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Maioria das pessoas acredita que fé é a resposta para problemas

59% dos entrevistados disseram que a religião é positiva

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Maioria das pessoas acredita que fé é a resposta para problemas
Maioria acredita que fé é a resposta para problemas

De acordo com um estudo recente do Instituto Gallup, a maioria dos norte-americanos acredita que a religião é a melhor resposta para seus problemas. A pesquisa mostra que 57% responderam que sim. Em contraste, 30% dos entrevistados acreditam que a religião é algo “em grande parte, antiquado ou desatualizado.”

Embora ainda tenha um aspecto positivo, as estatísticas mostram que a credibilidade da religião continua em declínio nos últimos anos. Em 2000, 68% das pessoas afirmavam que a religião poderia responder a problemas; em 1958, uma esmagadora maioria de 82% dizia concordar com essa ideia. Ao mesmo tempo, o percentual de quem acredita que a religião é antiquada aumentou no mesmo período, passando de 19% em 2000 para os 30% de hoje.

Como era esperado, os entrevistados que afirmaram frequentar regularmente a igreja são mais propensos a ver na religião a resposta para os problemas da vida (84%). A pesquisa do Gallup também indica que idosos, mulheres e com “perfil conservador” dão mais valor à religião. Apenas 11% deles afirmam que religião é algo antiquado.

De acordo com uma pesquisa realizada em 65 países pela WIN Internacional, envolvendo 66.806 pessoas, a religião continua sendo importante para a maioria das pessoas.

O material divulgado mostra que 59% dos entrevistados disseram que a religião é positiva, enquanto 22% consideram negativa e 14% acreditam que é “neutra”, ou seja, não faz nenhuma diferença.

O estudo feito em 2013, revela que, de modo geral, os cristãos protestantes (ou evangélicos) são mais otimistas, com 72% afirmando ser positiva a influência. Os hindus sãos os mais pessimistas, com apenas 55% dizendo crer nisso.

A religião é bem vista pela grande maioria das pessoas do Brasil, com quase 80% de aprovação.

Os maiores contrastes foram na África (76% positivo X 11% negativo), no Oriente Médio e Norte da África (71% X 21%) e nas Américas (68% X 14%). A diferença diminuiu na Ásia (60% X 23%) e Leste Europeu (54% X 21%). A Europa Ocidental aparece por último, sendo a região onde a religião recebe críticas mais duras (36% positivo, 32% negativo e 26% neutra). Com informações Christian Headlines

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Pai de Neymar fala que Deus fará milagre na vida do filho

Em seus momentos difíceis, o atacante da Seleção Brasileira recebe apoio de pastor

por Jarbas Aragão

  • gospelprime

 

Pai de Neymar fala que Deus fará milagre na vida do filho
Pai de Neymar fala que Deus fará milagre na vida do filho

O grande assunto da mídia nos últimos dois dias foi a lesão de Neymar, causada por uma joelhada do jogador colombiano Zuñiga. A imagem do camisa 10 do Brasil caído no gramado foi divulgado pela imprensa de todo o mundo.

Mas engana-se quem acredita que a Copa acabou para ele. Pelo menos é o que pensa seu pai. “Seu” Neymar escreveu uma mensagem para o filho no Facebook, onde afirma:  “Estou hoje através de uma rede social falando com você porque vi uma nação e o mundo te devolvendo o carinho e apoio e orando para que seu sorriso e alegria volte o mais rápido possível. Agora vamos novamente como sempre erguer a cabeça, clamar a Deus e esquecer quem nos criticou ou nos fez mal e como você mesmo fala “Vida Que Segue” e “Tudo Passa”, porque Deus opera milagres em sua vida e vai te renovar como uma flecha. Confie em Deus e de alguma forma teu sonho se realizará! Bóra (sic) pra final! Te amo!”.

Aparentemente, ele acredita que o atleta possa estar em campo no Maracanã na decisão, dia 13. A fé da família de Neymar é conhecida. Evangélicos, frequentam uma igreja batista há muitos anos e o próprio jogador já falou sobre isso várias vezes. Curiosamente, chegou a tatuar a palavra “fé” no braço antes do Mundial.

Quem também falou sobre fé e o incidente durante o programa Caldeirão do Huck deste sábado (5), foi a cantora Claudia Leitte. Ela foi categórica: “Foi muito triste, tô até agora com a cara inchada. Eu acompanhei de perto a preparação dele, foi uma coisa terrível. Mas Deus livrou Neymar de algo pior”. No mesmo programa, a atriz Juliana Paes mandou uma mensagem para o craque:  “Deus sabe o que faz, nada é por acaso nessa vida”

A lesão ocorrida nas quartas de final, segundo os médicos o deixará sem condições de atuar por várias semanas. Segundo eles, não há como se recuperar a tempo.  O próprio Neymar Júnior parece resignado. Em um vídeo divulgado hoje pela CBF, o jogador aparece com cara de choro agradecendo todo o apoio recebido. Afirmou “Meu sonho ainda não acabou”. Sem prometer estar em campo, avisou apenas que confia na vitória de seus companheiros em campo.  Com mais de 800 mil visualizações apenas no Youtube, o vídeo foi compartilhado milhares de vezes nas redes sociais ao longo do dia.

Em várias ocasiões a família comentou que ele ora sempre antes dos jogos e pede apoio para seu pastor nos momentos de dificuldade.  No início da Copa, o pastor Newton Lobato, da Igreja Batista Peniel, que batizou Neymar em 2008, contou que constantemente faz contato com ele e o aconselha através do celular. Tempos atrás o site evangélico espanhol “Protestante Digital”, fez uma entrevista com Lobato que contou ter dado uma palavra profética ao jogador quando ele ainda era criança. Na ocasião, anunciou diante da igreja que Neymar seria um instrumento de Deus e um jogador importante no mundo do futebol.

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Ignorância bíblica chegou a um ponto crítico nos EUA, afirma o especialista em Bíblia

Kenneth Berding diz que seus alunos exibiam pouco conhecimento, mas hoje chega ao inaceitável

PorLillian Kwon | Christian Post Reporter tradutor Alexandre Correia

Pelos últimos 15 anos em que Kenneth Berding tem ensinado o Novo Testamento, ele admite que seus alunos sempre tiveram pouco conhecimento sobre a Bíblia. Mas hoje, diz ele, o analfabetismo bíblico chegou a um ponto crítico.

  • Bíblia
    (Foto: Stock.xchng)
    Bíblia é o texto religioso de valor sagrado para o Cristianismo.

“Toda a pesquisa indica que a aptidão bíblica na América está no mínimo histórico”, disse Berding, professor de Novo Testamento na Biola’s Talbot School of Theology, ao The Christian Post. “Minha própria experiência com calouros da faculdade de teologia nos últimos 15 anos, me faz pensar que, apesar dos estudantes de há 15 anos saberem muito pouco sobre a Bíblia ao entrar minhas aulas, os estudantes de hoje sabem ainda menos”.

Em um artigo, intitulado “A Crise da ignorância bíblica e o que o que podemos fazer sobre isso”, para a revista da Universidade Biola, Berding descreveu o problema como se fosse uma estiagem. E ele não está sendo excessivamente alarmista, afirmou.

“Os cristãos costumavam ser conhecidos como ‘o povo de um livro só’. Nós o memorizávamos, meditávamos sobre ele, conversávamos sobre ele e ensinávamos aos outros”, escreveu ele. “Nós não fazemos mais isso, e em um sentido muito real, nós estamos nos matando de inanição”.

“Se eu pareço alarmista, eu não estou sozinho. Nesses tempos, muitos de nós sequer sabemos fatos básicos sobre a Bíblia”.

De acordo com o relatório de 2014 “The State of the Bible” elaborado pelo Grupo Barna em conjunto com a American Bible Society, a maioria dos adultos norte-americanos (81 por cento) disseram que se consideram altamente, com pouco conhecimento ou conhecimento moderado sobre a Bíblia. No entanto, menos da metade (43 por cento) foram capazes de nomear os cinco primeiros livros da Bíblia. As estatísticas são semelhantes ao relatório anterior de 2013, que também mostrou que apenas metade sabia que João Batista não era um dos 12 apóstolos.

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Em sua própria experiência, um estudante, Berding lembrou, não sabia que o Saul do Novo Testamento era diferente do rei Saul no Velho Testamento. Outro estudante pensou figura do Antigo Testamento Josué era filho de uma “freira”, sem saber que “Num” era na verdade o nome do pai do personagem bíblico (nota do tradutor: Nun em inglês é freira).

O que está contribuindo para o declínio no conhecimento bíblico é a forma como os americanos veem a Bíblia, Berding acredita.

“Muitos americanos não creem na autoridade da Bíblia, isto é, eles não consideram que a Bíblia tem um chamado para as suas vidas”, lamentou. “Eles podem até cogitar que a Bíblia é importante de uma maneira genérica, mas isso está muito longe de acreditar que Deus comunicou Sua vontade através deste livro e, portanto, estão comprometendo suas ações”.

Essa pesquisa da Bíblia de 2014 constatou que, embora a maioria das pessoas possuem uma Bíblia, pouco mais de um terço (37 por cento) dos americanos lê o livro sagrado, uma vez por semana ou mais. Mais de um quarto (26 por cento) dos norte-americanos nunca leu a Bíblia.

A Bíblia é fundamental para a vida cristã, Berding reforçou, e é através deste livro que a mensagem do Evangelho – “a morte e a ressurreição de Jesus Cristo é a solução para quebrados e necessitados pecadores” – é revelada.

Assim, quando os cristãos estão desinteressados ou apenas levemente envolvidos com a Palavra de Deus, eles estão pecando, Berding declarou sem rodeios.

“Tiago, o meio-irmão de Jesus e líder da igreja em Jerusalém no primeiro século, colocou desta forma ‘Pensem nisto, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado’, (Tiago 4:17)”, o professor Califórnia explicou. “Negligenciar a ler o mais precioso de todos os livros, a revelação de Deus para nós na Bíblia, é pecado”.

Os cristãos devem ler a Bíblia e lê-la com tanta frequência, que eles a conheçam bem o suficiente para pensar nela durante o dia todo, frisou.

“Eu não acredito que a maioria dos americanos percebe que seu pouco (ou nenhum) engajamento com a Bíblia é sério”, disse Berding, cujas preocupações são definidas no livro Bible Revival: Recommitting Ourseves to One Book (Reavivamento Bíblico: renovando nosso compromisso com o único livro – em tradução livre).

“Parte disso é porque eles têm respirado nas premissas pós-modernas que desconfiam de metanarrativas”.

Outras razões que contribuem para o declínio no conhecimento bíblico, listadas por ele, incluem: autossuficiência (não acreditando que não deve haver nenhuma autoridade fora de si); distrações, como redes sociais, mensagens de texto e de entretenimento; excesso de confiança injustificada (no sentido de que sabemos muito sobre a Bíblia, porque nós crescemos indo à igreja); e ser “muito ocupado”.

“Nós temos sido de certa forma hipnotizados a acreditar que não é muito importante que precisamos criar um tempo para se dedicar a ler e aprender a Bíblia”, acrescentou.

Berding teme que, embora o movimento cristão dos EUA possa parecer forte, especialmente para alguém no exterior, sua fundação está se desintegrando, em grande parte por causa da falta de engajamento e submissão à Bíblia.

“O prédio não desabou ainda, mas o próximo vento forte pode fazer o trabalho”.