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Professora ofende evangélicos em exercício de Português

Vereadora promete denunciar a educadora, que participa de reuniões da CUT.

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Lousa com texto preconceituoso (Foto: Reprodução/Facebook)

Em João Pessoa, Paraíba, uma professora está no centro de uma polêmica, ela decidiu usar um texto que fazia parte de um exercício de língua portuguesa para atacar evangélicos.

“Sou um estudante preconceituoso, principalmente quanto à orientação sexual. Frequento semanalmente a igreja, tenho nojo de trans, gays e lés… mais (sic) na sala de aula me mostro amigo deles, por ter medo de processos. Mais não me iludo. Deus e meus pais me ensinaram que tudo isso é safadeza”, dizia o texto.

O que ela não imaginava, no entanto, é  que a explicação do exercício descrita na lousa seria compartilhada pelos alunos nas redes sociais, gerando muitas críticas pelo preconceito religioso expresso na atividade.

Para o movimento Escola Sem Partido, o caso é um exemplo de doutrinação em ambiente escolar, ironizando um erro de Português no texto escrito pela professora, que trocou “mas”, por “mais”.

A vereadora Eliza Virgínia (PP-PB) classificou o texto como preconceituoso e disse que tratar-se de “intolerância religiosa”, além de avisar que vai denunciar a educadora.

“O texto é preconceituoso e o pior: tem um grau de intolerância religiosa absurda. Vou denunciá-la e quero retratação. O texto também é problemático, ao dizer que um aluno que frequenta a igreja é intolerante por ser religioso. Isso é uma escola cidadã integral”, comentou.

Nas redes sociais, a  professora aparece em um vídeo onde participa de uma reunião da Central Única dos Trabalhadores  (CUT), no qual ela reclama da vereadora.

“A gente vem aqui para denunciar a vereadora Eliza Virgínia, que toda semana promove um ataque a um professor da nossa escola. Eu fui atacada na minha prática docente porque coloquei um texto lá […] para transformar num parágrafo”, disse.

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Turquia quer “restaurar califado original” e ameaça antigas aldeias cristãs

INTERNACIONAL

Plano de Erdogan seria conquistar partes da Grécia, Síria e Iraque.

Recep Tayyip Erdogan e soldados com armaduras do Império Otomano. (Foto: Adem Altan / Reuters)

As forças jihadistas apoiadas pela Turquia continuam seu ataque em áreas estratégicas do nordeste da Síria, mesmo após as reivindicações de um cessar-fogo.

Diante disto, as minorias religiosas, incluindo cristãos, estão sendo atacados o que para muitos trata-se de um primeiro passo no sonho de Recep Tayyip Erdogan de estabelecer uma Turquia maior, avançando pelo nordeste da Síria.

Se isso acontecer, seria a retomada do “califado original”. Acontece que nesta região é onde várias aldeias cristãs estão localizadas, pessoas que falam aramaico, a mesma língua falada por Jesus.

Alguns acreditam que os líderes da Turquia planejam reivindicar mais território na região como seu.

Recentemente, o ministro da Defesa da Turquia publicou um mapa em sua mídia social que mostra territórios da Grécia, Síria e Iraque como parte de uma grande Turquia.

O mapa reflete o Pacto Nacional Otomano de 1920, que inclui terras que a Turquia acredita que merecia no final da Primeira Guerra Mundial.

Ambos os mapas incluem as cidades iraquianas de Erbil, Mosul e o território rico em petróleo de Kirkuk.

“Sua intenção aberta é restaurar o califado original que foi dissolvido em 1924”, disse Dalton Thomas, da Frontier Alliance International à CBN News.

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Você está convidando espíritos demoníacos para entrar em sua casa?

                                                                                                            ( Getty Images )

Existe algo em sua vida e em sua casa convidando espíritos demoníacos? Hoje permitimos que tantas coisas ímpias entrem em nossas casas. Nossas vidas estão sendo afetadas por tudo que é profano, abrindo portas para a rebelião, desobediência, promiscuidade e o reino de espíritos malignos desafiadores.

Infelizmente, não é apenas o que permitimos em nossas casas, mas também o que os adultos estão modelando no lar cristão de hoje. Muitos permitem filmes violentos e entretenimento indecente, dizendo a crianças pequenas para cobrir os olhos até que o episódio violento ou indecente termine. Conheço casais que brigam constantemente por esse problema. O marido quer ver os vídeos violentos e explícitos, e a esposa não quer participar.