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IRÃ: 70 cristãos são presos

     Os iranianos têm tramado medidas contra os cristãos de origem muçulmana. Mais de 70 cristãos foram presos desde o Natal e as autoridades iranianas têm invadido as igrejas domiciliares. De acordo com a agência Voz da América, um funcionário iraniano acusa grupos evangélicos protestantes de provocar uma invasão cultural no país.
     O presidente da Portas Abertas nos Estados Unidos, Carl Moeller, disse que iranianos estão vindo para Cristo em grande número, e que está ocorrendo um reavivamento na igreja perseguida. “O governo está profundamente preocupado com este movimento, que tem alcançando um número significativo de iranianos. É mais uma evidência de que este reavivamento esteja ocorrendo”.
     Moeller disse que as ameaças vieram de líderes religiosos do alto escalão. “O aiatolá do país, Ali Khamenei, apelou ao Estado islâmico para acabar com o movimento da igreja doméstica, devido ao impacto que ela está promovendo na sociedade”.
     Segundo Moeller, “este tipo de perseguição veio quando o Estado buscou aumentar a pressão sobre as igrejas domésticas. As prisões destes 70 crentes é parte dessa ofensiva.”
     Moeller questiona o que isso significa para o futuro. “Como ela está crescendo, faz com que a oposição cada vez mais persiga por parte dos extremistas para procurar acabar com o cristianismo no país. Mas este é um movimento pelo Espírito Santo que não pode derrotar.”
     Moeller pede oração. “Ore para que os cristãos no Irã consigam ser livres do governo, da tortura e da possível execução.”

Data: 21/1/2011
Fonte: Portas Abertas

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Egito reforça segurança para Natal da Igreja Copta

 

Mensagens divulgadas na internet incentivam ataques contra igrejas da seita cristã

06 de janeiro de 2011 | 11h 57

AE – Agência Estado

CAIRO – As autoridades egípcias reforçaram hoje a segurança no entorno da catedral copta do Cairo, horas antes da celebração de Natal, no dia 7 de janeiro. As forças de segurança usam cachorros treinados na procura por explosivos, detectores de metal e numerosos agentes armados. A intenção é evitar outro ataque suicida como o do ano-novo, que matou 21 pessoas em Alexandria.

Muçulmanos da região foram chamados para ajudar nas vigílias que acontecem nas igrejas coptas em um gestos de solidariedade.

A rede terrorista Al-Qaeda havia ameaçado atacar os cristãos no Iraque e no Egito, nas semanas anteriores às festividades de Natal dos coptas. Páginas islamitas na internet têm publicado listas com endereços de igrejas no Egito, com a intenção de facilitar e fomentar esses ataques.

"Explodam as igrejas enquanto eles celebram o Natal ou em qualquer outra hora em que as igrejas estiverem cheias", diz um vídeo atribuído a Al-Qaeda, chamado Enciclopédia da Jihad para a Destruição da Cruz, amplamente divulgado na internet.

A polícia egípcia proibiu o estacionamento de veículos nas proximidades da catedral copta e examina os documentos de identidade em todos os pontos de acesso, além de impedir a passagem de pessoas com bolsas e pacotes.

Os coptas celebram o natal no dia 7 de janeiro de acordo com o calendário juliano. Alguns governos europeus também anunciaram medidas de segurança nas igrejas.

Foi durante as celebrações da véspera de Natal copta no sul do Egito em 2009 que seis cristãos e um segurança muçulmano foram mortos durante um ataque.

Os cristãos coptas são uma minoria no Egito, representando cerca de 10% dos 80 milhões de habitantes do país.  Com informações da Associated Press e BBC.

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APEDREJAMENTO : Cristão condenado por "blasfêmia" é apedrejado na prisão

     Em 29 de outubro, muçulmanos presos em uma prisão no noroeste da província de Punjab, no Paquistão, apedrejaram quase até a morte um cristão condenado injustamente de "blasfêmia", segundo o pai da vítima.
     Imran Masih, de 19 anos e membro da Igreja Protestante do Paquistão (tradução livre), ainda se recupera no hospital distrital Hazro, onde foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva no dia do ataque.
     Ele trabalhava em uma barbearia de Hazro, perto de Attock, em julho de 2009, quando o proprietário, Nadeem Haider, o acusou de roubar 5.000 rúpias (60 dólares americanos).
     O funcionário da delegacia de polícia local Junaid Mirza disse aos investigadores e a Compass Direct que Haider  pagou o inspetor Jamal Khan da delegacia de Madina para torturar Masih. Haider e Khan, então aumentaram a acusação de blasfêmia contra Maomé, o profeta do islã, e a Corte do Tribunal Judicial de Risalat Khawaja (tradução livre) condenou Masih a 10 anos de prisão em 03 de agosto.
     Em 29 de outubro Masih estava sentado após as orações de sexta-feira quando um grupo de presos começou a apedrejá-lo com as rochas dos campos da prisão, gritando que ele era um blasfemo e deve ser morto.
     Haider disse no mês passado ao pai de Masih, Basharat Masih, que garantiria que o filho não sairia vivo da prisão. O ancião Masih suspeita de Haider e Khan como arranjadores do apedrejamento.

Data: 1/12/2010
Fonte: Portas Abertas