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Divina sem ser vulgar: moda evangélica ganha destaque na mídia

Blogueiras ensinam mulheres cristãs a usarem a moda sem ferir os preceitos da religião

por Leiliane Roberta Lopes

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Divina sem ser vulgar: moda evangélica ganha destaque na mídia
Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia

Os blogs de moda fazem sucesso no mundo todo e no Brasil esse ramo é cada vez mais frequente entre evangélicas. Jovens que gostam de moda, mas que não deixam de seguir os preceitos da religião.

O jornal O Dia citou em uma reportagem sobre moda evangélica dois desses blogs que fazem muito sucesso. Um deles é o blog “Passarela Estreita” escrito por Mari Raugust que fala sobre moda e beleza, com dicas voltadas para mulheres cristãs.

“Que Deus ponha em nossos corações a vontade de sermos fiéis a Ele e que possamos dar bom testemunho através do nosso vestir”, escreveu Mari que tem uma área no blog só para relacionar moda e beleza com a Palavra de Deus.

Outra blogueira evangélica que tem feito sucesso na internet é Maanuh Scotá que tem mais de 270 mil visualizações por mês em seu blog, o “Blog da Maanuh”.

A dica que a blogueira para suas leitoras é se sentir bem, independente das regras da denominação. “A pessoa tem que se sentir bem. Se a Igreja proíbe o que você gosta de usar, vá para outra”, aconselha.

A cantora Liz Lanne, que abandonou a música para se tornar empresária do ramo de moda, deu ao jornal algumas dicas para que a mulher evangélica se vista bem, sem ser vulgar: “Não é colocar tudo justo, transparente e curto. Fica demais. A Igreja só quer que a gente esteja decentemente vestida”.

Como dona da loja 7Liz, que fica no bairro Recreio, zona Oeste do Rio de Janeiro, Liz Lanne, irmã da cantora Eyshila, diz que hoje a imagem da mulher evangélica está mais moderna e que não é mais vergonhoso se assumir como cristã. “Não tem que ser feia só porque é crente. Temos o direito de sermos lindas e de usar as melhores roupas”, completa.

A cantora Pamela, que sempre posta foto nas redes sociais saindo da 7Liz diz que gosta de moda, mas que toma cuidado ao se vestir, já que é exemplo de milhares de jovens evangélicas.

“Não uso roupas curtas e provocantes. As meninas da Igreja se inspiram em mim”, diz ela que se prepara para lançar o CD “Tempo de Sorrir” pela Som Livre.

Assim como Pamela há muitas evangélicas que investem muito dinheiro em moda, tanto é que este segmento é um dos mais rentáveis dentro do mercado gospel que anualmente movimenta R$ 15 bilhões. De acordo com o jornal O Dia, há clientes que gastam até R$ 6 mil por mês com roupas e sapatos.

Além dos blogs citados há outros endereços virtuais para quem quer aprender a se vestir bem dentro dos preceitos da religião, entre eles o “Evangélicas Top” e “Crente Chic”.

Ex-membro do Boko Haram revela encontro com demônios

Visita sobrenatural de Jesus o fez abandonar o islamismo

por Jarbas Aragão

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Ex-membro do Boko Haram revela encontro com demônios
Ex-membro do Boko Haram revela encontro com demônios

De tempos em tempos o grupo terrorista nigeriano Boko Haram chama atenção da mídia por seus ataques contra os cristãos. Vários governos do mundo se manifestaram contra o sequestro de quase 300 meninas cristãs, que foram tiradas da escola e forçadas a se converter. O governo da Nigéria já se mostrou indefeso para impedir as atividades do grupo.

Agora, o testemunho de Isiaku Nasir, 27, ex-membro do grupo extremista muçulmano, mostra à imprensa ocidental a ideologia por trás dessa sanguinária organização que tem laços com vários grupos terrorista do mundo.

Ele deixou de ser parte do Boko Haran após se converter a Jesus. “Nossos líderes nos ensinaram que quanto mais matássemos cristãos, mais chances teríamos de entrar no paraíso. Algumas formas de treinamento eram muito estranhas. Bebemos uma água diferente, que chamavam de “água espiritual” que nos fortalecia contra os tiros dos inimigos… Também recebíamos visitantes estranhos, que não eram seres humanos. Eram manifestações assustadoras. Nossos líderes pediam para que recitássemos algumas passagens do Alcorão para fazer esses seres aparecem, vinham em grupos de 3 ou 4 e nos fortaleciam…”, conta.

O ex-membro explica que a estrutura do grupos é complexa, mas muito bem organizada. Seriam pelo menos seis grupos terroristas que atuam sob as ordens do Boko Haram. Além disso, os novos membros são enviados para um período de treinamento no Irã.

Nasir não esconde que os planos do grupo incluem matar todos os cristãos que encontrarem.  “Antes de cada operação, bebíamos da água espiritual e ficávamos ansiosos para cometer o mal… Não me lembro quantas pessoas eu matei. Quando perguntávamos a uma vítima: Você quer ser muçulmano? E a resposta era não, os degolávamos como uma cabra. Depois de matar os infiéis, colocavam seu sangue em um copo pequeno e nós bebemos. Desse modo, o fantasma daquela pessoa não poderia assombrar nossos sonhos. Isso é o que o nosso chefe dizia”.

Sua conversão pode lhe custar a vida, pois conta que tem sido ameaçado pelos seus ex-companheiros. Mas Nasir tem testemunhado em muitos lugares sobre seu encontro com Cristo através de um sonho. Um homem de branco o visitou três vezes durante a noite dizendo que Deus o havia escolhido. Mesmo sabendo dos riscos, abandonou o Boko Haram e hoje Nasir afirma estar preparado para dar sua vida por Jesus, se isso for necessário. Por enquanto, afirma que seu dever é alertar a todos sobre os perigos do islamismo, que prega o ódio e conduz as pessoas ao inferno. Com informações Cristiano Digital e Kayefi

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curiosidades Noticias

Egípcio quer processar Israel por causa das pragas de Moisés

“Nossos antepassados não mereciam pagar pelo erro do Faraó”, afirma

por Jarbas Aragão

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Um ativista egípcio causou grande polêmica ao assinar sua coluna no jornal Al-Yawm Al-Sabi. O escritor Ahmad al-Gamal vai contra séculos de tradição dos muçulmanos e não nega a veracidade dos registros bíblicos sobre a libertação dos judeus com grande sinais feitos por Deus.

Pelo contrário, ele pede que sua nação processe o Estado de Israel, pedindo compensação pelas consequências das 10 pragas bíblicas. “Queremos ser compensados pelas pragas que foram infligidas sobre nós como resultado das maldições que antepassados dos judeus lançaram sobre os nossos antepassados. Eles não mereciam pagar pelo erro do governante do Egito na época, o Faraó”, afirmou ele.

Piada para alguns, o assunto gerou controvérsia entre aqueles que levaram o argumento a sério. O Egito passa por uma grave crise econômica e política, enquanto o vizinho Israel tem a democracia mais sólida do Oriente Médio e desfruta de estabilidade econômica há anos.

“O que está escrito na Torá prova que foi o faraó quem oprimiu os filhos de Israel, não o povo egípcio. [Mas] eles infligiram sobre nós a praga de gafanhotos, que não deixou nada para trás, a praga que impediu que as águas do Nilo pudessem ser bebida por um longo tempo, a praga da escuridão que manteve o país nas trevas”, justifica.

Também acredita que o material que os judeus saquearam o país quando saíram do Egito “Nós queremos uma compensação também por todo aquele ouro, prata, cobre, pedras preciosas, tecidos, couros e madeira, peles de animais e outros materiais que os judeus usavam em seus rituais”, numa referência ao que seria posteriormente usado para a construção do Tabernáculo no deserto.

O fato de al-Gamal, sendo muçulmano, citar o Velho Testamento irritou muitos religiosos radicais. Contudo, ele insiste que o governo use “todas as medidas da lei” para exigir compensação. Se necessário, sugere, inclusive em fóruns internacionais.

Entre os damos a seres cobertos por esse processo, estariam os danos à “psique egípcia”, não apenas causada por judeus, mas também acredita que foi infligida no país pela Turquia, que invadiu o Egito durante o Império Otomano, a França durante a invasão de Napoleão e por fim a Grã-Bretanha, que ocupou a nação durante 72 anos.   Com informações WND