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Deputado evangélico Marco Feliciano enfrenta gay Jean Wyllys e quer debate

 

 

O pastor Marco Feliciano quer conversar para dar fim a confusão entre evangélicos e homossexuais que tem ganhado destaque nos pronunciamentos da Casa.

Os primeiros pronunciamentos dos deputados federais empossados em fevereiro deste ano já mostraram que a pauta deste mandato será voltada para a discussão sobre os direitos civis aos homossexuais. De um lado a bancada evangélica juntamente com a Frente da Família tenta impedir que projetos como a PLC 122 sejam aprovados e do outro lado o deputado Jean Wyllys, o primeiro parlamentar homossexual assumido, juntamente com outras frentes tentam apoiar entre outras coisas o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O clima esquentou quando a frente evangélica tentou impedir que os parceiros homossexuais fossem colocados como dependentes no Imposto de Renda. Para debater essa afronta, Jean Wilis disse que pedirá para que todas as igrejas evangélicas prestem contas publicamente daquilo que arrecadam.

Assim que foi noticiado esse desejo do parlamentar, o deputado federal e pastor Marco Feliciano usou seu pronunciamento para mandar um recado ao colega e chamá-lo para um debate “sem preconceito”.

“Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções,(…) aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas”, disse o líder do Ministério Tempo de Avivamento.

Feliciano lembrou aos deputados presentes na sessão que muitas igrejas desenvolvem trabalhos sociais relevantes, tirando drogados das ruas e amparando órfãos e idosos. Lembrou também que muitas vezes as despesas dessas instituições superam, e em muito, as receitas.

O pastor disse que não quer desentendimentos, mas quer dar voz aos seus eleitores. “Não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz”.

Encerrando, o pastor Marco Feliciano convida o parlamentar para uma conversa. “Graças a Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum.”

Data: 21/3/2011 08:05:51
Fonte: FG News

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Supremo Tribunal da Inglaterra decide que cristãos podem dar sua aprovação ao sexo homossexual

 

Christine Dhanagom

LONDRES, Inglaterra, 8 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois da decisão do Supremo Tribunal de Londres da semana passada decidindo que um casal cristão pode ser proibido de cuidar de órfãos devido à sua indisposição de apoiar o estilo de vida homossexual, alguns comentaristas estão apontando para o fato de que a decisão equivale a um veredicto sobre o que é e não é a autêntica doutrina cristã.

A decisão do tribunal concluiu que Eunice e Owen Johns não haviam sido vítimas de discriminação religiosa quando a municipalidade de Derby rejeitou sua inscrição de pais adotivos, com base na alegada incapacidade do casal cristão de “promover a diversidade”.

Apesar da declaração do casal numa conversa com uma assistente social de que as convicções deles com relação à homossexualidade “têm como base suas convicções e opiniões religiosas”, tanto a Comissão de Pais Adotivos quanto o Supremo Tribunal tentaram separar a religião do casal de suas opiniões a favor do casamento tradicional a fim de evitar acusações de discriminação religiosa.

De acordo com a decisão do tribunal, numa reunião da Comissão de Pais Adotivos de 2007 que estava considerando a inscrição do casal, a Comissão expressou preocupação de que sua decisão pareceria discriminatória contra o casal cristão com base religiosa.

A Comissão escreveu: “A secretaria precisa tomar cuidado para não parecer estar cometendo discriminação contra eles com base religiosa. A questão não foi provocada simplesmente por causa da religião deles, pois há pessoas homofóbicas que não são cristãs”.

Em sua análise da ação da municipalidade defendendo suas ações, o tribunal comentou: “o acusado [a municipalidade] diz que tem aprovado pais adotivos que são cristãos muito firmes que têm convicções ortodoxas… e pais adotivos muçulmanos devotos que semelhantemente são leais à sua religião, mas que em ambos os exemplos são capazes de valorizar a diversidade apesar de suas profundas convicções religiosas”.

Recusando anular a decisão da municipalidade, o tribunal concordou que a decisão não era discriminação porque era baseada no fato de que o casal cristão desaprova a homossexualidade, não por causa do fato de que sua religião cristã desaprova a homossexualidade.

De acordo com a autoridade judicial mais elevada do Reino Unido, então essas duas coisas são evidentemente separáveis em princípio.

David Cameron, primeiro-ministro britânico, também deu sua sugestão com sua própria interpretação do Cristianismo, que apoia a diferença que o tribunal fez. De acordo com uma reportagem de terça-feira no jornalDerby Telegraph, quando lhe perguntaram se o Cristianismo é incompatível com a aceitação da homossexualidade, o sr. Cameron respondeu: “Penso que os cristãos têm de ser tolerantes, acolhedores e liberais”.

Em resposta a esses dois acontecimentos, um popular blogueiro conservador do Reino Unido, que escreve sob o pseudônimo de “Arcebispo Cranmer”, escreveu na terça-feira passada: “Ontem, o Supremo Tribunal varreu para o lixo 2.000 anos de ortodoxia e tradição cristã ao divorciar a ética sexual do Cristianismo… É uma manifesta falsidade os juízes do Supremo Tribunal afirmarem que as convicções morais que um cristão tem sobre sexo nada têm a ver com sua fé cristã”.

“Cranmer” assemelhou a decisão a um veredicto de 2009 dado pelo Supremo Tribunal da Inglaterra contra uma escola de judeus ortodoxos. A escola havia proibido a entrada de um estudante potencial cuja mãe era uma mulher convertida ao judaísmo na base de que o estudante não era etnicamente semítico; daí, não era judeu.

A decisão do tribunal de que a escola poderia ser condenada por discriminação racial foi apoiada por seitas judaicas mais progressistas, que creem, diferente dos ortodoxos, que o judaísmo não tem conexões inerentes à identidade étnica.

Contudo, a decisão foi criticada por líderes judeus e especialistas legais como estabelecendo um perigoso precedente ao permitir que o tribunal dite para judeus ortodoxos o que é e o que não é parte integral da religião deles.

Agora, alguns estão questionando se a decisão da segunda-feira passada estabeleceu um precedente semelhante para o Cristianismo.

Numa análise do caso, Robert Pigott, correspondente de assuntos religiosos do noticiário BBC News, pareceu ecoar essa preocupação: “O tribunal fez diferença entre tipos de Cristianismo, dizendo que os cristãos em geral podem muito bem ser bons pais adotivos, enquanto pessoas com opiniões cristãs tradicionais como Eunice e Owen Johns não podem”.

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“Conservador gay” é uma contradição

 

Star Parker

CPAC, a Conferência da Ação Política Conservadora há muito tempo é uma acontecimento anual para mim. Mas este ano eu concluí que ela não era meu lugar e declinei de participar nos vários locais do evento para o qual fui convidada.

Sim, a razão pela qual eu declinei foi a inclusão do GOProud, um grupo que se identifica como representante dos "conservadores gays e seus aliados", como patrocinador do evento.

E é a razão pela qual algumas das mais importantes organizações conservadoras do país — a Heritage Foundation, o Family Research Council, o Media Research Center e a National Organization for Marriage — não participaram.

O fundador e presidente do GOProud acabou com qualquer dúvida de minha parte de que não participar era a decisão correta ao desmerecer estes grupos como sendo "perdedores", "palhaços" e "não-relevantes."

Eu, é claro, tenho sido acusada de ser pior do que uma palhaça. O bombardeio normalmente vem da esquerda. Mas esta é a primeira vez que ouço este tipo de coisa vindo de um grupo que posa de "conservador."

Eu me tornei conservadora na igreja. Eu achava que estava muito bem em minha antiga vida — enganando o sistema previdenciário, indo à praia, relaxando em minha banheira morna subsidiada pela previdência, tratando o sexo como um hobby e o aborto como controle de natalidade.

Em nossa cultura de hoje, que vê a prosperidade material como o barômetro máximo do sucesso, a verdade infelizmente está se perdendo. Se não há nada além do que está diante de nossos olhos neste mundo, o que isto importa?

Quando eu entendi como a cultura de materialismo do Estado previdenciário estava destruindo não só minha vida, mas todos os negros dos EUA, acabou-se a linha divisória em minha mente entre "questões sociais" e "questões econômicas." A única linha divisória que eu vi foi entre o certo e o errado, o bem e o mal.

O conceito de "conservador gay" é uma contradição.

"Gay" é tudo o que "conservador" não é.

Os fundamentos da visão de mundo que os assim chamados "conservadores gays" endossam têm muito mais em comum com o liberalismo/esquerdismo do que com o conservadorismo.

É uma visão de mundo antropocêntria ao invés de teocêntrica. É uma visão de mundo que rejeita verdades eternas passadas adiante desde o começo dos tempos. Embora a visão de mundo que os "conservadores gays" inventam possa divergir da visão de mundo dos esquerdistas, sua base comum é que eles inventam ambas.

E é aqui que os "conservadores gays" e os "liberais/esquerdistas" se distinguem dos conservadores.

Os conservadores acreditam que há verdades eternas e objetivas, produtos, não de alguma mente humana, mas transmitidos através das gerações. Cultura não é como TVs de alta definição ou iPhones, em que o modelo mais novo é o melhor.

Essas verdades eternas dão a luz em meio à neblina que impede que nos choquemos contra as praias rochosas aonde nossos baixos instintos nos conduzem.

"Gay" é liberal/esquerdista e não conservador, independente de qual possa ser a posição deles a respeito dos gastos do governo ou dos impostos.

Isso porque, como todos os liberais/esquerdistas, eles usam a língua para criar a realidade ao invés de considerarem que as palavras têm um significado que reflete a realidade.

Assim, eles reinventaram a palavra "gay," reinventaram a palavra "casamento" e agora querem reinventar a palavra "conservador."

Por fim, reinventaremos a palavra "liberdade" e poremos o selo final de aprovação na idéia de que uma sociedade livre, ao invés de ser o caminho para a verdade, é o caminho para a ausência de sentido.

O que os indivíduos escolhem em privado e pelo qual eles possuem responsabilidade pessoal é diferente do que sancionamos publicamente, pelo qual todos nós devemos nos responsabilizar.

Um governo neutro em relação a valores é impossível. A batalha central de nosso século se refere a valores e como entendemos a liberdade. É uma batalha por nosso próprio espírito. E, como pudemos ver pela CPAC, não é uma luta só entre democratas e republicanos.

Leia também: O "direito" dos gays é uma injustiça com as crianças — de Roger Scruton.

Original: "Conservative gay is an oxymoron"

Tradução: Dextra

Divulgação: www.juliosevero.com