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Ocidentais se juntam a milícia cristã para combater o EI

Muitos acreditam que seus países não estão agindo de forma eficaz para acabar com os terroristas

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Ocidentais se juntam a milícia cristã para combater o EI
Ocidentais se juntam a milícia cristã para combater o EI

A agência Reuters conseguiu encontrar um americano que saiu do seu país para lutar na milícia cristã no Iraque. Identificado com Brett, 28 anos, o soldado já serviu ao exército americano no Iraque em 2006 e agora resolveu voltar para uma luta maior.

Católico, ele carrega imagens da Virgem Maria dentro de uma Bíblia de bolso e afirma que resolveu lutar com os cristãos assírios para vencer o mal, no caso o Estado Islâmico.

“Aqui estou lutando por um povo e por uma fé, e o inimigo é muito maior e mais brutal”, diz. Para ele a guerra de 2006 é diferente da guerra de hoje.

Mas Brett não é o único, assim como muitos muçulmanos do ocidente estão sendo recrutados para se juntar ao EI, outros ocidentais resolveram se juntar às milícias que lutam contra os terroristas.

Uma das milícias criadas por cristãos é a Dwekh Nawsha, o nome quer dizer “sacrifício” em aramaico, idioma falado por Cristo que ainda hoje é usado pelos cristãos assírios.

Alguns ocidentais que resolveram pegar em armas para vencer os radicais islâmicos resolveram ir até ao Iraque por acreditar que seus países não estão fazendo o suficiente para acabar com os terroristas.

O Curdistão, que também luta contra o EI, recusou que esses estrangeiros participem da linha de frente na luta contra o terrorismo, Brett até agora é o único que efetivamente participa dos combates. Os demais aguardam autorização oficial. Com informações Exame

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Vaticano vai reconhecer o Estado palestino, Israel lamenta

A Santa Sé se tornará o 136º a apoiar a independência dos palestinos

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Vaticano vai reconhecer o Estado palestino, Israel lamenta
Vaticano vai reconhecer o Estado palestino, Israel lamenta

O Papa Francisco tem um encontro marcado com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, no próximo sábado (16) no Vaticano. O encontro servirá para reconhecer o Estado Palestino, e também para assinar um acordo a respeito das atividades da Igreja Católica nos territórios palestinos.

O subsecretário do Vaticano para as Relações com os Estados, Antoine Camilleri, disse ao jornal l’Osservatore Romano que a Santa Sé acredita em “uma solução da questão palestina e do conflito entre israelenses no âmbito da solução de dois Estados”.

Camilleri também confirmou que para a Igreja Católica a única forma de solucionar os problemas entre palestinos e israelenses é reconhecer dois Estados. “Ainda que de maneira indireta, seria positivo que o acordo feito pudesse de alguma maneira ajudar os palestinos a ver estabelecido e reconhecido um Estado da Palestina independente, soberano e democrático que viva em paz e segurança com Israel e seus vizinhos”.

O encontro com o papa acontecerá às vésperas da canonização de duas freiras nascidas em território palestino antes da criação do Estado de Israel. Francisco esteve na Terra Santa em maio do ano passado e durante sua passagem usou a expressão “Estado palestino” durante um de seus pronunciamentos.

O líder católico agradou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), mas causou um mal-estar com Israel. Essa semana, ao saber sobre o reconhecimento do Estado Palestino, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, lamentou e disse que está desapontado com o Vaticano.

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“Queimei um pedaço de papel, não matei seu Deus”, diz ateu que queimou Bíblia

O caso será investigado pelo Ministério Público estadual do Acre

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime –

 

“Queimei um pedaço de papel, não matei seu Deus”, diz ateu que queimou Bíblia
“Queimei um pedaço de papel, não matei seu Deus”

O estudante Roberto Oliveira, da banda Violação Anal, resolveu se pronunciar sobre a queima da Bíblia durante a apresentação do grupo no 4° Encontro Nacional de Ateus, realizado no dia 30 de abril no Coliseu da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Sem se arrepender, o jovem afirmou que faria de novo e que o caso só virou manchete nos jornais por ser um tabu. “Queimei um pedaço de papel, não queimei sua religião. Não matei seu Deus. Não apaguei a sua fé. Um ‘ato simbólico’ foi transmutado em condenação. Eu dei um alto e sonoro recado. Não quero e não preciso de sua religião”, escreveu Oliveira no Facebook.

Ele diz que não queria ofender, mesmo sabendo que incomodou a maioria da população brasileira que se considera cristã. “O problema todo se deu, porque mexi em algo que é considerado TABU, ou seja, Deus é intocável. Não me arrependo de ter feito o que fiz. Se pudesse voltar atrás faria exatamente o mesmo. Não quis ofender nem ferir o credo de ninguém. Mas se incomodei, que reflitam sobre as suas práticas mediante a minha. Já faz tempo que não acredito que é certo virar a outra face quando te batem”.

Em seu desabafo nas redes sociais ele solta que já frequentou igreja e se diz triste por ter seu trabalho ameaçado por conta da repercussão do caso. “Não aceitarei que esta imprensa ridícula se aproveite da minha imagem e desta situação. Muito obrigado por comprometer meu trabalho e o de outras pessoas da minha família”, revelou.

“Durante muito tempo da minha vida quis ser exemplo pra muita gente, principalmente, quando estava na igreja, hoje só quero ser eu mesmo, vivendo minha vida e isso me basta”, escreveu o estudante.

O ato realizado no dia 30 de abril dentro da Ufac será investigado pelo Ministério Público do Estado do Acre que recebeu da Polícia Civil a representação do deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) que se indignou com o ocorrido.

Feliciano lembrou que pelas leis brasileiras vilipendiar um símbolo religioso é crime e constatou um agravante por ter acontecido dentro de uma Universidade Federal. O MP-AC vai investigar o caso e identificar todos os envolvidos no ato. Com informações ContilNet