Categorias
Artigos Estudos

A igreja está morrendo e os cristãos estão enfrentando dias mais escuros, aponta religioso

Pastor indica que cristãos devem ficar atentos em não cruzar os braços

Por Luciano Portela | Repórter do The Christian Post

O pastor norte-americano Mark Driscoll aponta que os cristãos precisam exibir forte determinação por dias mais escuros que vêm logo adiante, e argumenta que “a igreja está morrendo”. Seu depoimento foi apresentado em uma carta promocional para uma conferência de liderança na cidade de Seattle (EUA).

  • Mark Driscoll
    (Foto: Reprodução/Facebook)
    Pastor Mark Driscoll

“Há quatro anos atrás, a revista Newsweek estampou a manchete ‘O Declínio e Redução da América Cristã'”, destaca Driscoll em carta dirigida ao “cristão” no site do evento Resurgence Conference 2013. “As palavras, escritas na capa em forma de uma cruz, tornam-se verdade perturbadoramente nos dias de hoje”, conclui o religioso.

Driscoll, que é o pastor principal da igreja evangélica Mars Hill Church, com sede em Seattle, também lidera um ministério entre vários pastores para o movimento Resurgence, um grupo para líderes cristãos se aperfeiçoarem no discipulado e treinamento de liderança.

Para o pastor, a igreja perde tempo com debates, ao invés de usar a Palavra de Deus para combater a discriminação dos cristãos no meio social.

“Os cristãos estão sendo marginalizados, o casamento gay está legalizado, o comboio parou de nos conduzir e passou a nos atropelar”, continua ele na carta. “A igreja está morrendo e ninguém está percebendo, pois estamos perdendo tempo criticando ao invés de evangelizar”, complementa.

Ele ainda aponta que o povo cristão deve estar atento em não ficar de braços cruzados e não abandonar seus ideais.

Curta-nos no Facebook

 

“Os dias estão mais escuros, o que significa que a nossa vontade deve ser cada vez mais forte e nossas convicções tem que estar cada vez mais claras. Esta não é a hora para trocar de botas de trabalho para chinelos”, Driscoll acrescenta. “Você não acha que nós viemos aqui para matar o tempo ouvindo música cristã até Jesus voltar, não é?”, indaga ele.

Driscoll também relata que é preciso ressurgir e buscar cristãos mais jovens, e a conferência em Seattle deve justamente focar na liderança da juventude para atentar à esta necessidade.

“Alguns vão dizer que entre 40% e 70 % dos americanos são crentes. As últimas estatísticas revelam que aqueles que realmente praticam a fé cristã evangélica correspondem apenas cerca de 7% a 8 %. A necessidade de jovens que creem na Bíblia, em líderes seguidores de Jesus, está desesperador. Meu desejo para a Resurgence Conference é reunir alguns dos melhores professores que eu conheço. Homens com uma vida inteira de lições para compartilhar. Homens que estão liderando o ressurgimento”, prossegue.

Em carta aberta aos cristãos, aumentando a preocupação sobre o estado da igreja, ele pede aos crentes que permaneçam firmes na graça de Deus.

“Segurem firme ao transmitir a ideia de que Jesus. Toquem em suas feridas. Levantem-se, sacudam a poeira e comecem a trabalhar”, escreve ele.

A conferência está prevista para o início de novembro, com a presença de importantes pregadores das igrejas norte-americanas, como Rick Warren, Matt Chandler, Greg Laurie, James MacDonald e Crawford Lorritts.

Por fim, Driscoll afirma que cada um dos oradores programados para participar têm crescido sua influência, apesar dos desafios que enfrentam. “Muitos deles começaram o ministério em uma idade muito jovem, e todos eles continuam a aprender as lições das escrituras. Há três coisas que os pregadores têm em comum com os líderes da igreja primitiva: eles cometeram erros, eles nem sempre têm influência e eles nem sempre veem o sucesso em seus ministérios. Mas Deus continua sendo fiel”, avalia.

Encontrada casa de sumo sacerdote dos tempos de Jesus

Arqueólogo sugere que mansão pode ter sido de Anás ou Caifás.

por Jarbas Aragão – gospelprime

 

Encontrada casa de sumo sacerdote dos tempos de Jesus
Encontrada casa de sumo sacerdote dos tempos de Jesus

Em alguns locais de Israel, descobertas arqueológicas não são novidade. O Monte Sião, local mencionado na Bíblia cerca de 150 vezes sempre gerou discussões sobre sua localização exata, pois tornou-se sinônimo de “local sagrado”.

Uma nova descoberta foi divulgada esta semana por Shimon Gibson, arqueólogo britânico que lidera uma equipe da Universidade da Carolina do Norte (UCN). O estudioso descobriu em 2000 uma caverna em Ein Karim, que ficou conhecida por “A gruta de São João Batista”, que embora questionada, trouxe um novo entendimento sobre certas questões culturais do tempo de Jesus.

Agora, ele e o doutor James Tabor, especialista da UCN em história cristã primitiva, acreditam que a descoberta de uma habitação pode oferecer importantes informações históricas. Na época de Jesus, no alto do Monte Sião ficava o palácio de Herodes. Logo abaixo, estava a área onde moravam as pessoas das classes mais privilegiadas, representantes escolhidos pelos dominantes romanos.

A equipe de arqueólogos acredita que a descoberta de uma mansão da época do segundo templo, possivelmente pertenceu a um membro da casta sacerdotal judaica dominante. Para eles, é possível aprender muito sobre como viviam os sacerdotes do Templo de Jerusalém na época de Jesus.

O local possuía uma câmara separada que se acredita ser um tipo de banheiro, com uma larga banheira ao lado de uma piscina ritual de purificação (micvê). Para Gibson, esse banheiro “extra” é um sinal claro da riqueza e importância de seu morador.

“O banheiro é muito importante porque, até agora, os poucos que encontramos ficavam dentro de edifícios palacianos, portanto, associados com os governantes”, esclarece.

A semelhança dessa estrutura com outras semelhantes fazem o arqueólogo asseverar: “Nossa teoria de trabalho é que estamos lidando com uma família sacerdotal”. Todos os indícios apontam para a residência do sumo-sacerdote, embora ainda não seja possível estabelecer com precisão. Embora o Antigo Testamento falasse sobre apenas um, os relatos dos Evangelhos mostra que existiam dois na primeira metade do século 1.

O aspecto incomum da descoberta reside no fato de estar fora da estrutura do palácio, o que fortaleceria a hipótese que pertenceu a sacerdotes sujeitos ao Império romano, mas que não se afastavam da sua condição de judeu. “Quem viveu nesta casa era um vizinho e teria acesso ao governante que morava no palácio”, especula.

Embora ainda cauteloso, por ser uma descoberta muito recente, James Tabor acredita que “Se esta realmente for a residência sacerdotal de uma rica família judia do primeiro século, imediatamente nos conectará não apenas com a elite de Jerusalém, mas com o próprio Jesus… Estas são famílias que viram Jesus ser preso e crucificado, então é importante conhecermos mais sobre eles e sua vida doméstica, além do nível de sua riqueza”.

Embora os artefatos encontrados ainda estejam passando por uma avaliação, um conjunto de itens, em particular, intriga os pesquisadores. Ali está o maior número de conchas de murex já encontrado nas ruínas de Jerusalém datadas do primeiro século. O murex é um molusco encontrado no mar Mediterrâneo, altamente valorizado no tempo dos romanos por causa da tintura roxa que era extraído da criatura ainda viva.

Em hebraico, a tinta roxo-avermelhada era denominada argaman e a roxo-azulada, tekhelet. Ambas vinham de espécies semelhantes do molusco, sendo usada em vestes de reis ou de funções rituais. O nome em latim era púrpura, pigmento mencionado na Bíblia. Esta tinta tinha grande valor por não desbotar e por serem necessários milhares de caramujos para se extrair algumas gramas da substância.

“A fabricação de corante parece ser algo supervisionado pela classe sacerdotal, em especial para os paramentos sacerdotais”, esclarece Gibson. “Se essas atividades domésticas eram realizadas pelos sacerdotes, iremos conhecer muito mais sobre eles do que sabíamos antes… os textos rabínicos concentravam-se em suas atividades na área do templo judeu, mas não há muito conhecimento sobre suas atividades fora do recinto sagrado”. Curiosamente, a descoberta surge poucas semanas após ser anunciado que Israel já tem novos sacerdotes preparados para fazer os sacrifícios no Terceiro Templo, incluindo as vestes, os instrumentos e as peças rituais.

murex Encontrada casa de sumo sacerdote dos tempos de Jesus

Concha de murex.

Os detalhes sobre a vida dessa classe importante no judaísmo do primeiro século podem ajudar os estudiosos do Novo Testamento, ressalta Tabor. “Jesus, de fato, criticava a riqueza dessa classe. Fala criticamente sobre suas roupas e suas longas vestes… Portanto, nos ajuda a compreender melhor como eles eram”.

Gibson complementa, lembrando que as tradição bizantinas do quarto século apontam para essa área a localização da mansão do sumo-sacerdote Caifás, ou talvez Anás, mencionados nos Evangelhos”, disse Gibson.

“Naqueles dias, as famílias podiam se reunir em grandes complexo, que poderiam ter até 20 quartos e vários andares diferentes”. Segundo o NT, Jesus foi preso e julgado num cômodo da casa do sumo-sacerdote que era capaz de hospedar todo o sinédrio, cerca de 70 pessoas.

Um dos mais importantes aspectos da boa conservação do local é que o Monte Sião ficava longe da área onde o imperador romano Adriano reconstruiu Jerusalém, em 135 d.C. A capital de Israel nos tempos de Jesus foi destruída pelo exército romanos no ano 70 e ficou desocupada por quase 65 anos.

Embora Gibson seja reticente em determinar quem morava ali, ela acredita que após a investigação terminar, dentro de alguns meses, será aberto aos visitantes que desejam ver as ruínas. No momento, as estruturas frágeis que foram estabilizadas através de procedimentos de conservação, mas a área continua perigosa para pessoas sem treinamento entrarem. Com informações Science Codex e James Tabor.

Categorias
Artigos Ciência Noticias

Archaeologists Claim Discovery of King David’s Palace

 

By Anugrah Kumar, Christian Post Contributor
July 22, 2013|10:06 am

Archaeologists in Israel have claimed they have found the ruins of a palace that belonged to the biblical King David at a site west of Jerusalem, but some experts say there is lack of evidence to prove the claim.

A team of archaeologists from Hebrew University of Jerusalem and Israel’s Antiquities Authority got together for a seven-year dig at Khirbet Qeiyafa, a site west of Jerusalem. And at the completion of the dig, they say they have discovered a large fortified complex that was the first palace of King David in what was once a Judean city of Sha’arayim, according to The Associated Press.

The Old Testament book 1 Samuel 17:52 records that after David killed Goliath, the Philistines ran away and were slain on the “road to Sha’arayim.

“Khirbet Qeiyafa is the best example exposed to date of a fortified city from the time of King David,” say the two leaders of the team, Yossi Garfinkel from Hebrew University and Saar Ganor of the Antiquities Authority.

They say there is “unequivocal evidence” in the form of cultic objects that were typically used by King David’s subjects, the Judeans. Besides, they found no trace of pig remains – as pork is forbidden under Jewish laws.

They say they have discovered another structure at the site which was a storeroom.

Follow us

 

“The southern part of a large palace that extended across an area of about 1,000 square meters was revealed at the top of the city,” they say. “The wall enclosing the palace is about 30 meters long and an impressive entrance is fixed it through which one descended to the southern gate of the city, opposite the Valley of Elah. Around the palace’s perimeter were rooms in which various installations were found – evidence of a metal industry, special pottery vessels and fragments of alabaster vessels that were imported from Egypt.”

“This is the only site in which organic material was found – including olive seeds – that can be carbon-14 dated,” The Times of Israel quotes Yoli Schwartz, a spokeswoman of the Antiquities Authority, as saying. “The palace is located in the center of the site and controls all of the houses lower than it in the city. From here one has an excellent vantage looking out into the distance, from as far as the Mediterranean Sea in the west to the Hebron Mountains and Jerusalem in the east. This is an ideal location from which to send messages by means of fire signals.”

While other experts agree the finding is significant, they say it’s possible it belonged to other kingdoms of the area.

Prof. Aren Meir of Bar Ilan University told Haaretz that the archaeologists should not over-rely on the Bible, as question-marks hang over the existence of King David’s monarchy along with Solomon.

However, Garfinkel and Ganor maintain, “The palace that is now being revealed and the fortified city that was uncovered in recent years are another tier in understanding the beginning of the Kingdom of Judah.”

Read more at http://www.christianpost.com/news/archaeologists-claim-discovery-of-king-davids-palace-100555/#bAjYeC3WBG8JxPuZ.99