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Israel recuperará el Jordán con agua del mar de Galilea

Será como en tiempos de Jesús

 

Israel recuperará el Jordán con agua del mar de Galilea

Su caudal actual es un 5% del que tenía en tiempos bíblicos, y en su mayoría el agua está sucia o insalubre.

22 DE JULIO DE 2012, JERUSALÉN

Por primera vez desde que se fundó en 1948, el Estado de Israel, que ha hecho de la lucha contra la falta de agua un asunto estratégico nacional, tiene exceso del líquido elemento, y podrá permitirse el lujo de dejar de "desangrar" el Jordán.
Tanto que Ramon Ben Ari, director de la Autoridad de Drenaje del Jordán Sur, anunció el pasado jueves que  Israel quiere devolver al río Jordán su antiguo esplendor, el que describen las Sagradas Escrituras .
Actualmente, en muchas zonas el río donde Jesucristo fue bautizado por Juan el Bautista es apenas un arroyo, con un 5% de su antiguo caudal, y parte de su cauce está contaminado o estancado.
La causa es la sobreexplotación a que ha sido sometido desde su nacimiento y a lo largo de su recorrido para riego y agua potable, que lo ha hecho serpentear, reducido a su mínima expresión, a lo largo del valle desde el mar de Galilea al mar Muerto.
En algunas zonas "se puede caminar con facilidad hasta la otra orilla", explica Ben Ari, porque casi toda el agua que alimenta el río es desviada por Siria, Jordania e Israel antes de llegar al sur.
APROVECHAMIENTO DEL AGUA
El desolador panorama puede cambiar debido a que actualmente los israelíes reutilizan ya el 75% de sus aguas residuales, y el año que viene el 85% del agua potable provendrá de plantas desalinizadoras . Cada vez hay más agua disponible y volverán a cubrirse puntos que, a cientos de metros de su caudal actual, son ahora visibles.
Según anunció el ministro de Agua y Energía, Uzi Landau, una media de 150 millones de metros cúbicos de agua se trasvasarán al río anualmente desde el mar de Galilea: "En diez años eliminaremos nuestra deuda con la naturaleza", explicó.
PUESTOS LOS OJOS EN EL TURISMO
Se espera que uno de los grandes beneficiados sea el turismo . Cada mes llegan al país 300.000 visitantes, la mitad de ellos cristianos: "Estos peregrinos organizan su viaje a Tierra Santa alrededor del agua. Cuando el río Jordán esté rehabilitado, ello influirá directamente en sus itinerarios", declaró el ministro de Turismo, Stas Misezhnikov.
Como es sabido, cristianos de todo el mundo acuden al Jordán para bautizarse pero ahora sólo pueden hacerlo actualmente en dos sitios concretos especialmente destinados a este fin, pues en el resto de lugares, a causa de la falta de agua o de los desechos y la basura, podría ser insalubre.
El Gobierno prevé además gastar decenas de millones de dólares para limpiar el valle del Jordán y darle un impulso al turismo con la instalación de campamentos y hostales a lo largo de sus riberas.
LIMPIEZA A FONDO
Ya se está construyendo una gran planta de tratamiento de residuos el extremo sur del mar de Galilea que, cuando se inaugure en dos años, mejorará la calidad del agua del río.
Otro obstáculo a vencer es que en algunas zonas de la ribera del río sur, que se extiende a lo largo de la frontera entre Jordania e Israel, sigue habiendo minas procedentes de las dos guerras libradas entre ambos países. Limpiar esas zonas, además de convertir los antiguos puestos militares en sitios turísticos, es parte del ambicioso plan.

Fuentes: ReL

© Protestante Digital 2012

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Ministro israelense promove estudo Bíblico em sua casa

 

PorLuana Santiago | Correspondente do The Christian Post

O Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu abriu a primeira sessão do "Clube da Bíblia de Estudo" em sua residência oficial de Jerusalém, fazendo reviver uma tradição de décadas: o estudo da Bíblia na casa do primeiro-ministro.

  • Benjamin Netanyahu

    (Foto: Divulgação)

    Primeiro ministro Israelense

"Estamos estudando a Bíblia, a Bíblia é o livro do povo judeu, mas também o livro de valores universais", disse Benjamin. "É a história do povo judeu e que expressa a esperança de que vamos voltar a esta terra”.

Ha dois anos atrás, Avne, o filho mais novo de Benjamin, foi o terceiro colocado na competição anual Bíblia Internacional realizado em Jerusalém. Benjamin disse que estuda a Bíblia hebraica com seus filhos todos os sábados.

"Eu acho que em muitos aspectos, é uma parábola para a humanidade, porque se o povo judeu foi capaz de atravessar a odisseia do tempo, o abismo da aniquilação, e conseguir voltar à nossa pátria ancestral, para reconstruir nossas vidas, isso significa que há esperança para toda a humanidade”, disse Benjamin.

O Primeiro ministro, sua esposa, Sarah, e mais de uma dezena de rabinos e estudiosos estudaram o livro de Rute a partir das escrituras judaicas, conhecido pelos cristãos como Antigo Testamento.

Benjamin pediu ao professor de Bíblia Judaica, Micah Goodman, para conduzir a sessão.

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“Eu falei de histórias bíblicas e ideias bíblicas e como a Bíblia pode nos guiar em desafios bem sofisticados e modernos de soberania judaica em Israel, nós temos que comunicar isso aos israelitas seculares bem como aos israelitas religiosos”, disse Mirah.

Mirah Goodman relata ainda que Benjamin disse ao grupo que quando ele lê a Bíblia, ele está sempre chocado com o quão relevante ela é.

O professor do estudo, Mirah, disse também que como líder do povo judeu em um volátil Oriente Médio, Benjamin precisa de um refúgio de vez em quando.

"Ele fugiu para a Bíblia, para algo que está além do tempo, além da política, além do dia-a-dia. E mergulhar neste grande texto e lidar com essas grandes ideias, de alguma forma, ele sentiu como se fosse uma lufada de ar fresco para ele”, explicou Mirah.

"E por isso estamos estudando o nosso mapa e nossa bússola e nossa fundação, a Bíblia," Netanyahu concluiu, convidando os repórteres a participar do estudo, segundo biblicação CBN News

Israelenses descobrem joias de 3.000 anos escondidas em cerâmica

 

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE "CIÊNCIA+SAÚDE"

Por volta do ano 1100 a.C., a dona de uma requintada coleção de joias resolveu escondê-las numa vasilha de cerâmica, enrolando brincos e anéis de ouro em pedaços de tecido. Não se sabe por que ela fez isso, mas arqueólogos israelenses acabam de trazer esse tesouro à tona.

O achado ocorreu em Megido, antiga cidade do norte de Israel que é uma das mais estudadas recentemente.

Jack Guez/France Presse

Brinco de ouro com imagens de íbex (cabra selvagem) e outras joias foram encontrados na cidade de Megido

Brinco de ouro com imagens de íbex (cabra selvagem) e outras joias foram encontrados na cidade de Megido

Segundo os especialistas da Universidade de Tel Aviv, liderados por Israel Finkelstein e David Ussishkin, tanto a abundância de ouro quanto a presença de certas pedras semipreciosas entre os artefatos sugerem influência cultural e econômica do Egito sobre os moradores da cidade.

Faz sentido quando se considera o período em que se encaixam os achados. Trata-se de uma época nebulosa, o início da Idade do Ferro, quando as tribos que passariam a ser conhecidas como israelitas (ancestrais dos atuais judeus) ainda não tinham grandes assentamentos.

Por outro lado, algumas antigas cidades-Estado, como a própria Megido, ainda resistiam, mantendo seus elos com os egípcios, antigos senhores da Palestina que, no século anterior, tinham perdido seu domínio por causa de invasores bárbaros.

Não se sabe exatamente quando, mas Megido acabou sendo incorporada ao reino de Israel. A cidade era importante por estar localizada numa rota-chave entre a Síria e o Egito, o que explica a riqueza dos achados.

Esse papel estratégico também fomentou batalhas, como a que levou à morte do rei israelita Josias em 609 a.C.

Em comunicado, Finkelstein e seus colegas afirmam que seu próximo passo é analisar quimicamente as joias, o que trará dados mais claros sobre o seu local de origem.