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Namoro integral: pastor comenta nova tendência de relacionamento de jovens cristãos regado a sexo

 

Publicado por Tiago Chagas – gnoticias – em 12 de novembro de 2015

Namoro integral: pastor comenta nova tendência de relacionamento de jovens cristãos regado a sexo
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Que a tradição evangélica desaconselha o sexo fora do casamento, todos sabem. E que existem movimentos que se esforçam para realçar as vantagens de esperar pelo casamento para conhecer o sexo, também. O que é novidade é o movimento que vem ficando conhecido como “namoro integral”, em que jovens evangélicos já combinam, antes de o relacionamento começar, que o sexo não será evitado. Muito pelo contrário.

O pastor Renato Vargens, da Igreja Cristã da Aliança, publicou um artigo narrando uma experiência recente relacionada ao “namoro integral” e lamentou as relativizações que vêm acontecendo entre os evangélicos.

“Outro dia soube de uma moça que disse que prefere ficar sem namorado a namorar alguém da igreja, visto que todos os jovens de sua igreja que a procuram para um relacionamento afetivo desejam um namoro integral. Curioso com a fala da menina perguntei o que significava namoro integral, o que me foi respondido, namoro regado a sexo”, contou o pastor.

Vargens destaca que essa prática, na sociedade em geral, “é natural”, mas se espanta com o surgimento de uma cultura como essa na igreja: “Definitivamente o pecado tem sido relativizado entre os crentes. Confesso que assusta-me a forma, por exemplo, com que os jovens têm desenvolvido seus namoros. Em nome de uma espiritualidade libertina, inúmeros adeptos do sexo livre não veem nada demais em que os jovens antes do casamento se relacionem sexualmente uns com os outros”, escreveu.

O pastor destaca que “as Escrituras condenam o sexo antes do matrimônio” e que “como cristãos não devemos tomar a forma desse mundo, trazendo para igrejas comportamentos que ferem a santidade de Deus”.

Em sua conclusão, Renato Vargens observa que “não devemos nos curvar diante da imoralidade que tem destruído parte da sociedade brasileira” e “como discípulos de Senhor, temos por missão anunciar a esta geração os valores e pressupostos bíblicos”.

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Casais evangélicos movimentam mercado de produtos eróticos e afirmam: “Deus não se importa com o que o casal faz entre 4 paredes”

Profile photo of Dan MartinsPor Dan Martins -gnoticias.com – em 15 de janeiro de 2015

Casais evangélicos movimentam mercado de produtos eróticos e afirmam: “Deus não se importa com o que o casal faz entre 4 paredes”O sexo é um dos temas mais cercados de tabus nos meios religiosos. Porém, apesar de todos os tabus em torno do assunto, fiéis de várias denominações, inclusive de igrejas tradicionais, tem pregado a liberdade sexual e buscado em sexshops produtos eróticos para “apimentar” a relação.

Em uma reportagem feita pelo portal iG, vários casais evangélicos comentaram sobre essa busca por mais liberdade sexual e afirmaram que o sexo deve ser prazeroso e potencializado com produtos eróticos.

– Deus não se importa com o que o casal faz entre quatro paredes diz João Ribeiro, que é proprietário de um sexshop e membro da Congregação Cristã do Brasil, uma das igrejas mais tradicionais do País.

– O sexo que agrada a Deus é entre homem e mulher casados, ponto final. A Bíblia não menciona como deve ser feito. Se é em pé, sentado ou deitado. Da porta para dentro do quarto é o casal que cria as regras do jogo – completa Ribeiro, que afirma ainda que “os medos foram impostos por homens nos primeiros momentos da Igreja Cristã”.

Segundo ressaltado pelo iG, o grande número de denominações evangélicas existentes hoje no Brasil reflete também na pluralidade de opiniões sobre o que é certo e errado quando o assunto é sexo. Muitos pastores ainda debatem a prática do sexo oral e anal, fortemente proibidos pela Igreja Católica, enquanto outros defendem que vale tudo dentro de quatro paredes, e que o importante é a relação pessoal do casal com Deus.

Com essa mudança de comportamento entre vários evangélicos, o mercado de produtos eróticos já discute até mesmo o surgimento de sexshops especializados e um novo tipo de atendimento aos religiosos, com consultores de casais ou consultores matrimoniais.

Paula Aguiar, presidente da associação brasileira que representa este mercado, afirma que existe até mesmo a criação de uma nomenclatura especifica para atender esse público. Ela explica, por exemplo, que o sexo oral passa a ser chamado de “beijo na região íntima”, a palavra sexo é substituída pela relação afetiva e vibradores são citados como massageadores ou estimulantes íntimos.

Ribeiro comentou sobre sua decisão de abrir uma loja de produtos eróticos e conta que isso surpreendeu as pessoas de sua família. Sobre a igreja, ele revela que não fala diretamente para os outros fiéis sobre seu negócio e que ele e sua esposa, sócia na loja, se apresentam como “consultores de casais”.

– Sempre ouvimos: “Mas ajudam como?”. Respondo que ajudamos o casal a se reaproximar e até esquentar a relação – completa.

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Brasileiros infiéis acreditam que Deus perdoa casos extraconjugais

Pesquisa mostra que para usuários de site de infidelidade o perdão de Deus é menos importante que o perdão do cônjuge

por Leiliane Roberta Lopes

  • gospelprime

 

Brasileiros infiéis acreditam que Deus perdoa casos extraconjugais

O site Victoria Milan, voltado para casados que desejam ter relações extraconjugais, realizou uma pesquisa com brasileiros infiéis para saber qual a relação deles com a religião.

O resultado da pesquisa, feita com 3.544 pessoas, mostra que 82% deles são cristãos e que a maioria acredita que Deus perdoaria a traição se tiver “uma boa causa” para ser infiel.

Foram 76% dos entrevistados que disseram sim para a pergunta: “Acredita que Deus perdoa casos extraconjugais, caso ocorram por uma boa razão/causa?”. Somente 24% disse que não.
Outra pergunta respondida pelos usuários do site questionava se um envolvimento maior com a religião faria com que a pessoa deixasse de trair, 88% disse que não, 12% que sim.

Mas apesar dessa confissão, apenas 9% dos entrevistados disseram que o cristianismo é a religião de pessoas infiéis, 45% disseram que não e 46% assinalou que os cristãos não são mais infiéis que os demais religiosos.

“A nossa pesquisa nos mostra que o cristianismo não é visto como sendo uma religião promíscua, pelo menos não mais do que outra religião qualquer, embora os cristãos priorizem o impacto da infidelidade no seu cônjuge em detrimento daquele que é causado na sua fé”, disse Sigurd Vedal, fundador do site.

Os usuários também se mostraram mais preocupados com o perdão do cônjuge (54%) do que com o perdão de Deus (46%). “Eles acreditam veemente que Deus perdoaria sua infidelidade, enquanto a vontade do parceiro não parece igualmente benevolente”, opinou o criador do Victoria Milan. Com informações O Tempo