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Malafaia e procurador denunciam erotização de crianças nas escolas

Programa Vitória em Cristo entrevistou o procurador Guilherme Schelb

por Jarbas Aragão-gospelprime-

 

Malafaia e procurador denunciam erotização de crianças nas escolasMalafaia e procurador denunciam erotização nas escolas

O programa Vitória em Cristo, que foi ao ar neste sábado (27) trouxe uma entrevista com o procurado da República Guilherme Schelb.  Apresentado pelo pastor Silas Malafaia, a tônica foi uma série de denúncias sobre a maneira como as crianças estão sendo submetidas na sala de aula a ensinamentos que envolvem sexo.

O procurador deixou claro que o procedimento é “ilegal e inconstitucional”, sendo uma violação ao direito das crianças e da família. Em alguns casos, os alunos eram orientados a não contar aos pais.

Para Schelb, é uma erotização precoce de crianças sob a desculpa de ser defesa das minorias e de direitos humanos. Isso inclui homossexualidade, bissexualidade, prática do sexo anal, grupal e até com animais.

Tudo isso faz parte da agenda do Partido dos Trabalhadores, que comanda o Ministério da Educação (MEC). O assunto já vem sendo denunciado por membros da bancada evangélica há bastante tempo, mas continua sendo ensinado.

A questão central é que os professores não poderiam ensinar esse tipo de assunto pois viola leis do Código Civil em vigor no país, inclusive a Constituição Federal. A formação moral e religiosa é de alçada dos pais e não da escola. Para Malafaia, isso tudo reflete o “jogo moral” da esquerda brasileira.

O programa ensinou como os pais podem proteger seus filhos notificando escolas e professores que incorrerem nesse crime. O passo a ser dado é uma Notificação Extrajudicial, que podem questionar na justiça os professores ou escolas, caso estejam ensinando sobre sexualidade e ideologia de gênero aos filhos menores de idade.

Durante a entrevista, Malafaia voltou a denunciar que a “ideologia de gênero” é uma imposição de fundo marxista que visa a destruição da família. O principal aspecto é minar a autoridade dos pais e os fundamentos morais, especialmente os defendidos pelos cristãos.

O procurador Guilherme Schelb reforça a vulnerabilidade das crianças que acabam sendo expostas a uma doutrinação por diversos meios.

O portal Gospel Prime disponibiliza para você baixar as notificações extrajudiciais para professores e diretores. É necessário protocolar na escola de seu filho em 3 vias. Guardar uma via devidamente recebida pelo responsável, com identificação e assinatura. Entregar a outra via recebida para o professor de seu filho.

Notificação para professores (clique aqui para baixar)
Notificação para diretores (clique aqui para baixar)

Assista a entrevista com Guilherme Schelb:

 

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Estudos

Eles não querem o pão do céu, preferem o lixo

O juízo do Senhor vai começar pela Sua própria casa.

por Armando Taranto Neto-gospelprime-

Eles não querem o pão do céu, preferem o lixo

No livro de números 21.5,6 se diz:

“E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? E a nossa alma tem fastio deste pão vil.  Então, o SENHOR mandou entre o povo serpentes abrasadoras, que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel.”

Como é trágica esta passagem bíblica onde mais uma vez presenciamos a perversa natureza humana se manifestando.

Desde que haviam deixado o Egito o Senhor vinha sustentando Israel com o “Maná” do céu.

“Maná”, segundo o livro de Êxodo, era um alimento produzido milagrosamente, diretamente de Deus para o povo judeu durante sua peregrinação no deserto em direção à terra prometida. Ainda segundo este livro, após a evaporação do orvalho formado durante a madrugada, surgia uma coisa pequeníssima, flocosa, parecida com geada, branca, descrito como semente de coentro, e como o bdélio que lembrava pequenas pérolas. Usualmente era moído, cozido e assado, sendo transformado em bolos. A bíblia relata que seu sabor era semelhante bolachas de mel, ou bolo doce de azeite.

Foram quarenta anos de providência da parte de Jeová para Israel. O “Maná” era enviado todos os dias da semana com exceção do sábado, quando deveriam colher porção dobrada na sexta feira.

Fico imaginando que substâncias compunham o “Maná”, tendo-se em vista que o povo precisava de muitos sais minerais, proteínas e vitaminas para suportar as agruras da jornada. Acredito piamente que o Pai teve o cuidado de confeccionar pessoalmente a fórmula de cada minúscula semente de “Maná”, de maneira que todas as demandas corporais dos judeus fossem atendidas.

Infelizmente, no meio da travessia, o povo começa a ficar enjoado, nauseado, sentem repulsa e nojo do alimento que vinha do céu, o “Maná”.

No capítulo 11.4-6 de Números já havia acontecido algo parecido:

“Um bando de estrangeiros que havia no meio deles encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se e diziam: “Ah, se tivéssemos carne para comer! Nós nos lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito, e também dos pepinos, das melancias, dos alhos-porós, das cebolas e dos alhos. Mas agora perdemos o apetite; nunca vemos nada, a não ser este maná!”

Quando observo a realidade de algumas Igrejas ditas evangélica de nossos dias, percebo que a mesma triste história se repete.

O povo não quer mais ouvir, se alimentar e viver do nutritivo Evangelho de Jesus, exatamente pelo mesmo motivo dos judeus acima, estão “enojados” do Pão puro que veio do céu, preferem se lambuzar e se enfadar nos lixões gospel. Como famintos abutres e ratos desesperados por um pedaço de carniça ou um mísero pão embolorado e apodrecido estes “Zumbis” se atropelam em movimentos que não tem nada a oferecer, a não ser um show de ilusionismo ou um espetáculo circense.

Ora o líder, o protagonista, se apresenta fantasiado de “Homem das cavernas” com performancesdignas de um surtado; em outra cena, “em nome de Deus”, ele se supera, sobe nas costas de um par seu e rodopia como um louco. Não se ouve uma exposição da Palavra de Deus, nenhuma sequer. Claro, não a conhecem!

“Maná”! Prá quê “Maná”! O lixo lhes basta. Pobres perdidos.

Por outro lado percebemos líderes oriundos de Igrejas tradicionais históricas que também perderam o apetite do Alimento Celestial. Os vemos como catalizadores de “Novas Visões” e “Novas Unções” onde em meio ao culto, dopados por um “Mantra” (Mantras são poemas religiosos que originaram do hinduísmo, porém também são utilizados também no budismo. Os mantras são entoados como orações repetidas, contudo, não constituem propriamente um diálogo com Deus. Os hinduístas Acreditam que os mantras, por sua repetição, possuem uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. O mantra gospel seria a repetição, em canções, de algumas frases durante 15, 20 ou 30 minutos (Renato Vargens)), se jogam no chão e, engatinhando, se transformam em leão ou cão, urrando e latindo. São ovacionados e idolatrados; quando voltam do transe vomitam seus devaneios  heréticos em forma de profecia. É o lixo em detrimento do “Maná”, que lástima para a igreja de Cristo.

O cúmulo do absurdo é que, em uma destas reuniões, uma líder disse ter recebido uma ordem divina para usar uma bota de couro de Cobra Piton para repreender uma entidade, ora faça-nos um favor.

O juízo do Senhor vai começar pela Sua própria casa.

Vemos no texto acima que depois desta manifestação de desfeita ao alimento de Deus, ao Pão do céu, o Senhor  enviou aos judeus serpentes abrasadoras, e grande foi a mortandade no arraial.

Eu não sei, sinceramente, o que é que o Senhor vai fazer para dar um basta em tantos lixos e abominações no meio da Sua Santa Igreja, mas uma coisa é certa, tudo isso terá fim.

E quando vier o juízo do Senhor não haverá “Homem das cavernas” e nem “Bota de couro de Cobra Piton” que os livrará.

Quem tem ouvidos para ouvir que ouça.

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Cultos Noticias

No Brasil, líder dos ortodoxos defende “união das religiões”

Patriarca Kirill diz que há o temor da população de uma “grande guerra”.

por Jarbas Aragão-gospelprime-

No Brasil, líder dos ortodoxos defende “união das religiões”No Brasil, líder dos ortodoxos defende união das religiões

O papa Francisco e o Patriarca Kirill, líder da Igreja Ortodoxa Russa, se reuniram em Cuba na semana passada. Esse foi um passo histórico na restauração entre os ramos ocidental e oriental do cristianismo. Para muitos estudiosos, uma aproximação rumo a uma religião única.

A divisão dos ortodoxos e católicos ocorreu no ano de 1054 e foi causado por diferenças teológicas e uma disputa de poder entre seus líderes em Roma e Constantinopla (atual Istambul).

No 12 de fevereiro foi a primeira vez na história em que se reuniram um papa católico romano e um patriarca ortodoxo russo para tratar de questões da igreja. Os ortodoxos gregos já possuem uma relação mais próxima com o Vaticano.

A visita de Kirill às Américas incluiu, além de Cuba, visitas a Paraguai e Chile. Ela termina no Brasil, onde os ortodoxos russos são cerca de 4.000, a maioria no estado de São Paulo. São três dias em solo brasileiro, que incluiu um encontro em Brasília com a presidente Dilma Rousseff, na sexta (19).

O patriarca ortodoxo russo realizou uma cerimônia aos pés do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, neste sábado. Ele pediu a união de “todas as pessoas e civilizações, seja qual for sua fé, para acabar com os conflitos e a perseguição dos cristãos que ocorrem atualmente no mundo”.

Em sua prédica, Kiril lembrou que ortodoxos e católicos ainda possuem diferenças em doutrina, mas “podemos trabalhar conjuntamente… para pôr fim à descristianização da civilização humana no século XXI”. Ressaltou que seu pedido estava dirigido a todas as pessoas de boa vontade, “muitas delas pertencentes a outras religiões, confissões ou que inclusive perderam sua fé”.

Presente no ato ecumênico realizado no Corcovado, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, celebrou a visita do patriarca de Moscou e de toda Rússia ao Brasil. Considera isso um “anúncio de unidade e paz”, e assegurou que o trabalho conjunto com os católicos poderá “evitar guerras no futuro”.

O líder mundial dos ortodoxos russos alertou ainda que a falta de união dos países para combater o terrorismo só aumenta o temor da população de uma “grande guerra”.

“Precisamos manter intacto nosso sentimento moral, porque só a lei moral que foi dada por Deus pode servir para um consenso da humanidade e pode servir de base para nossa união em nome de um futuro melhor para nossos povos e toda a raça humana”, assegurou.

Para ele, além da perseguição aos cristãos, o aumento dos abortos e do número de divórcios estão “perdurando o pecado do homem”.

O patriarca Kirill fez uma visita a um templo ortodoxo no Rio de Janeiro e hoje esta em São Paulo, onde conduzirá uma liturgia magna na Catedral Ortodoxa Antioquina, além de visitar a Igreja Ortodoxa Russa de Nossa Senhora da Anunciação. Com informações de EFE