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Anúncios do Islã tentam conquistar fiéis no Brasil

Site oferece informações sobre a religião e ajuda on-line para quem quer se converter

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Anúncios do Islã tentam conquistar fiéis no Brasil
Anúncios do Islã tentam conquistar fiéis no Brasil

Através de anúncios no Google o Islã tem tentado mostrar aos brasileiros o que é a religião e como se tornar um muçulmano.

Ao que parece há interesse da religião em ser conhecida por brasileiros, por isso quem acessa sites com propagandas do Google (Google Adsense) poderá visualizar esses anúncios.

De acordo com o site Blasting News Brasil, quem acessa o site do anúncio encontra algumas regras sobre o islamismo, incluindo a necessidade de se repetir todos os dias a frase “Não há outro Deus a não ser Deus, e Maomé é seu profeta”. A declaração é uma das formas de se converter ao Islã.

Além de repetir a frase, outra regra ensinada é a realização de cinco orações diárias com o rosto voltado para Meca e não é só isso: ainda faz parte da rotina do muçulmano ser generoso com os necessitados e jejuar durante os 40 dias do nono mês do calendário islâmico.

Quem tiver dúvidas ainda pode conversar on-line através de um chat, serviço onde os interessados poderão questionar sobre os dogmas da religião e tirar outras dúvidas.

O Islã é uma das maiores religiões do mundo e está em pleno crescimento, dados recentes afirmam que 22,9% da população mundial professa o Islã, sendo que a maioria de seus seguidores vivem na Ásia.

Apesar do crescimento na Europa e nos Estados Unidos, o número de muçulmanos é ainda pequeno no Ocidente, o que justificaria o investimento da religião em anúncios no Brasil.

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Estado laico não significa Estado inimigo da religião, afirma ministro

O ministro ainda defendeu a permanência de crucifixos nos tribunais por conta do valor cultural

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

Estado laico não significa Estado inimigo da religião, afirma ministro
“Estado laico não significa Estado inimigo da religião”

Há muitas pessoas pregando o fim das religiões se valendo do conceito Estado laico, presente na Constituição Federal. Em nome da laicidade, se opõem a qualquer tema relacionado a religiões, desde símbolos em locais públicos, participação de religiosos na política e até opiniões desse grupo na esfera pública.

Mas para o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes o conceito de Estado laico, presente na Constituição brasileira, não significa um Estado inimigo da religião.

“A laicidade não pode ser confundida com laicismo. A ideia de um Estado laico não significa que nós tenhamos um Estado que seja inimigo da religião ou, ainda, um Estado indiferente à questão religiosa”, disse ele nesta segunda-feira (10).

Mendes participava de uma palestra com o tema Constituição e Religião, promovida pela Associação dos Advogados de São Paulo e defendeu que o conceito presente na Constituição só se refere a proteção do Estado às religiões.

“Do ponto de vista constitucional, decorre para o Estado não só o dever de abstenção, mas também o dever de proteção das várias religiões, evitando perseguições, ataques, toda as formas de afetação do exercício da liberdade.”

Ainda segundo o ministro, há valores religiosos que também são valores culturais e estão presentes até mesmo nas leis brasileiros. O mesmo ocorre com símbolos religiosos como os crucifixos nos tribunais.

“A ideia da laicidade do Estado não leva a uma postura de supressão desses elementos, que, a um só tempo, são, para uns, elementos de caráter religioso, mas, para outros, elementos de caráter cultural”, afirmou Gilmar Mendes.

O ministro do STF diz que é a favor da manutenção dos crucifixos nos tribunais. “Seu eu tivesse que decidir um caso no Supremo Tribunal Federal, eu diria que esse crucifixo não é uma manifestação religiosa, mas é uma manifestação da cultura cristã. E isso não me parece que deva ser eliminado.”

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Papa Francisco reconhece ameaça de assassinato e ora para que qualquer tentativa não o machuque

Por Hamlet Kim | Repórter do The Christian Post tradutor Jefferson Dohi

Papa Francisco mostrou preocupação sobre ele ser assassinado na terça-feira por membros do ISIS ou outras organizações que estão fazendo ameaças contra ele.

“A vida está nas mãos de Deus”, disse Francisco em entrevista ao La Carcova News. “Mas se é sua vontade que eu morra ou algo aconteça a mim, peço-lhe apenas um favor: que isso não doa, porque eu sou um verdadeiro covarde quando se trata de dor física.”.

  • Papa Francisco
    Reuters/Alessandro Bianchi
Francisco não acha estranho ser ameaçado por grupos radicais como o ISIS, que o chamam de “portador da falsa verdade.” O rumor de uma ameaça de bomba em potencial foi testemunhado pelo ex-comandante da Força de Ação Especial Getulio Napenas. A bomba teria sido definida pelo Jemaah Islamiya, uma organização jihadista do sudeste asiático, mas o Vaticano negou tal acusação.

Ele é muito mais liberal do que pontífices anteriores, fazendo dele um alvo especialmente suscetível para as organizações. Francisco afirmou opiniões progressistas sobre a homossexualidade, incluindo sua famosa pergunta aos repórteres: “Se alguém é gay e ele procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgar?”

Enquanto em Buenos Aires, Francisco também abordou preocupações reais que enfrentam uma geração mais jovem crescendo na Internet. Mesmo que ele próprio tem uma conta no Twitter, primeira vez para o pontífice, Francisco alertou contra o excesso de interação virtual e a pouca interação real.

“Temos uma grande capacidade de reunir informações, e isso pode se transformar jovens em ‘museus’- nos colectores de imagens e dados que é maçante e enfraquece a sua capacidade de ser crítico. Na vida real, a fertilidade não vem apenas da acumulação de informação ou simplesmente através da comunicação virtual. Amor virtual não existe “, disse Francisco. “A declaração de amor virtual existe, mas o verdadeiro amor exige, o contato físico concreto.”

Francisco também revelou que ele vai visitar a Argentina em 2016, que é de onde ele é. Em seguida, ele irá em seguida dar um discurso sobre a mudança climática, que o Cardeal Peter Turkson disse está em linha com dever cristão de “cuidar dos trabalhos em curso da criação de Deus.”

Reuters/Alessandro Bianchi