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Ossada de terrorista morto durante Governo Militar é identificada

Restos mortais de Aluizio Palhano estavam em vala descoberta em 1990

Com informações da AB Agência Brasil – Metropoles.com

postado em 03/12/2018

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), anunciou hoje (3/12) que identificou os restos mortais do terrorista Aluizio Palhano Pedreira Ferreira, desaparecido político desde 1971.
Aluizio Ferreira era um militante do grupo armado Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), que teve o capitão Carlos Lamarca como uma das principais lideranças. Ferreira já havia sido incluído, em 2014, na lista dos mais de 400 desaparecidos políticos do regime militar feita pela Comissão Nacional da Verdade (CNV).
O dossiê da CEMDP com as conclusões sobre a identificação foi apresentado pela comissão à família do sindicalista. A irmã de Ferreira, Márcia Ferreira Guimaraes, disse que a identificação do irmão vai permitir que a família agora tenha direito ao luto, 47 anos após o desaparecimento.
Entenda o caso
Ferreira teria sido levado à sede do Centro de Informações da Marinha, no Rio, e ao centro clandestino conhecido como “Casa da Morte de Petrópolis”, antes de ser levado de volta à capital paulista, onde foi morto.
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Mulher mata o namorado, cozinha e serve com arroz a várias pessoas

Metropoles.com
Os dois estavam juntos há 7 anos e foi o irmão da vítima que sentiu sua ausência e chamou a polícia

Um homicídio chocou a cidade de Al Ain, no Marrocos. Uma mulher matou o próprio namorado, cozinhou partes dele e serviu com machboos, um prato típico dos Emirados Árabes que tem o arroz como base. Segundo a imprensa local, os dois estavam juntos há 7 anos e foi o irmão da vítima que sentiu sua ausência e chamou a polícia.

Os policiais foram até a casa da namorada, mas ela disse que tinha colocado o rapaz para fora e não sabia mais onde ele estava. O irmão não aceitou a versão e entrou na residência. Ao olhar para o liquidificador, encontrou um dente. De acordo com o jornal The National, após o DNA, confirmou-se que pertencia ao morto.

A mulher, então, foi presa e confessou o crime. Segundo a autora do assassinato, ela fez isso em um momento de “insanidade”, pois o estava sustentando há anos. Ainda na confissão, ela disse que o arroz foi distribuído para pessoas que trabalhavam perto da casa dela.

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Margarita Gracheva: ‘Meu marido amputou minhas mãos


Margarita Gracheva foi vítima de violência doméstica: suas mãos foram cortadas pelo marido — Foto: BBC
Margarita Gracheva foi vítima de violência doméstica: suas mãos foram cortadas pelo marido — Foto: BBC

           “Ele me mandou colocar suas mãos na árvore. Gritei, mas não adiantou. Então começou a cortar minhas mãos com um machado”.

A  russa Margarita Gracheva, de 26 anos, foi vítima dessa violência doméstica.

Seu agora ex-marido Dmitry Grachev, com um machado amputou a sua mão e depois, a levou a um hospital onde entregou a mão amputada aos médicos. Depois, Grachev se entregou à polícia. No ano passado, a Russia relaxou as leis de violência contra as mulheres do código penal.

Os médicos conseguiram reimplantar a mão esquerda de Margarita Gracheva em uma operação que durou 10 horas — Foto: BBC
Os médicos reimplantaram a mão de Margarita Gracheva  — Foto: BBC

O marido foi condenado a 14 anos de prisão na última quinta-feira, 15 de novembro.

Anteriormente,Dmitry Grachev a ameaçou a com uma faca. “Ele colocou a faca em meu pescoço. 

“O policial me disse: ‘Vocês vão fazer as pazes, isso não é importante’. O caso foi encerrado. 

Rússia modificou leis sobre violência doméstica

O Congresso da Rússia modificou o código penal e eliminou algumas das leis que puniam a violência doméstica. As agressões que causam dor física, mas não lesões, e causam hematomas, arranhões e ferimentos superficiais nas mulheres ou crianças não mais são consideradas crime, mas só será considerado crime se a vítima conseguir provar que foi atacada novamente.

Seu ex-marido foi multado em 10 mil rublos (cerca de R$ 560) por tê-la ameaçado com uma faca.

Dmitry Grachev foi a julgamento sob as acusações de sequestro, ameaça de morte e lesão corporal grave contra sua ex-esposa.

No processo, ele confessou ter cortado as mãos de Margarita.

Na quinta-feira, ele foi condenado a 14 anos de prisão. Também foi proibido de ver os filhos.

“Meus filhos não sabem o que aconteceu. Pensam que sofri um acidente. É difícil para eles. Não sei como explicar”, diz Margarita.

Margarita Gracheva recebeu doações para adquirir uma prótese biônica — Foto: BBC
Margarita Gracheva recebeu doações para adquirir uma prótese biônica — Foto: BBC
“Minha mão esquerda se perdeu na floresta. Depois, ela foi encontrada. Estava quebrada em oito partes. A pele e as veias foram transplantadas”, diz Margarita. Os médicos reconstruíram e reimplantaram sua mão esquerda em uma operação que durou 10 horas. 
Com informações obtidas no G1