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Silas Malafaia ensina a diferenciar profecia de “profetadas”

Os cristãos precisam ser regidos pela Bíblia e não por palavras de profetas

por Leiliane Roberta Lopes

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Silas Malafaia ensina a diferenciar profecia de “profetadas”
Silas Malafaia ensina a diferenciar profecia de “profetadas”

A famosa “profetada” já fez com que muitas pessoas caíssem da fé por trazer revelações falsas que trazem confusão e desilusão. Mas como saber se a profecia veio mesmo de Deus ou se o proeta está mentindo? O novo artigo do pastor Silas Malafaia para o site Verdade Gospel fala exatamente sobre isso, tentando ensinar como discernir o que vem ou não de Deus.

Nas lições dadas pelo pastor presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo encontramos o conhecimento das Escrituras, pois quem conhece a Bíblia e tem um relacionamento com Deus dificilmente vai cair no engano. “Se esses irmãos incautos tivessem um conhecimento mais profundo das Escrituras e um relacionamento mais próximo com o Senhor, discerniriam o engodo desses falsos profetas”, escreveu Malafaia.

O artigo mostra dois exemplos clássicos de quem se deixou levar por palavras mentirosas: “O profeta fulano de tal disse que eu deveria abandonar meu emprego, e ir para outro país servir a Deus como missionário. Eu obedeci, e todas as portas se fecharam para mim”; ou “a irmã Doquinha profetizou que eu deveria casar com aquele rapaz. Então, terminei o meu noivado com o homem que eu amava, e agora estou sozinha e amargurada”.

Para o primeiro caso o pastor explica que quando Deus chama uma pessoa para o ministério ele confirma de outras formas, incluindo pela revelação da Palavra, pelo testemunho do Espírito e até mesmo sustentando a pessoas de todas as formas.

No caso das profecias para relacionamentos o conhecimento da Palavra faria com que a pessoa soubesse que Deus nos deu o poder de decidir com quem iremos nos casar, essa decisão não é de Deus.

“Nem os pais, nem psicólogos, médicos, pastor ou ‘profeta’ podem tomar qualquer decisão no lugar do outro. Ninguém, mesmo que tenha o dom de profecia e tenha recebido uma revelação quanto a algum fato da vida de outra, possui autoridade para dizer com quem esta deve casar-se. O máximo que pode fazer é compartilhar a informação, especialmente se tal pessoa corre o risco de unir-se a alguém perigoso.”

É a Bíblia quem deve nortear a vida do cristão e não as palavras de pessoas que se auto intitulam profetas de Deus. “O Senhor nos deu algo precioso: Sua Palavra, a nossa bússola e Carta Magna, para pautar nossas escolhas e decisões. Na Bíblia, Deus revelou os princípios que regem a vida e os relacionamentos”, ensina o apresentador do programa Vitória em Cristo.

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Muçulmanos preparam ataque terrorista contra judeus em datas proféticas

Israel alerta sobre grande risco de atentados no exterior.

por Jarbas Aragão


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Muçulmanos preparam ataque terrorista contra judeus em datas proféticas
Muçulmanos preparam ataque terrorista contra judeus em datas proféticas

Desde o início dos conflitos que tomaram conta do Egito nos últimos dias, surgiram especulações sobre o que motivou os militares a darem mais um golpe de Estado.

A maioria das agencias de notícias não reportaram algumas das atividades “secretas” da Irmandade Muçulmana, organização politico-religiosa que estava por trás do presidente deposto, Mohamed Morsi. Agora, surgem notícias de que, em aliança com o Hamas, eles pretendiam “abrir as portas do inferno” contra Israel.

O Hamas, que domina parte da Palestina, afirma ter cerca de 35 mil combatentes, prontos para a guerra. Eles não estão sozinhos, há o apoio de outras organizações terroristas o Comitê de Resistência Popular e a Jihad Islâmica Palestina. Além de um apoio velado do governo do Irã.

Quando o Egito retirou o seu embaixador em Israel, a luz vermelha acendeu que algo grave estava prestes a acontecer. Foi então que os militares moderados do Egito resolveram agir.

Com tamanha pressão política, esperava-se que o presidente Barack Obama se pronunciasse. Contudo, Washigton se nega a suspender sua ajuda militar anual de US$ 1,3 bilhão ao Egito. Embora não apresente um motivo plausível para isso, provavelmente seja para esconder como esse dinheiro é gasto. Quase todo esse dinheiro é enviado ao Cairo pelo programa de Financiamento Militar Estrangeiro (FMF). Acaba voltando para os Estados Unidos quando o governo egípcio compra armamentos.

Os americanos também enviam para lá equipamentos militares de segunda mão, graças ao programa de Artigos de Defesa Excedentes. Por exemplo, entre os sofisticados armamentos comprados nos últimos anos estão aviões de combate F-16, aviões de reconhecimento E2-C Hawkeye, helicópteros Apache e Sikorsky, aviões de transporte C-130, Sidewinder, mísseis Sparrow, Improved-Hawk e Hellfire, tanques de guerra M-1A1 Abrams e M60A1, e veículos blindados M113A2. Algo que seria injustificável para um país que não está em guerra com ninguém a mais de 40 anos, excetuando a tensão constante com Israel.

Esta semana surgiram más notícias para os judeus. O Departamento de Contraterrorismo de Israel afirmou que existe uma orquestração no exterior contra os judeus que vivem em outros países. A lista inclui 41 países em que podem ocorrer ataques terroristas no próximo mês. Em oito deles existiria um “risco concreto muito alto” (Irã, Líbano, Síria, Iraque, Arábia Saudita, Iêmen, Sudão e Somália). Na Argélia, Djibuti, Mauritânia, Líbia, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Jordânia, Kuwait e Catar o perigo é classificado como “alto”.

O mês de setembro foi escolhido por que coincide com o aniversário dos ataques aos EUA em 11/9/2001 e principalmente datas proféticas para os judeus. Segundo o calendário judeu, o próximo mês é Tishri, quando são celebradas as festividadesde Rosh Hashanah (Festa das Trombetas/Dia do Julgamento/Ano novo, no 1.º dia), Yom Kippur (Dia da Expiação- 10º dia) e Sucot (festa dos Tabernáculos- 21º dia).

Não por coincidência que nesta mesma época, em 1973, ocorreu a “Guerra do Yom Kippur”, último grande conflito de estados árabes contra Israel. Liderados pelo Egito e Síria, caças cruzaram as linhas de cessar-fogo no Sinai e nas Colinas de Golã, na tentativa de recuperar parte dos territórios perdidos em 1967, durante a Guerra dos Seis Dias.

O Departamento de Contraterrorismo acredita que pode ser o início de uma “campanha de terrorismo global” promovida pelo Irã e o grupo libanês Hezbollah, além da Al Qaeda. Outro “estopim” para o conflito poderá ser a declaração do primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, de que seu governo tem provas que foi Israel quem articulou a derrubada de Morsi. Com informações EFE, Times of Israel e Front Page Mag.

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Islamistas amenazan de muerte a cristianos si no se marchan

Crisis en Egipto

Islamistas amenazan de muerte a cristianos si no se marchan

Una iglesia evangélica en Minia, ardiendo tras un ataque el pasado miércoles. / Twitter
La minoría cristiana asistió al saqueo y destrucción de unos 40 templos, al que no quisieron responder para salvar sus vidas. Desde entonces reciben amenazas de muerte en sus casas y negocios.

19 DE AGOSTO DE 2013, EGIPTO

Según infoma la agencia CSW, cristianos que viven en Minia, Beni Suef, Fayoum y Assiut están recibiendo amenazas específicas por parte de islamistas para que se marchen si no quieren ser atacados en los próximos días. En Minia, las casas y los negocios de cristianos han sido marcados con una X negra, como aviso definitivo de que están entre los objetivos a destruir.

Unos cincuenta templos, así como varias sedes de ministerios, orfanatos o escuelas cristianas, sufrieron graves deterioros en los tensos últimos días en Egipto, donde la ira islamista se empleó con furia contra sus compatriotas cristianos.

El conflicto político en Egipto tiene una fuerte carga religiosa. Los Hermanos Musulmanes, que ganaron las elecciones por un estrecho margen y fueron perdiendo el apoyo de parte de sus seguidores en los meses de gobierno, acusaron de incitar el golpe de Estado a la minoría cristiana. Aunque sólo representan un 10 por ciento de la población egipcia, los islamistas respondieron a la represión de las fuerzas de seguridad con violencia hacia los cristianos.

PASIVOS PARA PROTEGER SUS VIDAS
El caos desatado el pasado miércoles tuvo consecuencias inmediatas para los cristianos, que asistieron a la destrucción y al saqueo de los templos sin mostrar oposición. Según un líder de la iglesia copta, se aconsejó a los cristianos que no intentasen defender las propiedades de los grupos armados y violentos que se desplegaron en varias ciudades del país.

Los coptos, tanto en su facción ortodoxa como católica, manifestaron su apoyo al gobierno transitorio y a las fuerzas de seguridad. Según su visión, la lucha es la “de Egipto” contra grupos “armados, violentos y terroristas”.

COPTOS: APOYO MANIFIESTO A FUERZAS DE SEGURIDAD
La iglesia Católica Copta rechazó específicamente la intromisión de naciones extranjeras en el conflicto y mostró su apoyo a la policía y a las fuerzas armadas. El patriarca católico copto de Alejandría y presidente de la Asamblea de los patriacas y de los obispos de Egipto indica que “con sufrimiento pero también con esperanza, la Iglesia católica en Egipto está siguiendo lo que el país está sufriendo: ataques terroristas, asesinatos, incendios a las iglesias, colegios e instituciones públicas”.

Y precisa que “movidos por el amor por nuestro país y en signo de solidaridad con todos aquellos que aman a Egipto, sean cristianos o musulmanes, queremos según nuestras posibilidades comunicar con las numerosas organizaciones del mundo para aclarar la verdad de los hechos”.

Desde este frente cristiano se está denunciando a los medios de comunicación internacionales por “difundir mentiras y falsificar la verdad con la finalidad de desviar la opinión pública mundial”, aunque también agradecen a aquellos medios “egipcios y extranjeros que transmiten las noticias y los hechos con objetividad y honestidad”.

Agradecieron también a “todos nuestros compatriotas musulmanes respetables que estuvieron cerca de nosotros, según sus posibilidades, para defender nuestras iglesias e instituciones”. Y terminaban el comunicado enfatizando que Egipto “no enfrenta un conflicto político entre facciones, sino una lucha de todos los egipcios contra el terrorismo”.

CRÍTICAS A MEDIOS DE COMUNICACIÓN
La iglesia Ortodoxa Copta de Egipto se manifestó de forma similar, preocupados por la cobertura del conflicto en el exterior. “Condenamos enérgicamente la cobertura mediática engañosa en los países occidentales, y hacemos un llamado a los representantes de medios de comunicación para ver con objetividad la realidad de los acontecimientos, y abstenerse de proporcionar una cobertura internacional o política a los grupos sanguinarios terroristas”.

“Tenemos confianza en la ayuda de Dios, para que podamos superar un capítulo tan difícil de nuestra historia”, decía el comunicado.

El enfrentamiento entre las fuerzas de seguridad y los Hermanos Musulmanes se ha cobrado cerca de 800 víctimas en estos cinco días. El último enfrentamiento en Sinaí dejó como víctimas mortales a 24 policías.

Fuentes: AP, CSW, Huffington Post, Protestante Digital

Editado por: Protestante Digital