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“Último avivamento da história está chegando”, diz fundador da Jocum

Loren Cunningham aponta para sinais proféticos se cumprindo

                      “Último avivamento da história está chegando”

Loren Cunningham é o fundador da Jovens Com uma Missão (JOCUM), maior agência missionária do mundo, que anualmente forma milhares de missionários em mais de uma centena de países.

Quando ainda era um pregador pentecostal itinerante, ele teve um sonho profético, onde viu “ondas de jovens de todas as nações do mundo saindo para compartilhar o amor de Deus a todas as nações do mundo”.

Ele é considerado um dos grandes líderes cristãos dessa geração. Em uma entrevista recente, Loren revelou acreditar que o maior avivamento da história da humanidade está chegando e que pode ser o último. O líder missionário defende que “algo enorme” acontece no calendário de Deus a cada 500 anos.

Usando exemplos da história da Igreja, ele lembra que este ano marca o 500º aniversário da Reforma Protestante, iniciada por Martinho Lutero, que deu origem ao movimento evangélico que se espalhou pelo mundo. “Deus está fazendo algo na história…. O avivamento começa com o povo de Deus e um despertar espiritual está ocorrendo. As pessoas estão sendo preparadas… Milhares de pessoas estão sendo chacoalhadas”, afirma.

 Entre vários motivos que o fazem acreditar nisso, cita a multiplicação, nos últimos anos, de desastres naturais, de guerras e da perseguição contra cristãos. Cunningham acredita que esses são sinais de que em breve milhões se voltarão para Cristo, que está voltando conforme mostram o cumprimento de todas as profecias indicadas como sinais disso.

Falando sobre a obra missionária, ele lembra que na China o cristianismo está crescendo mais rápido do que em qualquer outro lugar do mundo. Ao mesmo tempo, aponta para o fato que mais pessoas vieram a Cristo no Oriente Médio nas últimas duas décadas que nos últimos 1.000 anos. Um dos elementos que colaboraram para isso foi a perseguição, como ocorria no início da história da Igreja, então é como o fechar de um ciclo histórico e profético. Com informações Charisma News e do Gospel Prime

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Agenor Duque é um “macumbeiro pentecostal”, diz Caio Fábio

Caio Fábio critica igrejas neopentecostais e seus seguidores

 

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Agenor Duque é um “macumbeiro pentecostal”

Caio Fábio, Reverendo de formação presbiteriana, polêmico e critico de várias denominações e lideres religiosos afirmou, por vídeo, na internet, que Agenor Dugue da Plenitude é um “macumbeiro pentecostal”..

No seu programa “Papo de graça”, pela internet Vem &Vê TV, desta segunda, Caio Fábio em vídeo que viralizou nos últimos dias,, afirmou que o apóstolo Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, amaldiçoa uma pessoa que estava no culto.

No vídeo Um homem  parece ter questionado alguma situação do apóstolo. Agenor se irrita e, gritando ao microfone, diz: “Nunca mais vai andar. Até você voltar aqui e respeitar profeta. Se eu sou homem de Deus você está amaldiçoado! Desafio”. dizendo você foi colocada aqui “pelo diabo” e expulsa o homem  do templo.

Caio Fábio, disse que esse tipo de atitude não é próprio dos evangélicos, mas sim dos pagãos.“Bruxos, praticantes de magia negra pentecostal, em nome de Jesus”, afirmou ainda: “Filhos do diabo, pois quem odeia é do diabo. Esse espírito de violência não procede de Deus”.

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Alem de Agenor Duque, Caio Fábio o coloca junto a todos os outros líderes neopentecostais. e diz que quem tem esse tipo de ensino são “macumbeiro”, “bruxo” e “feiticeiro pós-moderno”.

Caio Fábio não poupa também as pessoas que frequentam essas igrejas e dizem “amém” para seus ensinos. “Não dá pra dizer que isso tem a ver com Deus, tem a ver com o diabo”, afirma.

O polêmico Caio Fábio já teve grandes embates com Silas Malafaia, Edir Macedo e Marco Feliciano. Recentemente, seu alvo foi o apóstolo Valdomiro Santiago, da Igreja Mundial.  Apesar de ainda ser pastor da igreja Caminho da Graça, CaioFábio não aceita ser chamado de evangélico, pois para ele, “os evangélicos pioram o mundo para os outros”. Com informações gospelprime.

https://www.youtube.com/watch?v=vuWpxEBfAWE

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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Unção ou desequilíbrio espiritual?

Que Deus possa nos dar sabedoria e compreensão com discernimento espiritual.

por Leandro Bueno-via gospelprime
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Uma das características, a meu ver, mais marcantes de nossos tempos é a utilização de vários termos totalmente fora dos seus devidos contextos, apesar de repetidos à exaustão pela população, tais como fundamentalista, homofóbico, fascista, etc.

No meio cristão, isso ocorre também e um exemplo do que estou dizendo se dá com a palavra UNÇÃO. Analisando o que a Bíblia nos ensina sobre o assunto e como vemos tal termo sendo utilizado em muitas igrejas, chega a dar calafrios, tal é o nível de heresias, falta de sabedoria e maturidade especial. Vejamos algumas das situações a que me refiro.

No período do Antigo Testamento, tínhamos a época da lei, da Antiga Aliança, quando, como regra, somente reis e sacerdotes eram ungidos. Tal ato era o símbolo de uma suposta autoridade divina que recaía sobre esses indivíduos, a ponto de muitos ali não poderem ser questionados acerca de seus atos.

Interessante é que, mesmo no ambiente secular, vimos isso ocorrer ao longo da História política, quando na época do Absolutismo, tínhamos a máxima “The King can do no wrong”, ou seja, o rei, o imperador, não podiam errar, não poderiam nem ser responsabilizados por seus atos.

E hoje quem são, no meio religiosos, esses “reis” e “sacerdotes”? Eu diria que são muitos destes auto-proclamados apóstolos, pai-póstulos e que adoram ostentar esses títulos, mas não só eles, mas todo aquele cristão que, ensimesmado na sua vaidade e altivez, se coloca em um nível superior aos outros, muitas vezes querendo agir como moralistas de plantão ou de forma extremamente autoritária, dizendo o que os outros devem ou não fazer.

Ora, isso não significa dizer que não acredito que existam, sim, pessoas que tenham uma maior intimidade com Deus, por buscarem todos os dias, por terem uma vida onde a santidade é um alvo perseguido, etc. Porém, é importante nunca perder de vista o fato de que todos somos imensamente carecedores da graça de Deus e que o orgulho e a empáfia são o caminhão da perdição, da queda.

E o que seria então a unção? A unção é o próprio Espírito Santo habitando na pessoa regenerada. Com efeito, todo verdadeiro cristão é ungido por Cristo, com o Espírito de Deus. E, penso, que somente olhando, para Gálatas 5:22, temos condições de entender como esse Espírito se manifesta em nós.

Ele se manifesta por meio de seus frutos que são o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança. Assim, torna-se um tanto questionável, principalmente por parte de alguns que se colocam como “ungidos de Deus”, se você olhando para a vida destas pessoas, não consegue detectar nenhum destes frutos ali presentes e o cristão ele tem o dever de, em sua jornada, buscar ser coerente.

Daí, ser algo pra lá de questionáveis, para não dizer anti-bíblicos, esses modismos que vemos no Brasil do Gospel, onde temos unções ao gosto do freguês: unção do riso, unção apostólica, unção do cachorro, unção dos quatro seres viventes, unção do anjo, unção do tombo, unção da águia, unção da loucura, etc. A criatividade é o limite.

A questão é que a maioria destes modismos infelizmente são baseados em versículos isolados e totalmente fora do contexto atual, com uma teologia paupérrima, e muitas vezes servem apenas para encher templos, quando não vender produtos, como toalhinhas, terra e óleo que seriam de Israel, pedrinhas com letras em Hebraico, copos, etc.

Ou seja, é o mesmo mercantilismo no templo, tão repudiado por Jesus, que se revoltou com isso, a ponto de expulsar muitos ali por não tolerar tal prática, como lemos no final dos Evangelhos sinóticos (Marcos 11:15-19, Mateus 21:12-17 e Lucas 19:45-48) e perto do início do Evangelho de João (João 2:13-16).

Chega-se ao ponto de termos até transferência de unção, entre um crente e outro, com imposição de mãos. Pergunta-se: Em que lugar no Novo Testamento isso ocorreu? Alguém consegue conceber o apóstolo Paulo ministrando que unção e dons espirituais podem ser transferidos? Ou Jesus orientando seus discípulos desta maneira?

Concluindo, que Deus possa nos dar sabedoria e compreensão com discernimento espiritual. SOLI DEO GRATIA.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.