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Igreja Universal de Fortaleza é atacada por militantes do PSOL

Igreja diz que confrontos “expõem ódio da esquerda contra cristãos”

Manifestante ameaça religiosos
Manifestante ameaça religiosos. (Foto: R7)

Um dos guardas acabou ferido no braço pelo grupo e precisou ser levado para o hospital. Os psolistas só foram embora após a chegada das viaturas da Polícia Militar.

Segundo a igreja, “o PSOL é um partido de esquerda, de inspiração socialista, comunista e antidemocrática”.

O Bispo Guaracy Santos, líder da Universal no Ceará, lamentou o ocorrido. “Esse atentado mostra o que pretendem os extremistas de esquerda, e todo o desprezo e o desrespeito que eles têm aos valores de todas as famílias cristãs, sejam evangélicas ou católicas”, destaca.

Nos adesivos que os manifestantes tentaram colar na igreja era possível ver a figura de uma folha de maconha e o número de um candidato do PSOL ao cargo de deputado estadual. A lei vigente no Brasil estabelece que é crime fazer apologia ao uso de drogas ilícitas.

Novo ataque

Horas depois da tentativa de vandalismo, um travesti foi para a porta da sede da Universal. Ele segurava uma placa de protesto e tentou agredir os fiéis.

Em determinado momento, após confronto com os vigilantes, tomou a arma de um deles e passou a ameaçá-los com a pistola. Após os seguranças conseguirem desarmar o homem, ele foi entregue à polícia.

Ainda não foi esclarecido se o travesti tinha ligação com o grupo que atacou na noite anterior. Com informações R7

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Eleições 2018: Voto evangélico pode decidir próximo presidente do Brasil

Culto pentecostal
Culto pentecostal

Espera-se que os eleitores evangélicos desempenhem um papel decisivo nas eleições presidenciais do Brasil no dia 7 de outubro, visto que novas regras proibiram as corporações de fazerem contribuições diretas depois dos escândalos de corrupção.

Com o crescimento de seus números e influência, e a “bancada evangélica” no Congresso representando 15% dos legisladores federais, os apoiadores evangélicos se tornaram o foco dos principais candidatos de acordo com o Longview News-Journal.

Um dos líderes das pesquisas eleitorais foi fotografado chorando em um culto numa igreja, enquanto outro prometeu manter a proibição do aborto no país.

“O voto evangélico é muito orgânico, no sentido de que os pastores e bispos têm uma relação com os seguidores que influencia como eles votam”, disse o autor Antonio Lavareda segundo relatos.

“É o oposto da Igreja Católica, onde, apesar de ter mais fiéis, os padres têm menos influência direta”, acrescentou Lavareda, que escreveu extensamente sobre a política brasileira.

O Brasil tem o maior número de católicos do mundo – 123 milhões de acordo com o censo de 2010 – enquanto que os evangélicos agora somam 42 milhões, ou 20% da população.

No entanto, eles ajudaram a derrubar a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, por manobrar ilegalmente o orçamento federal e são amplamente considerados responsáveis pela eleição de Marcelo Crivella, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, como prefeito do Rio de Janeiro naquele ano.

O fundador da Universal, igreja de Crivella, Edir Macedo, também é proprietário de uma das maiores emissoras do Brasil, dando uma ideia de sua forte influência na mídia.

Enquanto isso, o pastor Silas Malafaia disse recentemente à Associated Press que ajudou a eleger 25 deputados e cinco senadores, apoiado pelas mais de 50 igrejas sob sua jurisdição.

“Eu ajudo os candidatos a serem eleitos emprestando-lhes minha imagem e palavras”, disse ele, acrescentando que este ano está apoiando o congressista de extrema-direita e ex-capitão do Exército Jair Bolsonaro.

“No Brasil, precisamos de um machão como ele… para defender todos os valores e princípios da família católica”, disse ele.Com informações do Folha Gospel

Fonte: IHU Online com tradução de Victor D. Thiesen

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Eleições 2018: Edir Macedo diz que apoia Bolsonaro

Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus
Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus

O bispo Edir Macedo afirmou no Facebook que está apoiando Jair Bolsonaro (PSL-RJ) na campanha presidencial.

Macedo, que é dono da TV Record e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, uma das mais influentes organizações religiosas do país, fez a afirmação ao responder a um de seus seguidores na rede social.

“Queremos saber bispo do seu posicionamento sobre a eleição pra presidente”, perguntou o discípulo Antonio Matos.

Macedo então respondeu: “Bolsonaro”.

Facebook do Bispo Edir Macedo (Facebook/Reprodução)
Facebook do Bispo Edir Macedo (Facebook/Reprodução)

O seguidor festejou: “Concordo plenamente. Esta eleição não é apenas uma luta política. Avançamos atacando o mal todo o dia e ele está revoltado contra todo o nosso povo. Seria interessante se o senhor e toda a cúpula da igreja viessem a público para exteriorizar esse pensamento. Eu sou a Universal e também estou com Bolsonaro só que muitos de nossos membros ainda estão indecisos e uma palavra sua ajudaria muita gente a se decidir”.

A campanha de Bolsonaro recebeu na semana passada a informação de que Macedo explicitaria o seu apoio, inclusive por meio de um vídeo–as imagens poderiam ser feitas neste domingo (30), na casa do candidato. Até agora, no entanto, nada foi gravado.

A assessoria de imprensa da Igreja Universal diz que a informação é falsa. O bispo está em viagem missionária.

Daciolo critica: ‘Falsos profetas’

O candidato do Patriota, Cabo Daciolo, criticou o líder da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) e proprietário da TV Record, Edir Macedo, por ter declarado apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).

Daciolo, que é evangélico e entrou no estúdio da emissora com uma bíblia nas mãos, afirmou que o livro sagrado do cristianismo já previa a existência de “falsos profetas” e que todos os votos “pertencem à Deus”.

“Hoje, as Igrejas são comandadas por maçons. A Bíblia diz que as Igrejas devem redistribuir as riquezas, para que ninguém passe necessidade”, criticou o deputado federal, em referência à Universal. Daciolo voltou a “profetizar” que ele será eleito presidente da República em primeiro turno, com 51% dos votos.

Fonte: Folha de São Paulo e Veja