Categorias
Cultos

Pastor é baleado e morre em assalto em São Gonçalo; um suspeito foi preso e outro fugiu

Pastor tinha 47 anos e foi morto em São Gonçalo Foto: Reprodução das redes sociais
Diego Amorim
Via Extra

Um assalto em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, terminou com a morte do pastor Nelsinei Badini Alvim, de 47 anos, na noite desta terça-feira. Ele estava a caminho de casa, no bairro Amendoeira, quando foi baleado por dois bandidos que praticavam assaltos na Rua Raul Veiga. A vítima chegou a ser levada para o Hospital estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, mas não resistiu aos ferimentos.

O pastor deu entrada na unidade de saúde por volta de 21h50m. Segundo fontes do Hospital Alberto Torres, os médicos tentaram vários procedimentos mas não conseguiram salvar a vida de Nelsinei.

De acordo com a Polícia Militar, equipes do 7º BPM (Alcântara) foram até a região. No local, os militares avistaram um marginal atirando contra um motorista que descia do carro. “Assim que avistaram os policiais, um criminoso tentou fugir com o automóvel roubado e o outro pulou um muro de uma casa e fugiu”, diz a nota enviada pela PM.

Ainda segundo a corporação, houve perseguição e o criminoso que estava no carro acabou colidindo com outro veículo e levado à Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).

Nas redes sociais, amigos lamentam a morte do pastor: “Nossas condolências a familia e igreja, que o Deus Espírito Santo console todos nós”, diz uma das mensagens. Outro internauta questiona mais um caso de violência registrado no município: “Meus sentimentos à família, aos amigos. Que Deus venha trazer o consolo. Mas onde vamos parar? Autoridades, cadê vocês?”, afirma a publicação.

Categorias
Cultos

“Sexo oral não é pecado”, ensina John Piper

1 Coríntios 7: 3. O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. 4. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. 5. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.

O religioso esclarece que a prática deve ser apenas para casados

John Piper. (Foto: Reprodução)

O pastor John Piper, um dos teólogos reformados mais conhecidos da atualidade, foi questionado se sexo oral é pecado. A resposta foi dada através do podcast do líder religioso norte-americano.

Antes de responder ao ouvinte, Piper deixou claro que responderia a questão apenas para casados, por considerar que o sexo fora do casamento é errado em qualquer circunstância.

Para casais, ele numera quatro pontos que poderiam tornar o sexo oral errado:

  1. seria errado se fosse proibido na Bíblia.
  2. seria errado se não fosse natural.
  3. seria errado se causasse danos à saúde.
  4. seria errado se fosse cruel.

Ao separar cada uma dessas quatro questões, Piper deixou claro sua posição que não é errado que casais casados pratiquem sexo oral.

“Número 1, eu não acredito que o sexo oral seja explicitamente proibido em e qualquer mandamento bíblico. Se for proibido pela Bíblia, terá que ser com base em algum princípio, não com base em um mandamento explícito”, analisa.

Piper então vai para a questão seguinte: “Número 2, é uma prática que não é natural? Essa é complicada. As genitálias masculina e feminina são tão claramente feitas uma para a outra que há uma adequação ou beleza natural. E o sexo oral? Talvez isso faça você pular à conclusão de que não é natural. Mas eu não sou tão rápido para chegar nessa conclusão por causa do que Provérbios e Cantares de Salomão dizem sobre os seios de uma esposa”.

Piper lembra que Salomão falava sobre os seios de sua esposa, citando carícias e comparando-os com uva. “Bem… Embora não exista muita correlação anatômica entre as mãos ou os lábios de um homem e os seios de sua esposa, realmente parece ser ‘natural’ em outro sentido, a saber, no prazer e desejo inerente que Deus, em sua Palavra, parece recomendar para o nosso deleite no casamento”, continua.

Na questão de número 3, sobre causar danos à saúde. O pastor mostra que a menos que o marido ou a esposa tenham DSTs, não há nenhum prejuízo com a prática. “Então, o casal precisa ser muito honesto e cuidadoso, não assumindo riscos que carecem de amor”.

Sobre o número quatro, se o sexo oral é cruel, o religioso diz: “É insensível? Eu acho que esse é o ponto mais sensível da questão e é o ponto que causa mais impacto. Você pressionará o seu cônjuge a fazer sexo oral se ele ou ela achar desagradável? Se você fizer isso, estará sendo insensível. É pecado ser insensível. Efésios 4:32”.

Ele também cita 1 Coríntios 7:4 que diz: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher”, lembrando que o contexto dessa passagem é sobre sexo.

“Então, na prática, o que isso significa? Bem, significa que tanto o marido quanto a mulher podem dizer um ao outro: ‘Eu gostaria de ____.’ E os dois têm o direito de dizer: ‘Eu não gostaria de ____.’ E em um bom casamento, em um casamento biblicamente belo, um busca ser mais benigno do que o outro. Então, esses são os princípios que eu acredito que devem servir de parâmetro para o casal cristão nessa questão do sexo oral.”

Categorias
Cultos

“Traficantes evangélicos”: a falta de escrúpulos da revista Época

Folheto da Globo não consegue mais disfarçar seu preconceito religioso

Logo da Revista Época. (Foto: Reprodução)

Quem trabalha com sites de notícias sabe muito bem que, dependendo da manchete que se coloca, o “clique” é maior. Ou seja, alcança-se um público maior com uma chamada que desperta uma curiosidade maior do leitor. Isso é até cabível, mas há de se respeitar limites.

Não se pode, em nome da necessidade de um alcance maior, induzir o leitor a pensar de uma forma que nem o conteúdo da matéria visa incutir na sua mentalidade. Se eu chamo uma matéria de “Como a expansão de uma facção de traficantes evangélicos (…)”, não importa mais o que eu diga, estou inconscientemente trabalhando para que muitos leitores acreditem que é possível cometer crimes na sociedade e ainda carregar o nome do Evangelho consigo.

E isto não é um erro; é uma postura típica de quem adere ao jornalismo mau caráter, que é capaz de deixar muita coisa nas entrelinhas e se esconder na liberdade de expressão, que é um direito constitucional.

Você lê a matéria da Revista Época, que traz a narrativa histórica do traficante carioca conhecido como “Noventinha”, e percebe que eles fazem distinção do que é o verdadeiro evangélico – o que crê e vive segundo os padrões e valores do evangelho – para este fenômeno absurdo que são os fora da lei que instrumentalizam a fé para “santificar” suas práticas de violência e de estabelecimento de um poder paralelo no estado do Rio.

No entanto, isso é perceptível para todo aquele que vai pela “chamada” da matéria, que no caso é a grande maioria dos usuários da internet?

É aí que vemos o nível de irresponsabilidade (para não dizer outra coisa) destes jornalistas que são extremamente intolerantes e preconceituosos com a fé evangélica. Eles não possuem um pingo de pudor quando fazem uma abordagem como essa. Não se importam se uma manchete pervertida como esta pode causar uma onda ainda maior de preconceito e ódio a evangélicos que buscam viver bem distantes da prática criminosa.

Bem sabemos que nem todo o que se diz evangélico é santo – basta ver Eduardo Cunha ou a líder do PT, a “equilibrada” Gleisi Hoffmann –; porém, o que temos de considerar é que a suposta parte nunca pode definir o todo. Evangélicos perdem o direito de se afirmarem evangélicos quando eles buscam viver na prática do pecado, o que muitas vezes se configura em crimes no nosso código penal.

Evangélico, no sentido da própria etimologia, é quem de fato se esforça para manter distância da violência, da ganância, do ódio e do preconceito contra outras religiões.

A luta pela liberdade religiosa no Ocidente tem origem no movimento da Reforma Protestante. Somos os primeiros a defender o Estado Laico e as liberdades individuais, e isso com a prerrogativa de quem efetivamente têm lutado por democracia e liberdade há séculos.

A revista Época mais uma vez presta um desserviço à população com a publicação de uma matéria que visa, no seu âmago, denegrir a imagem de uma ala da sociedade que vem incomodando muitos da “desconstrução”; estes que, em nome de uma pseudo tolerância, buscam estabelecer uma maneira hegemônica de pensar que é antiDeus, odeia a configuração familiar natural e é essencialmente ressentida porque os valores cristãos permanecem fundamentando a sociedade brasileira, ainda que eles não queiram aceitar este fato.

Casado com Ana Talita, seminarista e colunista no site Gospel Prime. É pregador do evangelho, palestrante para família e casais, compositor, escritor, músico, serve no ministério dos adolescentes e dos homens da Betânia Igreja Batista (Sulacap – RJ) e no ministério paraeclesiástico chamado Entre Jovens. Em 2016, publicou um livro intitulado “Aos maridos: princípios do casamento para quem deseja ouvir”.

PUBLICIDADE