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El Papa cierra las puertas al sacerdocio femenino y al celibato opcional

Llama a la obediencia

 

El Papa cierra las puertas al sacerdocio femenino y al celibato opcional

Denuncia la "desobediencia" de un grupo de curas europeos a favor de la ordenación de mujeres y el celibato opcional.

05 DE ABRIL DE 2012, ROMA

El Papa Benedicto XVI ha manifestado ayer su rechazo frontal al sacerdocio femenino y, al respecto, ha denunciado la "desobediencia organizada" que propugna un grupo de curas europeos para renovar la institución con propuestas como la ordenación sacerdotal de mujeres.
Ante más de diez mil personas (1.600 de ellas cardenales, obispos y sacerdotes), Benedicto XVI ha oficiado en la basílica de San Pedro del Vaticano la Misa Crismal, que abre el Triduo Pascual, centro y culmen del Año Litúrgico. Esta misa se celebra el Jueves Santo, día en que se conmemora el orden sacerdotal católico.
NO AL SACERDOCIO DE LA MUJER
El Papa ha denunciado que, recientemente, un grupo de sacerdotes europeos ha publicado "una llamada a la desobediencia, aportando ejemplos concretos de cómo se puede expresar esta desobediencia, que debería ignorar incluso decisiones definitivas del Magisterio, como la ordenación sacerdotal de las mujeres".
El Papa se refería a los 300 párrocos austríacos que han puesto en marcha por Internet la iniciativa Una llamada a la desobediencia , con la que exigen reformas, como permitir el sacerdocio femenino y el de hombres casados . El Papa, de casi 85 años, ha señalado que esos curas pretenden desobedecer cuestiones como la de la ordenación de las mujeres, "sobre la que el beato Papa Juan Pablo II ha declarado de manera irrevocable que la Iglesia no ha recibido del Señor ninguna autoridad sobre esto".
El Papa teólogo ha agregado que "queremos creer" que invocan la desobediencia con la creencia de que así se renueva la Iglesia católica, "convencidos de que se debe afrontar la lentitud de las instituciones con medios drásticos para abrir caminos nuevos, para volver a poner a la Iglesia a la altura de los tiempos ". "¿Pero la desobediencia es un camino para renovar la Iglesia?”, se ha interrogado el Pontífice, que ha añadido que tal vez no es otra cosa "que sólo el afán desesperado de hacer algo, de transformar la Iglesia según nuestros deseos y nuestras ideas".
Benedicto XVI ha indicado que con la obediencia "no se defiende el inmovilismo ni el agarrotamiento de la tradición  y que ello se puede ver en la historia de la época postconciliar (del Concilio Vaticano). Estos años, ha destacado, han sido de "dinamismo", de verdadera renovación, que muestran la inagotable vivacidad de la Iglesia. "No anunciamos teorías y opiniones privadas, sino la fe de la Iglesia, de la que somos servidores", ha puntualizado.
PROTESTANTES: SACERDOCIO UNIVERSAL
En el tema del sacerdocio, el cristianismo protestante entiende que el Nuevo Testamento defiende el sacerdocio universal de los creyentes, hombres y mujeres ; es decir, que cada cristiano no tiene necesidad de ninguna persona que actúe como mediador entre él y Dios, salvo el propio Jesús como único mediador.Para ello se basan en textos como la primera carta de Pedro, capítulo 2, versículo 9: “Mas vosotros sois real sacerdocio…”, refiriéndose a todos los creyentes.

Fuentes: Efe

© Protestante Digital 2012

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Crescimento evangélico e denúncias barram Papa no México

 

Um dos motivos da visita do papa Bento XVI ao México é tentar reunir os fiéis do país, onde, a exemplo do que ocorreu no Brasil, mais e mais pessoas são atraídas para as igrejas protestantes evangélicas.

O pontífice alemão, que também vai a Cuba nesta semana, enfrenta o desafio de provocar o mesmo tipo de fervor gerado por seu antecessor, João Paulo II, que era bastante querido no país, que visitou cinco vezes durante seus 27 anos de pontificado.

Como uma amostra da crescente divisão religiosa no México, uma grande igreja evangélica em León, cidade na região central do país onde o papa iniciou sua visita, organizou um culto com centenas de fiéis na quinta-feira, com cartaz que dizia: "Não somos católicos romanos".

Além da concorrência dentro da cristandade, o Vaticano enfrenta a mancha em sua reputação causada pelas acusações de abuso sexual de crianças e jovens em paróquias de todo o mundo. Algumas delas são dirigidas a um importante líder religioso mexicano, Marcial Maciel, que fundou a proeminente ordem católica Legionários de Cristo. Maciel, que morreu em 2008 aos 87 anos, caiu em desgraça após acusações de abuso sexual e vício em drogas.

Durante a visita papal, o pesquisador da religião Bernardo Barranco lança um novo livro sobre os Legionários, usando documentos do Vaticano que vazaram. Segundo o autor, esses documentos provariam que a Santa Sé sabia dos abusos de Maciel contra menores e de seu uso de morfina por décadas.

"O entusiasmo (sobre a visita do papa) sentido em León não é o mesmo no resto do país. Os abusos do padre Maciel lançaram uma sombra", disse Barranco. Bento XVI já se desculpou no passado pelos abusos, mas não tem planos de se encontrar com vítimas mexicanas.

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Um dos motivos da visita do papa Bento XVI ao México é tentar reunir os fiéis do país, onde, a exemplo do que ocorreu no Brasil, mais e mais pessoas são atraídas para as igrejas protestantes evangélicas.

O pontífice alemão, que também vai a Cuba nesta semana, enfrenta o desafio de provocar o mesmo tipo de fervor gerado por seu antecessor, João Paulo II, que era bastante querido no país, que visitou cinco vezes durante seus 27 anos de pontificado.

Como uma amostra da crescente divisão religiosa no México, uma grande igreja evangélica em León, cidade na região central do país onde o papa iniciou sua visita, organizou um culto com centenas de fiéis na quinta-feira, com cartaz que dizia: "Não somos católicos romanos".

Além da concorrência dentro da cristandade, o Vaticano enfrenta a mancha em sua reputação causada pelas acusações de abuso sexual de crianças e jovens em paróquias de todo o mundo. Algumas delas são dirigidas a um importante líder religioso mexicano, Marcial Maciel, que fundou a proeminente ordem católica Legionários de Cristo. Maciel, que morreu em 2008 aos 87 anos, caiu em desgraça após acusações de abuso sexual e vício em drogas.

Durante a visita papal, o pesquisador da religião Bernardo Barranco lança um novo livro sobre os Legionários, usando documentos do Vaticano que vazaram. Segundo o autor, esses documentos provariam que a Santa Sé sabia dos abusos de Maciel contra menores e de seu uso de morfina por décadas.

"O entusiasmo (sobre a visita do papa) sentido em León não é o mesmo no resto do país. Os abusos do padre Maciel lançaram uma sombra", disse Barranco. Bento XVI já se desculpou no passado pelos abusos, mas não tem planos de se encontrar com vítimas mexicanas.