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Anticristo? Bill Gates diz que mundo precisa de um governo único para acabar com a pobreza

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gnoticias.com –  em 20 de fevereiro de 2015

Anticristo? Bill Gates diz que mundo precisa de um governo único para acabar com a pobrezaO filantropo multibilionário Bill Gates, fundador da Microsoft, afirmou que a única forma de atacar as mazelas do planeta de forma eficaz é estabelecer um governo mundial.

Gates listou os pífios avanços no combate ao aquecimento global e degradação do meio ambiente como um dos motivos que justificariam um governo único em todo o mundo, além de citar os problemas relacionados à fome e a miséria que não são solucionados.

“Você pode rir, mas é realmente triste ver como é executada a Conferência de Copenhague (sobre mudanças climáticas), como o sistema das Nações Unidas tem falhado, é triste”, disse Gates, em entrevista ao Süddeutsche Zeitung.

Para o homem mais rico do mundo – com fortuna estimada em US$ 80 bilhões – se forem levados em consideração todos os problemas mais urgentes do mundo, é “muito necessário” que se adote um governo único mundial.

Atualmente, existem entidades regionais, como por exemplo a União Europeia, Mercosul e União Africana, que atuam em seus respectivos continentes regulamentando ações conjuntas entre países, mas sem poder de interferência direta nas decisões soberanas de seus membros.

As ideias de Bill Gates, embora apresentadas com um propósito nobre, se assemelham muito ao que a Bíblia prevê que acontecerá durante a Grande Tribulação, quando um governante único regerá o mundo, solucionando problemas mais graves de fome, emprego, saúde e segurança, ao custo da negação a Cristo.

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Israel discute plano milionário para incentivar imigração judaica

Após ataque na Dinamarca, Netanyahu diz para judeus imigrarem para Israel

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime

Israel discute plano milionário para incentivar imigração judaica
Israel discute plano milionário para incentivar imigração judaica

Um ataque a uma sinagoga em Copenhague, na Dinarmaca, fez com que o primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se pronunciasse chamando os judeus de todo o mundo para a “imigração em massa”.

No sábado (14) um homem realizou sozinho dois ataques na capital dinamarquesa. O primeiro aconteceu em um café onde era realizado um debate sobre blasfêmia e liberdade de expressão, o homem fez vários disparos e o resultado foi um morto e três policiais feridos.

Mais tarde o mesmo criminoso, que foi identificado e morto no dia seguinte, foi até uma sinagoga e atirou contra o segurança do local que não resistiu aos ferimentos e morreu. A vítima era um judeu dinamarquês.

No domingo o governo israelense discutiu sobre um plano para incentivar a imigração judaica da França, Bélgica e Ucrânia, países com vários casos antissemitas.

O projeto para levar os judeus desses países para Israel deve custar US$ 46 milhões. “Os judeus merecem segurança em todos os países, mas nós dizemos aos nossos irmãos e irmãs judeus, Israel é a sua casa”, disse Netanyahu.

“É esperado que continue essa onda de ataques”, disse o premiê. O projeto pede para que os judeus se mudem para Israel para serem protegidos desses ataques.

Mas o rabino-chefe da Dinamarca, Jair Melchior, não aceita o conselho do primeiro-ministro. “Terror não é uma razão para ir para Israel”, disse. O religioso afirmou que estava desapontado com o chamado de Netanyahu. Com informações Último Segundo

Arqueólogos descobrem tabuletas que confirmam narrativa bíblica do exílio judeu na Babilônia

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gnoticias.com – em 16 de fevereiro de 2015

Arqueólogos descobrem tabuletas que confirmam narrativa bíblica do exílio judeu na BabilôniaUma expedição de arqueólogos localizou mais de 100 tabuletas com relatos do exílio do povo hebreu na Babilônia há aproximadamente 2.500 anos. O achado histórico reitera as narrativas bíblicas sobre o período.

Segundo Filip Vukosavovic, pesquisador especializado na Babilônia antiga, Suméria e Assíria, as tabuletas possuem o tamanho da palma da mão de um adulto e mostram em detalhes a rotina dos judeus por volta de 600 a. C.

“Nós começamos a ler as placas e em poucos minutos estávamos absolutamente atordoados. Elas preenchem uma lacuna crítica na compreensão do que estava acontecendo na vida dos judeus na Babilônia mais de 2.500 anos atrás”, disse Filip.

A expedição pelo Iraque chegou à conclusão de que o rei Nabucodonosor não tratava os judeus da mesma forma que o povo havia sido tratado séculos antes pelos faraós. “Eles não eram escravos”, disse o arqueólogo.

Durante suas investidas militares para aumentar seu império, o rei babilônio fez incursões contra Israel, e uma delas, em 586 a. C., coincidiu com a destruição do primeiro Templo, construído por Salomão em Jerusalém. Nessas circunstâncias, ele forçou os judeus a migrarem para a capital do império babilônico.

“Nabucodonosor não era um governante brutal em relação a isso [bem-estar dos povos conquistados]. Ele sabia que precisava dos judeus para reanimar a economia babilônica”, acrescentou Filip, citando como exemplo o posto ocupado por Daniel, um judeu que se tornou braço-direito do rei.

De acordo com a agência Reuters, as tabuletas também descrevem a vida de uma família judaica ao longo de quatro gerações, começando com o pai, Samak-Yama, passando para seu filho, depois o neto e o próximo neto com cinco filhos, todos eles batizados com nomes hebraicos bíblicos.

As peças estão em exposição no Museu Terras da Bíblia, em Jerusalém, numa mostra chamada “Os rios da Babilônia”. Para Filip Vukosavovic, elas formam um achado que complementa o quebra-cabeça de seu período histórico, e ajudou a descobrir um dos fatores que levaram os judeus a se espalharem pelo mundo, pois quando os babilônios permitiram que o povo hebreu retornasse a Jerusalém, em 539 a. C., uma parcela escolheu permanecer e fundou uma comunidade judaica forte, que permaneceu sólida durante 2.000 anos.