Categorias
Estudos

Família de Deus

Por Amilcar Rodrigues em -gnoticias – 2 de setembro de 2015

O conceito de Família ajuda-nos a entender os comportamentos da sociedade, neste mundo em que viajamos ou evoluímos?

Nesta breve reflexão, com o Leitor, desejo considerar a FAMÍLIA DE DEUS, distinta de outras, como por exemplo, das religiões , político partidária, mátria ou pátria da moeda, de clubes desportivos dos eixos geo-políticos e das redes sociais.

No que respeita à Família Cristã, recebemos por herança do patriarca Abraão, Gl 3:16, as doze tribos de Israel Gn 35:23-26 as doze tribos da Nova Aliança, Ap 7:4 cujo tronco provém de Siló da Tribo de Judá, Gn 49:10. A totalidade da Família de Deus, compreenda-se da Antiga e da Nova Aliança, prefazem um número de 144.000, Ap 7:4.

Curiosamente tanto na Antiga como na Nova Aliança existem correntes de famílias em razão de diversas formas sectaristas de pensamento e de comportamento, a saber:

Fariseus, saduceus, escribas, essênios, zelotas entre outras, e no que respeita à Nova Aliança as eclésias pentecostais, ortodoxa, ICAR, Copta, protestantes, anglicana e evangélicas denominacionais.

“A Família de Deus é devidamente identificada pela circuncisão, na Antiga Aliança e pelo novo nascimento na Nova Aliança. Todos quantos são guiados pelo Espírito são da Família de Deus, Carta aos Romanos. ”

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, I Pd 2:9 a“.

A Antiga Aliança deu lugar à Nova Aliança, segundo as Escrituras:

Porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede que estava no meio… Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos, e da Família de Deus, Ef 2: 14 e 16“.

“Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.” – Mt 6:9

Amém!

Fraternalmente,
casal com uma missão,
Amílcar e Isabel Rodrigues

“As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores.”
Amilcar Rodrigues foi ordenado pastor em 1978 na “Apostolic Faith Mission” na República da África do Sul, onde fez estudos teológicos. Como missionário em Portugal, fundou três igrejas e foi Presidente Nacional da Comissão de Programas da Aliança Evangélica Portuguesa, para a televisão, RTP2. Foi formado produtor de televisão “Broadcast” pela “Geoffrey Connway Broadcast Academy” Toronto, Canadá, é filiado do “Crossroads Christian Comunication”. Em 1998 veio para o Brasil convidado pelo Ministério Fé Para Todos, Rio de Janeiro. No ano 2000 fundou em Cabo Frio uma congregação do mesmo Ministério e foi nomeado Vice-Presidente do Conselho de Pastores até ao ano de 2004. Em 2006 ficou cego. Escreveu o livro “Deus da Aliança” , Evangelho dos Sinais aos Hebreus” e “Contos do Apocalipse”. Foi convidado pelo Gospel+ para participar como colunista em Maio de 2012.Por
Categorias
Artigos Cultos

Eu também falo mistérios

Mas o que é “mistério”? Há inúmeras definições dentro e fora da Bíblia para essa palavra.

por Fábio Ribas – gospelprime –

 

Eu também falo mistérios

Aquela igrejinha ficava numa viela escura de um subúrbio de Brasília. Ao entrarmos, vimos que só havia mulheres vestidas de branco. Elas estavam prostradas pelo chão. Ficamos ali umas três horas antes que, finalmente, entrassem homens. Eles também estavam todos vestidos de branco e começaram uma coreografia “espiritual” estranhamente erotizada com aquelas mulheres.

Uma das mulheres perguntou-me: “Você quer falar em mistérios?”. Prontamente, respondi que sim. Ela ordenou que um dos homens viesse e me abraçasse. Era um homem alto e forte. Segurou-me e, levantando-me do chão, começou a rodopiar. Ficamos ali girando e girando com aquela mulher que ficava gritando: “Repete bem rápido, bem rápido, sem parar: “glória a Deus, glória a Deus, glória a Deus””!

Era o ano da minha conversão, 1995. A minha sede espiritual levou-me a experimentar de tudo o que o mundo evangélico poderia me oferecer. Naquela noite, porém, quando entramos no carro para irmos embora, nossos amigos, também recém-convertidos de uma vida de bruxaria em Alto Paraíso (GO), denunciaram que o que viram ali naquela igrejinha, só haviam visto antes num terreiro de Candomblé.

Mas o que é “mistério”? Há inúmeras definições dentro e fora da Bíblia para essa palavra. Ela é usada no Novo Testamento 28 vezes, sendo que é Paulo quem mais a usa: 21 vezes. E ele usa essa palavra em mais de um sentido, dependendo do contexto. Mas, no sentido que a mulher daquela igrejinha usara comigo, Paulo e o Novo Testamento só o faz em I Cor 14.2.

A experiência do mistério, que nada mais é do que a experiência com o sagrado, fascina o ser humano. E a força disso é tanta que até mesmo ateus se rendem à manifestação do mistério. E, como eu tenho escrito em artigos anteriores, o sagrado se manifesta por meio de uma linguagem específica – o símbolo, o mito, o dogma, o rito: é o próprio mistério querendo sair detrás das cortinas.

O mistério, contudo, só existe para deixar de ser mistério – é o sagrado mostrando a que veio. Não é por acaso que Paulo instrui a Igreja de Corinto, caso não haja quem traduza, a que se cale aquele que faz uso do mistério das línguas ininteligíveis publicamente, pois a função da Igreja é comunicar de maneira clara o Evangelho da Salvação.

Mas eu preciso concluir mais essa abordagem sobre o sagrado explicando o título deste artigo: “Eu também falo mistérios”.

Das 28 vezes em que a palavra mistério ocorre no Novo Testamento, o tal mistério referido é revelado. E das 21 vezes que Paulo usa essa palavra, não há dúvida alguma que, em 14 delas, ele a usa com um mesmo sentido: para revelar que o grande mistério, oculto no passado, mas agora revelado em Cristo, é a entrada dos gentios no povo de Deus por causa da Igreja.

A Igreja é a maneira que Deus estabeleceu de abarcar como povo Seu não apenas os judeus, mas pessoas vindas de TODOS os povos da terra. O véu deste mistério foi rasgado na cruz de Cristo e plenamente anunciado por Deus em Jesus.

A mensagem, portanto, deve ser anunciada a todos os povos. A proclamação do mistério da salvação dos gentios em Cristo é a própria razão de existir da Igreja. Então, sem rodeios, vou revelar aqui um grande mistério: se a sua igreja local, o corpo de irmãos no qual você está inserido, não se empenha no esforço missionário de alcançar outros povos, feche as portas do templo e pare de brincar de clubão, porque vocês ainda não entenderam o mistério eterno revelado pelo próprio Deus na pessoa de Seu Filho Jesus.

Categorias
Noticias

Anúncios do Islã tentam conquistar fiéis no Brasil

Site oferece informações sobre a religião e ajuda on-line para quem quer se converter

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Anúncios do Islã tentam conquistar fiéis no Brasil
Anúncios do Islã tentam conquistar fiéis no Brasil

Através de anúncios no Google o Islã tem tentado mostrar aos brasileiros o que é a religião e como se tornar um muçulmano.

Ao que parece há interesse da religião em ser conhecida por brasileiros, por isso quem acessa sites com propagandas do Google (Google Adsense) poderá visualizar esses anúncios.

De acordo com o site Blasting News Brasil, quem acessa o site do anúncio encontra algumas regras sobre o islamismo, incluindo a necessidade de se repetir todos os dias a frase “Não há outro Deus a não ser Deus, e Maomé é seu profeta”. A declaração é uma das formas de se converter ao Islã.

Além de repetir a frase, outra regra ensinada é a realização de cinco orações diárias com o rosto voltado para Meca e não é só isso: ainda faz parte da rotina do muçulmano ser generoso com os necessitados e jejuar durante os 40 dias do nono mês do calendário islâmico.

Quem tiver dúvidas ainda pode conversar on-line através de um chat, serviço onde os interessados poderão questionar sobre os dogmas da religião e tirar outras dúvidas.

O Islã é uma das maiores religiões do mundo e está em pleno crescimento, dados recentes afirmam que 22,9% da população mundial professa o Islã, sendo que a maioria de seus seguidores vivem na Ásia.

Apesar do crescimento na Europa e nos Estados Unidos, o número de muçulmanos é ainda pequeno no Ocidente, o que justificaria o investimento da religião em anúncios no Brasil.