Aécio Neves diz que o diabo se envergonharia da campanha eleitoral do PT

O senador mineiro criticou a postura do partido de Dilma Rousseff e prometeu uma “vigorosa oposição”

por Leiliane Roberta Lopes

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Aécio Neves diz que o diabo se envergonharia da campanha eleitoral do PT
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O candidato derrotado Aécio Neves (PSDB) voltou a ocupar seu cargo como senador em Brasília e foi recebido por parlamentares que integram a oposição.

Durante o encontro desta quarta-feira (5), o senador mineiro criticou a campanha eleitoral do PT citando as mentiras que foram divulgadas para impedir que Dilma Rousseff perdesse a reeleição.

“Disseram que iam fazer o diabo nessas eleições, pelo menos cumpriram o que prometeram. Acho que o diabo se envergonharia de muitas coisas que fizeram nessas eleições”, disse o tucano.

Para o senador a campanha que reelegeu Dilma foi marcada por mentiras e pelo uso “sem limites” da máquina pública. Aécio não deixou passar as acusações que o PT fez contra sua posição em relação aos assuntos econômicos e citou a recente decisão do Banco Central em aumentar os juros.

“Eles nos acusaram de ser patrocinadores do capital financeiro, diziam que votar no Aécio significava aumentar a taxa de juros e o que aconteceu poucos dias depois das eleições? O aumento da taxa de juros para controlar a inflação que eles disseram que não existia”.

Nesta reunião o senador falou para integrantes do PSDB e dos partidos aliados DEM, PP, PPS e Solidariedade. O senador firmou um compromisso de construir uma oposição “revigorada” por conta das respostas dos mais de 51 milhões que votaram nele no segundo turno. Com informações O Globo.

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Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”

Vídeo divulgado por jornal inglês revela como funciona “mercado”

por Jarbas Aragão – gospelprime

 

Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”
Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como “escravas sexuais”

Rotineiramente, as notícias relacionadas à organização extremista muçulmana Estado Islâmico (EI) geram horror no mundo ocidental. O principal motivo para isso é que seus membros tentam impor a lei sharia para todos os que vivem dentro de seus domínios.

Invasão de cidades, massacre de moradores, crucificação e decapitação de cristãos já foram manchetes em diversos órgãos de imprensa e até o momento nenhum posicionamento oficial da Organização das Nações Unidas (ONU).

Pelo contrário, quando os Estados Unidos e uma coalização de outros países começaram a bombardear as posições do EI no Iraque, foram criticados na plenária da ONU pela presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, ela disse que deveria ser procurado “o diálogo, o acordo” e condenou os ataques.

Hoje, o influente jornal inglês Daily Mail publicou uma reportagem que mostra mais de perto um aspecto amplamente ignorado fora do mundo islâmico: o mercado de escravas sexuais.

Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a prática é explicitada em tempos de guerra – como a que os soldados do EI acreditam estar lutando. Eles não podem, contudo, usar muçulmanas para isso, portanto atualmente o leilão entre eles é com prisioneiras cristãs e yazidies, uma minoria religiosa do Curdistão.

Um vídeo encontrado no celular de um miliciano mostra um pouco como funciona a venda de mulheres capturadas pelos fundamentalistas. Outros relatos, como os da organização não governamental Humans Rights Watch, mostram testemunhos de mulheres que serviram como escravas contando que crianças também são compradas e vendidas.

Uma das edições da revista online Dabiq, publicada em inglês pelo EI justifica o uso de mulheres “infiéis” como escravas sexuais. O artigo intitulado de “A recuperação da escravidão antes da hora” afirma que o EI restabeleceu a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. Quanto mais nova, maior o valor pedido.

Segundo o Daily Mail, existe uma espécie de tabela. Os valores são aproximados, considerando o câmbio desta semana.

tabela preco escravas do ei Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como escravas sexuais

Um documento apresentado pelo site IraqiNews mostra que o valor de venda das mulheres e dos despojos de guerra vem tendo uma diminuição significativa. Mas o EI impôs um controle dos preços, ameaçando executar quem viola as diretrizes.

O vídeo que está sendo mostrado na mídia global foi filmado em Mosul, a segunda maior cidade do Iraque, de acordo com a Al Aan TV – que traduziu as falas para o inglês.

“Hoje é dia de mercado de escravas sexuais”, afirma diante da câmara um homem barbudo não identificado, cercado por vários outros combatentes. “Hoje é dia da entrega”, acrescenta. “Com a permissão de Alá, cada um de nós terá a sua parte”, garante.

Em pouco mais de dois minutos, eles riem e fazem piadas sobre as mulheres. Embora nenhuma delas seja mostrada, há menções que muitas têm apenas 15 anos de idade. Quando falam sobre o preço, um deles compara com o valor de uma pistola Glock usada. Outro diz que o negócio só será fechado depois que ele olhar os dentes da prisioneira.

Explica-se ainda que mulheres bonitas e de olhos azuis ou verdes custam mais caro. Um dos combatentes explica que “está escrito”, numa referência ao Alcorão. Outro esclarece que está procurando uma “menina”. Há inclusive um adolescente no vídeo, que parece familiarizado com o processo. No final, eles parecem olhar fotos em um celular, mas sem esclarecer onde elas estão. Ao demonstrar interesse por uma delas, ouve que aquela já morreu. Ele apenas ri.

Segundo dados de especialistas da Universidade de Oklahoma, o número de mulheres capturadas por milicianos do Estado Islâmico pode atingir 7000.

Em pouco menos de um mês, este é o segundo vídeo mostrando como o EI trata as crianças. O primeiro revela como os extremistas muçulmanos “estabeleceram campos de treinamento para recrutar crianças para a luta armada sob o pretexto de educação religiosa”.

Assista:httpv://www.youtube.com/watch?v=vJI5bqkVirI

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Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Domingo (02) foi o Dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida

por Jarbas Aragão

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Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos
Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Acredita-se que mais de cem milhões de cristãos enfrentam perseguições diariamente em todo o mundo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Todos os anos, igrejas se reúnem para lembrar disso em novembro. Promovido pela Aliança Evangélica Mundial (AEM), o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida ocorrerá neste domingo (2), embora alguns países optaram por lembrar da data no dia 9.

“Apelamos aos cristãos de todo o mundo que apoiem os irmãos perseguidos, orando por eles e ajudando-os no que for possível, tal como ensina a Escritura”, pede Godfrey Yogarajah, diretor executivo da Comissão para a Liberdade Religiosa da AEM.

Nos últimos meses, o mundo vem testemunhando milhares de cristãos no Iraque e na Síria serem perseguidos e mortos. Muitos foram crucificados ou decapitados. Os que sobreviveram foram obrigados a fugir. Mas a perseguição não se restringe ao Oriente Médio. Em pelo menos 80 nações há registros de algum tipo de perseguição.

O tema deste ano é “Não Fique em Silêncio”.  O Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da AEM lembra que é importante todos se unirem no clamor “Pois, se um membro sofre, todos os outros sofrem, 1 Coríntios 12:26.”

A organização do evento acredita que mais de meio milhão de igrejas se juntarão para intercessão no dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida. No início de 2014 foi divulgado uma triste estatística: o número de cristãos mortos por causa de sua fé dobrou em 2013, se comparado com o ano anterior.

A expectativa é que os números deste ano sejam maiores ainda.  Os grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de martírio em pelo menos metade dos países com registros de perseguição.

Teólogo critica silêncio

Mesmo com essa iniciativa, o encontro “Em Defesa dos Cristãos”, realizado recentemente foi marcado por declarações fortes sobre a atitude da maioria das igrejas. Eric Metaxas, teólogo e escritor, criticou o silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos no Oriente Médio. Ele comparou a atitude da maior parte das lideranças cristãs com o silêncio dos cristãos no tempo da Alemanha nazista.

Metaxas escreveu uma biografia de Dietrich Bonhoeffer, influente pastor e teólogo que sempre criticou a perseguição aos judeus e morreu nas mãos dos nazistas. Eric lembrou uma frase de Bonhoeffer: “O silêncio diante do mal é o próprio mal”.

“Se você não falar nada quando há perseguição aos cristãos… se você se cala, está fazendo parte desse mal. Quando os cristãos mantêm suas bocas fechadas, como temos feito normalmente enquanto ocorre essa terrível perseguição no mundo todo, Deus não nos vê como inocentes”, enfatizou. Com informações Christian Post e World EA