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Rússia proíbe Igreja da Cientologia

A decisão do tribunal será contestada pelos representantes da religião no país

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Rússia proíbe Igreja da Cientologia
Rússia proíbe Igreja da Cientologia

Na última segunda-feira (23) a Rússia proibiu a Igreja da Cientologia de se instalar no país. O tribunal de Moscou afirmou que a religião, registrada no país como marca comercial, não pode ser considerada como uma organização religiosa.

A imprensa local divulgou a decisão da justiça que ordenou a dissolução da organização em até seis meses, pois para o tribunal a Cientologia viola a lei sobre a liberdade religiosa do país.

Representantes da religião na Rússia repudiaram a decisão do tribunal e já afirmaram que irão recorrer. “A decisão não é definitiva e entraremos com um recurso”, disse um dos porta-vozes.

Segundo a agência EFE, a Igreja da Cientologia está registrada na Rússia desde 1994 e tem mais de 10 mil fiéis. Por isso seus representantes acreditam que a decisão da justiça viola os direitos de seus seguidores.

A Constituição russa tem quatro confissões religiosas cunhadas como oficiais: religião ortodoxa, o islã, o budismo e o judaísmo. No país encontramos outras minorias religiosas, entre elas os católicos e protestantes.

Fundada em 1953 por L. Ron Hubbard (1911–1986), a Cientologia é uma religião reconhecida em diversos países, inclusive Estados Unidos, Itália, África do Sul, Austrália, Suécia, Nova Zelândia, Portugal e Espanha.

Em outros países, principalmente na Europa, a religião é considerada uma seita. Na Alemanha, por exemplo, a Cientologia é monitorada pelo BfV, órgão federal de proteção a Constituição.

Os problemas que a religião sofre em muitos países está relacionado ao fato dela espionar seus membros através de escutas.

O julgamento na Rússia está ligado a um caso de espionagem, pois em agosto deste ano a polícia local entrou com um processo contra o grupo religioso por conta da posse ilegal de equipamentos de escuta e recolhimento de informação sobre a vida privada das pessoas.

Os manjares da “rainha” não me contaminam, diz Sóstenes Cavalcante

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Deputado critica  governo de Dilma Rousseff

Não vou me contaminar com os manjares da “rainha”, diz Sóstenes Cavalcante

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), conhecido por suas convicções e oposição ao Governo, afirmou nesta terça-feira, 24, que continuará votando para derrubar os vetos da presidente Dilma Rousseff.

“Estou cumprindo meu mandato sem me contaminar com os manjares da ‘rainha’”, declarou.

Mesmo sendo de um partido de base, o PSD, Sóstenes afirma que apesar de já ter recebido convites e propostas de membros do governo para mudar seu posicionamento, não irá ceder às pressões “de um governo que em nome do ajuste fiscal, esse ano, retirou direitos dos trabalhadores, aposentados, professores, viúvas, garçons, caminhoneiros, servidores do judiciário”.

Em todos esses assuntos eu sempre votei a favor do povo, não pretendo me curvar, nem a vontade partidária, nem do governo, nem de ninguém. Meu compromisso é com o povo, com os 104.697 eleitores que confiaram seu voto a mim. Desde que cheguei a Câmara dos Deputados.

Meu compromisso foi está ao lado daqueles que mais precisam, meus princípios e valores jamais me permitirão me curvar e me sentar à mesa para participar dos manjares e ofertas do “rei, neste caso da “rainha”, exclamou.

Além dos votos contrários ao Governo, Sóstenes também vem promovendo campanhas, uma das mais emblemáticas foi a “Xô CPMF”. Munido de placas com os dizeres.

Oo parlamentar se manifestou, durante a Comissão Geral na Câmara dos Deputados, que contou com a presença do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

O Deputado Sóstenes é contra a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinto imposto sobre o cheque, antes utilizado para custear a saúde pública.com informações gospelprime.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.
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Freiras se passam por prostitutas para salvar vítimas do tráfico sexual

Grupo denuncia que Brasil é propenso ao tráfico humano

por Jarbas Aragão-gospelprime-Freiras se passam por prostitutas para salvar vítimas do tráfico sexual

Freiras “viram” prostitutas para salvar vítimas do tráfico sexual

Um verdadeiro exército de freiras se organiza para resgatar vítimas do tráfico de pessoas. Elas se passam por prostitutas, infiltrando-se em bordéis para conhecer a realidade. Em alguns casos, compram crianças mantidas em regime de escravidão.

O nome do ministério é Thalita Kum, inspirada nas palavras de Jesus em Marcos 5:41. A organização filantrópica já se expande por 80 países. Organizado em 2004, atualmente o grupo é composto 1100 freiras, mas necessita de mais gente por causa da expansão global do tráfico de pessoas. Estimam que 1% da população global é cooptado pelo tráfico, ou quase 73 milhões de pessoas. Dessas, 70% são mulheres com 16 anos ou menos.

John Studzinski, banqueiro e filantropo que representa o Thalita Kum, disse recentemente: “Não estou tentando ser sensacionalista, mas quero ressaltar que… as forças do mal estão por aí”.

“Esses são problemas causados pela pobreza e pela desigualdade, mas vai muito além disso”, afirmou Studzinski durante uma Conferência que discute os direitos e o tráfico de mulheres. São várias as histórias tristes ouvidas das mulheres resgatadas, que ficaram presas, foram violentadas, torturadas e constantemente acabam como escravas sexuais.

“Elas [as freiras] não confiam em ninguém. Não confiam no governo, não confiam nas corporações privadas, nem na polícia local. Em alguns casos, dizem que não podem confiar sequer no clero”, por isso estão agindo afirmou Studzinski.

As freiras que ‘viram’ prostitutas trabalham em cooperação com uma rede que atua no combate ao tráfico de crianças, vendidas como escravas, sobretudo na África, nas Filipinas, no Brasil e na Índia. As religiosas arrecadam dinheiro de várias maneiras para tentarem recuperar essas crianças.

Possuem várias ‘casas de crianças’ espalhada pelo mundo. “São crianças que, se não forem resgatadas, serão vendidas como escravas, às vezes pelos próprios pais. É chocante, mas é real”, insiste o representante da organização.

A freira italiana Gabriella Bottani revela que o Brasil é um país onde todas as fases do percurso das vítimas de exploração coexistem. É um país de origem, trânsito e destino de pessoas exploradas, e destacou que a maior parte destas são mulheres jovens, vindas de famílias pobres e com baixos níveis de escolaridade.

A freira Estrella Castalone, uma italiana que coordena a rede Talitha Kum no Brasil explicou que, procurando sair da pobreza, estas meninas “acabam sendo enganadas ou se transformam em vítimas de diferentes formas de exploração”. Com informações de Christian Today