O Cativeiro de Jó – Pr. Ângelo Medrado

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Rev. Ângelo Medrado

“ E o Senhor virou o cativeiro de Jó quando orava pelos seus amigos e o Senhor acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía.” Jó 42:10.

 

Você tem pedido, ou já pediu veementemente, alguma coisa a Deus

e não obteve resposta?

Às vezes as coisas não se materializam, as situações parecem permanecer do jeito que estão e as razões não estão ligadas a falta de fé ou bloqueio de Deus para com seus pedidos mas sim está ligado a uma coisa somente: a “liberalidade”.

Experimente fazer como Jó, passe a orar pelos problemas e necessidades dos seus amigos. Não peça para você mesmo, mas eleve a Deus uma oração em favor de tantos que, ao seu redor, carecem de bênçãos e sofrem dores e privações.

Essa atitude de interceder pelos amigos, com certeza o levará à presença do Altíssimo e, quando menos esperar, verá o atendimento de suas reivindicações pessoais junto a Deus.

Ele é fiel e vai dar o melhor para você. Experimente.

Em Hebreus 6:10, vemos que:” De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele exista e que se torna galardoador dos que o buscam”.

Às vezes, desejamos pegar um atalho para chegarmos mais rápido a uma solução de nossos problemas, mas espiritualmente, as coisas não são assim. É impossível chegar-se a Deus, sem fé. Não há outro caminho.

Quem tem fé sabe que chegará a Deus e quem crê que Ele atende a quem O procura age de acordo com a fé.

Esse é o caminho a seguir para se alcançar a Graça de Deus. Ele certamente o ouvira e o atenderá pois Ele atende a quem o procura.

Que Deus o abençoe neste dia.

 

 

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Juristas e Igreja contestam a decisão do STF sobre união homoafetiva

 

Para o arcebispo do Rio, definição de família ‘não nasce do voto ou da opinião de um grupo’; para procurador, não é matéria de jurisdição

05 de maio de 2011 | 21h 16

Alexandre Gonçalves, Fernanda Bassette e Felipe Recondo, de O Estado de S. Paulo

A Igreja Católica e juristas contestaram nesta quinta-feira, 5, a decisão favorável à união estável homoafetiva, que dá aos homossexuais os mesmos direitos de casais heterossexuais, anunciado pela maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

"A definição do que é uma família não nasce do voto ou da opinião de um grupo majoritário. É algo de direito natural, está inscrito na própria condição humana", afirmou d. Orani João Tempesta, arcebispo do Rio.

D. Orani ressaltou que a Igreja Católica não é contrária aos "legítimos direitos das pessoas". Como exemplo, afirmou que recebem apoio da Igreja leis relacionadas à partilha de bens de pessoas do mesmo sexo que construíram um patrimônio juntas. Contudo, não seria possível admitir a equiparação legal com o casamento heterossexual, com o consequente reconhecimento dos direitos associados a uma família tradicional.

Crítico do ativismo judicial do Supremo, o jurista Ives Gandra Martins, de 76 anos, ex-professor titular de Direito Constitucional da Universidade Mackenzie, defende a mesma opinião. "Pessoalmente sou contra o casamento entre homossexuais, não contra a união. A união pode ser feita e tem outros tipos de garantias, como as patrimoniais. Minha posição doutrinária, sem nenhum preconceito contra os homossexuais, é que o casamento e a constituição de família só pode acontecer entre homem e mulher. Mas o Supremo é que manda e sou só um advogado."

Para Martins, o STF assumiu o papel do Congresso Nacional ao decidir sobre o tema. "Sempre fui contra o ativismo judiciário. O que a Constituição escreveu é o que tem que prevalecer. É evidente que não estou de acordo com os fundamentos da decisão. Entendo que o STF não pode se transformar num constituinte."

Lenio Streck, procurador de Justiça do Rio Grande do Sul, concorda com Martins e diz que a decisão sobre as uniões homoafetivas cabe ao Congresso. "Isso é o espaço para discussão do legislador, como se fez na Espanha e em Portugal. Lá esse assunto foi discutido pelo Parlamento. O Judiciário nesse ponto não pode substituir o legislador."

A partir de agora, a decisão vai prevalecer em todo o País. "Com advogado tenho que reconhecer que, indiscutivelmente, todos os julgadores terão que decidir de acordo com a decisão do STF", diz Martins.

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A mulher pecadora

A mulher pecadora

Estudo Bíblico sobre A mulher pecadora. Estudo baseado no Evangelho de Lucas 7.36-50

A mensagem: Que a graça de Deus perdoa o pecador. Gratidão e amor resultam do perdão recebido.

Introdução: Não podemos fechar os olhos ao fato que o pecado está no mundo. Polícia, soldados, hospitais o provam. Só no Evangelho encontramos um remédio para o pecado, que é — Cristo.

1 – O QUE LEMOS E ENTENDEMOS DA MULHER

Ela era pecadora, mas arrependida. Tinha ouvido de, ou ouvido a, Jesus, e sentia-se atraída por Ele. Quis servi-lo, calada e humildemente, e trouxe o que ela tinha de valor para o derramar aos Seus pés.

Ela tinha a convicção de seus muitos pecados serem perdoados, por isso muito o amava; mas Jesus lhe declarou o perdão com autoridade.

Não sabemos nem o nome, nem a idade dela, nem ouvimos palavra alguma dela.

2 – O QUE LEMOS E ENTENDEMOS DE CRISTO

Ele entrou em casa de um fariseu descrente, não tanto para comer como para lhe dar algum ensino espiritual. Ele admoestou o fariseu pela sua falta de cortesia. Ele declarou o perdão da mulher e falou-lhe da salvação e paz.

3 – O QUE LEMOS E ENTENDEMOS DO FARISEU

Ele convidou a Jesus, mas sem dar-Lhe a devida importância. Não entendeu ser Jesus profeta. Criticou ao Salvador. Escutou a admoestação de Jesus.

Aplicação: O ouvinte tem paz, e os pecados perdoados e salvação do pecado por Cristo? A mulher manifestou seu reconhecimento mediante um vaso de unguento. E nós? com informações Maxmode

20-06-16 034

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.