “É amanhã que estarei no programa Na Moral com Pedro Bial. Não deixe de assistir”.

O programa é exibido, após a novela Saramandaia, por volta da meia-noite.

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Papa Francisco é exemplo de como será fácil a vinda do Falso Profeta, diz pastor evangélico

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O papa Francisco levantou os ânimos da fé dos católicos no Brasil em sua recente visita ao país. Em curto espaço de tempo, muitos se tornaram católicos fervorosos. Suas qualidades humanitárias cativaram a muitos, entretanto, deixaram alguns líderes evangélicos preocupados de que isso seja uma amostra de como será fácil para o “Falso Profeta” implantar uma falsa religião global.

  • repórter Gerson Camarotti papa
    (Foto: Reprodução/ TV Globo)
    Repórter Gerson Camarotti, da GloboNews, foi o primeiro jornalista no mundo a entrevistar papa Francisco em julho de 2013.

O teólogo e pastor Ciro Sanches Zibordi abordou o tema em uma de suas colunas, onde ele explica a importância do papa no âmbito humanitário e teológico.

Zibordi diz que passou a ter grande respeito pelo papa e o vê como um modelo de simplicidade e bondade no contexto humanitário. Mas alerta que no contexto teológico o assunto é diferente.

“Fazendo uma abordagem teológica – não confunda com análise teológica -, a visita do papa ao Brasil foi uma amostra de como será fácil para o Falso Profeta implantar uma falsa religião global, à luz de Apocalipse 13”, disse ele em seu blog.

Ciro Sanches observou que com a visita do papa, em poucos dias, “artistas famosos e jornalistas da grande mídia se transformaram em católicos fervorosos”.

E afirmou que até muitos evangélicos ignoraram ou relativizaram questões doutrinárias “inegociáveis” e passaram não só a admirar o papa, como também a achar que ele é a solução para o evangelicalismo em crise.

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Ciro relembrou que a Reforma Protestante iniciada por Martinho Lutero se deu no âmbito teológico por causa da deturpação das Escrituras.

“Os reformadores se opuseram aos desvios do Evangelho! Em outras palavras, eles protestaram contra o fato de a Igreja Católica Apostólica Romana não estar sendo fiel à sã doutrina apresentada nas Escrituras.”

“Segue-se que o autêntico cristianismo precisa de mudanças que transcendam a aparência de piedade. Deus espera, na verdade, que a eficácia desta não seja negada (2 Timóteo 3.1-5).”

O pastor acredita que mais do que a simplicidade e desapego a bens materiais, qualidades do papa Francisco, é preciso que haja um compromisso com a sã doutrina e com a adoração exclusiva ao Senhor Jesus.

“A cristocentricidade (ou a cristocentralidade) do Evangelho não admite o culto à personalidade (antropocentrismo ou antropolatria, em alguns casos), ora presente no meio evangélico.”

Além disso, diz ele, “o autêntico Evangelho também rejeita o culto a Maria (mariolatria), há séculos presente no catolicismo”.

“Portanto, supervalorizar os bons atributos do papa Francisco, em detrimento de verdades inegociáveis do Evangelho, é uma incoerência sem tamanho”, conclui.