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Notícia falsa dizendo que “Satanás virá ao Brasil” viraliza nas redes sociais

Compartilhamento em massa é mais um caso de “fake news gospel”

          Notícia falsa diz que “Satanás virá ao Brasil”

A pretensa notícia que tem como manchete “Pastor garante que Satanás virá ao Brasil dia 22 de Abril” voltou a circular nas redes sociais no último dia. Com mais de 100 mil compartilhamentos, trata-se de mais um caso de “fake news gospel”.

Publicada originalmente em 2016 pelo site “Sempre Questione”, que já teve outras notícias desmentidas no passado ela cita um pastor chamado João Dionísio de Almeida, que seria líder da igreja Assembleia Renovada do Espírito de Deus.

  Contudo, nem o pastor nem essa igreja existem.
 A notícia foi “reciclada” no ano passado pelo site humorístico Jesus Manero, que além de publicar notícias inventadas, a título de humor, já postou diversas   ofensas à religião cristã.

Como propositalmente a notícia não diz o ano, somente o dia e o mês, muitas pessoas pressupõem que se trata de uma previsão para o ano corrente. Isso provavelmente explica por que ele volta a circular pelo terceiro ano seguido.

Estabelecer a verdade é um dos elementos principais do jornalismo, em especial quando é feito para o público cristão. As chamadas “fake news”, nome moderno para os antigos boatos, são hoje um grande problema nas redes sociais, uma vez que a maioria das pessoas não têm como conferir o que lhes é apresentado.

Por isso, o portal Gospel Prime mais uma vez faz o alerta sobre material que além de não ser verdadeiro, ainda gera especulações no meio evangélico. A falta de uma fonte clara (link ou vídeo) é um dos principais fatores que mostra que uma notícia é falsa.

Muito da mídia independente sofre com acusações de produzir notícias falsas quando apresenta fatos que não recebem atenção de órgãos de imprensa pertencentes a grandes grupos de mídia. Cabe ressaltar que se enquadra no critério de “fake News” material que é produzido para induzir o leitor ao erro. É uma ação premeditada, que visa aumentar o tráfego de um site ou reforçar uma narrativa, algo muito comum em matérias sobre política.

Reportar os fatos é diferente de subscrever a todas as informações contidas em uma reportagem ou entrevista. Logo, é necessário estar atento para aquilo que não visa informar e sim causar confusão ou gerar descrédito a uma ação divina.Com informações do GospelPrime

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Billy Graham o maior pregador cristão da atualidade

Billy Graham o evangelista do Amor de Deus

 

 Billy Graham
Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” 2 Timóteo 4:7

Billy Graham foi a maior referência cristã dos últimos tempos um líder bem-sucedido. Por onde passava levava uma Palavra de Fé, Inspiração e Salvadora levava multidões por onde passava. Tive a honra de vê-lo pregando no Brasil, na década de 60, sua imagem permanece até hoje em minha mente.

Billy Graham era imutável, perante a família, os amigos, de reis, príncipes, presidentes e inclusive o Papa. A todos pregava, como evangelista que era, pregava o Evangelho de Jesus Cristo, pessoalmente, em estádios sempre lotados, pelo rádio e pela televisão, filmes e toda sorte de comunicações. Multidões se convertiam por onde passava. Sempre a mesma pregação: “Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados”. o Evangelho puro e simples.

Ele sabia que tudo deveria ser feito com amor e por amor. Seu maior investimento era pregar a Palavra de Deus.  Levar o amor de Deus às nações era seu objetivo e como Paulo pode também dizer que combateu o bom combate e terminou a sua carreira nesta terra com a mesma fé inabalável que sempre teve.

Billy Graham o exemplo que todo cristão deve imitar

 


Mulheres muçulmanas denunciam ter sofrido abuso sexual em Meca

Casos aconteceram durante peregrinação a Meca, cidade sagrada para os muçulmanos

Casos aconteceram durante peregrinação a Meca, cidade sagrada para os muçulmanos

Mulheres muçulmanas romperam o silêncio e um tabu ao denunciar o abuso sexual que sofreram durante a peregrinação a Meca (na Arábia Saudita), a cidade mais sagrada para o Islã.

A matéria publicada pela ‘Folha de S. Paulo’ afirma que o movimento começou com o relato de uma jovem paquistanesa nas redes sociais. Ela contou que sentiu uma mão a agarrando pela cintura enquanto circulava a Caaba, o cubo negro no centro de Meca.

Ela pensou que fosse um “erro inocente”. Então percebeu algo pressionado contra as suas nádegas, um toque e um beliscão. Apavorada, deixou o recinto sagrado e nunca mais voltou.

A publicação afirma que esse relato estimulou milhares de outras muçulmanas a romperem o silêncio e a relatarem  experiências de abuso e violência.

Relatos

“Enquanto eu circulava a Caaba, senti uma mão na minha bunda”, diz a egípcia Alaa Fowlia, 21 anos, que na época era adolescente. “Sei que o assédio existe em todos os lugares do mundo, mas não esperava isso durante o ritual”.

Khadija, de 52 anos, contou que em 2010, ela entrou num táxi e, minutos depois, o motorista apertou suas coxas com a mão. Ela saiu as pressas do automóvel e entrou em outro. O segundo taxista disse que tinha uma surpresa, e lhe mostrou o pênis. Ela ficou em choque. “Não falei nada. Saí do carro e comecei a andar sem olhar para trás. Meu coração batia forte e, por um tempo, eu não consegui falar sobre aquilo”.

Inspirada pelos relatos, a ativista egípcia Mona Eltahawy, escreveu sobre suas experiências e criou o movimento #MeToo (eu também, em inglês) e adicionou a palavra mesquita. Ela conta que foi emocionante ver tantas mulheres desabafando e contando suas experiências.

Hoje, aos 50 anos, Eltahawy revela que aos 15 anos, durante a peregrinação dela a Meca, um policial apalpou seus seios. Ela disse que levou anos para superar o trauma e só quando cresceu aprendeu a “chutar, estapear e cuspir no abusador”.

Incômodo

Relatos como esses na internet incomodam a comunidade, pois Meca é o cenário das histórias sagradas vividas pelo profeta Maomé no século 7, segundo a fé islâmica. A peregrinação à cidade é uma das cinco obrigações de todo o muçulmano, como a reza cinco vezes ao dia e o jejum durante o Ramadã.

Muitos foram os ataques as mulheres que escreveram suas histórias na internet.

Eltahawy foi criticada por colegas de fé. “Eles preferiam que me calasse para que os muçulmanos não ficassem com uma imagem ruim”, escreveu.

A jovem paquistanesa, que abre essa matéria, e inaugurou o movimento na internet foi obrigada a fechar sua conta no Facebook.

“Pediam que não contássemos o que aconteceu porque mancharíamos a imagem do lugar sagrado com Meca. Isso me irritou, e decidi escrever”, afirma Khadija.

Fonte: Folha de S. Paulo e Verdade Gospel