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Israel bombardeia Gaza em resposta à morte de jovens

Os três estudantes israelenses foram mortos a tiros e o governo culpa o Hamas

por Leiliane Roberta Lopes

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Israel bombardeia Gaza em resposta à morte de jovens

Os três jovens israelenses que estavam sequestrados foram mortos e o governo de Israel responsabilizou o Hamas pelo crime. Em resposta, Israel iniciou um bombardeio em mais de 30 alvos na Faixa de Gaza.

Os locais alvejados por aviões F-16 são principalmente campos de treinamento de grupos armados palestinos. Na madrugada desta terça-feira (noite de segunda em Brasília) o exército israelense bombardeou posições do Hamas e da Jihad Islâmica no Sul de Gaza.

Os jovens Eyal Yifrach, de 19 anos, Naftali Frenkel e Gilad Shaer, ambos de 16, foram sequestrados na Cisjordânia no dia 12 de junho e seus corpos foram encontrados recentemente próximo a um campo perto de Hebron.

De acordo com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, eles foram “assassinados a sangue frio”. A revolta do premiê era tanta que ele chegou a chamar os responsáveis pelas mortes de “animais em forma de seres humanos”.

O Hamas negou ser o responsável pelo sequestro e afirmou que estava pronto para revidar qualquer ação militar de Israel dizendo que a nação judaica iria para “o inferno”.

“Se os ocupantes se lançarem em uma escalada ou guerra, abrirão para si mesmos as portas do inferno”, declarou o porta-voz do Hamas em Gaza, Sami Abu Zuhri, à imprensa.

Para Netanyahu o sequestro e a morte dos jovens é consequência da reconciliação entre a Autoridade Palestina e o Hamas. Recentemente o presidente Mahmoud Abbas assinou um acordo com o Hamas para a formação de um novo governo palestino, acabando com os tratados de paz que estavam em negociação com Israel. Com informações VEJA.

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Líder muçulmano exige que todos os exércitos árabes invadam Israel

Transmissão gerou constrangimento em Israel

por Jarbas Aragão

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Líder muçulmano exige que todos os exércitos árabes invadam Israel
Líder muçulmano exige que todos os exércitos árabes invadam Israel

Um dos principais imãs da mesquita de Al Aqsa, localizada no topo do Monte do Templo em Jerusalém, pediu publicamente que os exércitos do mundo árabe invadam Israel. Com isso, poderão cumprir o grande desejo muçulmano de destruir essa odiada “entidade sionista”.

Em um sermão transmitido desde Milão, Itália, e retransmitido pela rede de TV Al Jazeera, o imã Al-Raed Daan disse acreditar que os muçulmanos de todos os lugares do mundo estão percebendo que “o Estado judeu vai desaparecer e o sol de uma nova manhã vai brilhar na Palestina”.

Al-Daan justificou que ele e os outros líderes muçulmanos que servem no Monte do Templo, e pertencem à Fundação Islâmica da Autoridade Palestina (Waqf, na sigla original) “aguardam as legiões de conquistadores. Aguardamos os exércitos da Tunísia, da Jordânia, do Egito, do Iraque, do Magrebe [Marrocos e Argélia] e de Hijaz [Arábia Saudita].”

Para deixar claro que ele não estava se referindo ao Estado palestino atualmente confinado à chamada “Cisjordânia”, Al-Daan repetidamente referiu-se ao dia que muçulmanos celebrarão a vitória em meio ao choro de cidades israelenses como Jaffa, Haifa, Beit Shean, Lod e Ramle. Com informações Israel Today e WND.

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Egípcio quer processar Israel por causa das pragas de Moisés

“Nossos antepassados não mereciam pagar pelo erro do Faraó”, afirma

por Jarbas Aragão

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Um ativista egípcio causou grande polêmica ao assinar sua coluna no jornal Al-Yawm Al-Sabi. O escritor Ahmad al-Gamal vai contra séculos de tradição dos muçulmanos e não nega a veracidade dos registros bíblicos sobre a libertação dos judeus com grande sinais feitos por Deus.

Pelo contrário, ele pede que sua nação processe o Estado de Israel, pedindo compensação pelas consequências das 10 pragas bíblicas. “Queremos ser compensados pelas pragas que foram infligidas sobre nós como resultado das maldições que antepassados dos judeus lançaram sobre os nossos antepassados. Eles não mereciam pagar pelo erro do governante do Egito na época, o Faraó”, afirmou ele.

Piada para alguns, o assunto gerou controvérsia entre aqueles que levaram o argumento a sério. O Egito passa por uma grave crise econômica e política, enquanto o vizinho Israel tem a democracia mais sólida do Oriente Médio e desfruta de estabilidade econômica há anos.

“O que está escrito na Torá prova que foi o faraó quem oprimiu os filhos de Israel, não o povo egípcio. [Mas] eles infligiram sobre nós a praga de gafanhotos, que não deixou nada para trás, a praga que impediu que as águas do Nilo pudessem ser bebida por um longo tempo, a praga da escuridão que manteve o país nas trevas”, justifica.

Também acredita que o material que os judeus saquearam o país quando saíram do Egito “Nós queremos uma compensação também por todo aquele ouro, prata, cobre, pedras preciosas, tecidos, couros e madeira, peles de animais e outros materiais que os judeus usavam em seus rituais”, numa referência ao que seria posteriormente usado para a construção do Tabernáculo no deserto.

O fato de al-Gamal, sendo muçulmano, citar o Velho Testamento irritou muitos religiosos radicais. Contudo, ele insiste que o governo use “todas as medidas da lei” para exigir compensação. Se necessário, sugere, inclusive em fóruns internacionais.

Entre os damos a seres cobertos por esse processo, estariam os danos à “psique egípcia”, não apenas causada por judeus, mas também acredita que foi infligida no país pela Turquia, que invadiu o Egito durante o Império Otomano, a França durante a invasão de Napoleão e por fim a Grã-Bretanha, que ocupou a nação durante 72 anos.   Com informações WND