Categorias
Noticias

Israel instalará escudo antiaéreo após ataque palestino

25/03/2011 – 21h37

DA REUTERS, EM JERUSALÉM

O governo de Israel apresentou planos para implantar um sistema de interceptação de foguetes devido ao aumento nos disparos feitos a partir da faixa de Gaza, território controlado pelo grupo islâmico Hamas, afirmou o comando do Exército israelense nesta sexta-feira.

O país desenvolveu um sistema em que mísseis guiados por radar explodem mísseis de pequeno e médio alcance depois da guerra de 2006 contra o Hizbollah no Líbano, quando foguetes atingiram suas cidades no norte.

A instalação do sistema foi inicialmente adiada devido aos debates em torno do elevado custo, mas o governo reconsiderou seus planos após os ataques palestinos nesta semana, que mataram uma israelense.

O Exército israelense disse em comunicado que seu chefe de gabinete, o tenente-general Benny Ganz, "ordenou, de acordo com as diretrizes do governo, a instalação do sistema no sul de Israel nos próximos dias."

"A decisão de acelerar a instalação do sistema foi tomada à luz dos recentes acontecimentos no sul de Israel e segundo avaliações de segurança", disse o comunicado.

O sistema "Cúpula de Ferro" pode abater foguetes com alcance de 5 a 70 quilômetros. Outros sistemas estão sendo desenvolvidos para interceptar mísseis a uma distância mais longa.

O custo de cada interceptor é estimado entre US$ 10 mil e US$ 50 mil.

O ministro da Defesa, Ehud Barak, disse na sexta-feira, durante visita a uma base aérea no sul, que deve levar alguns meses para instalar o sistema por completo, e reiterou a posição israelense de que o país responderá a qualquer ataque de Gaza.

Na sexta-feira, não foram registrados lançamentos de foguetes, mas 77 foram disparados na última semana.

Israel matou cinco militantes palestinos nesta semana e outros quatro civis, três deles crianças, em bombardeios aéreos que, segundo o governo, foram uma resposta ao lançamento de foguetes dos militantes.

O Hamas afirmou que seus foguetes e morteiros são uma retaliação aos ataques aéreos de Israel.

Categorias
Artigos Israel

Os judeus, os cristãos e a pedra de tropeço

 israelJ. Lee Grady

Embora seja certeza que temos um chamado para amar e proteger Israel, não podemos nos retrair da responsabilidade de compartilhar Jesus ao povo judeu.

Enquanto os foguetes do Hezbolá estão caindo sobre o norte de Israel e o presidente do Irã está prometendo varrer o Estado judeu do mapa, os líderes israelenses estão surpresos de saber que os evangélicos dos Estados Unidos são seus melhores amigos. Estamos expressando solidariedade à nação de Israel como nunca antes.

Isso é uma boa coisa — pois em tempos passados os cristãos eram culpados de entreter o anti-semitismo. Somos gratos que estamos ajustando nossas atitudes e nossa nação está se colocando ao lado da democracia e contra os terroristas.

Contudo, o comodismo com Israel criou um dilema teológico complicado. Embora sintamos uma obrigação bíblica de proteger os judeus do ódio étnico (e realmente temos de protegê-los), temos também a ordem oficial de compartilhar o evangelho a judeus e gentios sem distinção. Afinal, o próprio apóstolo Paulo — o mais famoso judeu a se converter para o Cristianismo — nos disse que a mensagem de Cristo foi enviada “aos judeus primeiro” (Romanos 1:16).

Para complicar as coisas, alguns judeus crêem que o evangelismo cristão é uma forma de anti-semitismo — como se converter uma pessoa à fé em Jesus a deixasse despida de suas qualidades e características judaicas. Por esse motivo, alguns cristãos que se envolveram no ativismo pró-Israel realmente pararam totalmente de compartilhar o evangelho aos judeus. Alguns até criaram estranhas doutrinas que sugerem que os judeus, por causa de promessas de Deus na Antiga Aliança, têm a garantia de passagens especiais para o céu, como se eles não precisassem de Jesus para salvá-los de seus pecados.

Compreendo que estou me arriscando ao dizer isso, mas vamos usar alguma lógica aqui. Cremos ou não na Bíblia? Se os cristãos no livro de Atos — a maioria dos quais eram judeus que tinham se convertido para Cristo — compartilhavam com muita ousadia Jesus em todo o Israel e outros países, por que deveríamos desistir dessa tarefa?

Sou grato que Susan Perlman e meus outros amigos no ministério Judeus para Jesus (JPJ) na cidade de San Francisco não desistam. Durante todo o mês de julho, 150funcionários e voluntários de JPJ foram até a cidade de Nova Iorque e região, inclusive Long Island e norte de Nova Jersey. Eles distribuíram quase 2 milhões de panfletos evangélicos nas ruas, enviaram quase 500 mil revistas pelo correio e exibiram um filme sobre Jesus para 80 mil judeus hasídicos que falam iídiche.

E JPJ teve a alegria de anunciar que 241 judeus fizeram a oração para receber Cristo como seu Messias durante a campanha “Eis o teu Deus”. Além disso, 13 canais de televisão fizeram reportagem sobre JPJ e todos os grandes jornais publicaram artigos, inclusive a imprensa judaica.

É claro que os críticos apareceram com força total. JPJ espera tal reação toda vez que compartilha sua fé aos judeus. Mas um funcionário de JPJ respondeu: “Se eles soubessem o que sabemos sobre Jesus, eles se uniriam a nós para proclamar o evangelho, não para se opor a ele”.

Deus não é esquizofrênico. Ele nos chama não só para amar o Estado de Israel, mas também para proclamar a mensagem de Cristo aos judeus. Uma responsabilidade não cancela a outra.

E enquanto estamos tratando do assunto de Israel e controvérsia, permita-me arriscar-me mais ainda ao dizer que Deus também espera que nos importemos com nossos vizinhos árabes — e compartilhemos Cristo a eles também. Os cristãos árabes que vivem em lugares tais como Belém, Beirute e Bagdá muitas vezes são colocados em segundo plano e ficam esquecidos no meio da violência do Oriente Médio. Eles sabem, talvez melhor do que ninguém, que Jesus é a única esperança de reconciliação naquela região devastada pela guerra.

É de modo especial desanimador para nossos irmãos árabes cristãos quando eles nos vêem apoiando ações militares israelenses, mas esconden11111do dos judeus a mensagem de Cristo. Para eles, parece que estamos colocando nossa confiança em armas e bombas inteligentes, em vez do poder do evangelho.

De que maneira reagimos a essa crise complicada? Temos de defender o direito de Israel existir e apoiar todo esforço para deter o terrorismo, quer seja promovido pelo Hezbolá, al-Qaida ou o governo iraniano. Temos de orar pela paz de Jerusalém, que inclui orar pelos 1.3 milhões de árabes que vivem no Estado de Israel.

E temos, acima de tudo, de concordar com a oração do apóstolo Paulo. “E assim todo o Israel será salvo”. (Romanos 11:26) Qualquer trabalho a favor de Israel que façamos não poderá ser verdadeiramente bíblico se cedermos em nossa obrigação de compartilhar o amor de Cristo àqueles que Ele primeiro veio salvar.

J. Lee Grady é editor da revista Charisma.

 

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Charisma Online: Jews, Christians and the Stumbling Block,

 

06-06-16 013

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

Categorias
Noticias

Um israelense muçulmano entrou com um ação milionária contra a filial da Coca-Cola em Israel.

Ele pede uma indenização de 1.2 bilhão de shekalim (US$ 330 milhões) porque a fórmula da bebida conteria álcool, bebiba proibida pelo Islã. O queixoso alega que toma Coca-Cola há anos e que teria ido contra os preceitos de sua religião sem saber.
A ação foi impetrada numa corte de Jerusalém depois que uma rádio americana publicou o que alegou ser a verdadeira fórmula da bebida, que mantém a receita em segredo há 125 anos. A fórmula conteria o ingrediente “7X”, que usa álcool como solvente.
A ação pede uma compensação de mil shekels (US$ 275) para cada um dos 1,2 milhão de muçulmanos que moram em Israel.