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Polícia prende 400 cristãos paquistaneses refugiados

Muitos fugiram ameaçados por grupos radicais islâmicos

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Polícia prende 400 cristãos paquistaneses refugiados
Polícia prende 400 cristãos paquistaneses refugiados

A polícia tailandesa prendeu mais de 400 cristãos que fugiram do Paquistão buscando refúgio no país. Um pastor de Bangkok, capital da Tailândia, deu entrevista falando sobre o caso e dizendo que os presos estavam fugindo das perseguições religiosas de seu país de origem.

Segundo o pastor muitos dos refugiados foram acusados de blasfêmia ou foram ameaçados por muçulmanos radicais que são contra cristãos.

Fugir para a Tailândia foi a alternativa encontrada por essas centenas de pessoas que queriam trabalho e status de refugiado. Muitos dos presos, inclusive, já tinham entrevistas marcadas com as Nações Unidas para relatar o caso.

A Tailândia é o destino de diversos refugiados paquistaneses, principalmente os cristãos que tentam encontrar um país que aceite suas crenças sem ameaçá-los.

No caso desses mais de 400 cristãos que foram presos, o governo tailandês afirmou que eles entraram ilegalmente e que serão deportados. Com informações Portas Abertas

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Pastor Silas Malafaia convoca evangélicos para manifestações do dia 15 de março: “Vem pra rua”

Profile photo of Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas – gnoticias.com.br – em 12 de março de 2015
manifestações agendadas para o próximo domingo, dia 15 de março, contra a corrupção em todas as esferas de governo, e em particular, na Petrobrás, deverão atrair milhões de pessoas em todo o Brasil.

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), voltou a convocar os evangélicos para participar do ato, e disse que estar nas ruas “é legal, é exercício de cidadania”.

“Vamos todo mundo para a rua […] Vamos protestar. Olha a vergonha: uma lista de um procurador que isenta todo mundo do poder executivo… Querem dar um atestado de idiota ao povo brasileiro. Nós queremos a Justiça. Toda essa quadrilha, seja do Executivo, do Legislativo, [tem que] botar essa raça na cadeia. Vamos para a rua protestar que é um direito nosso”, argumentou o pastor.

O posicionamento de Malafaia argumentando a favor da manifestação e destacando que as manifestações são um direito constitucional acontece depois de discussões entre evangélicos sobre o ponto de vista bíblico. Muitos acreditam que a recomendação de respeito às autoridades feita pelo apóstolo Paulo em sua carta ao Romanos seria um impeditivo para o cristão tomar parte na revolta popular.

“Nós evangélicos não participamos, segundo o nosso princípio cristão, de nada que esteja no escopo da ilegalidade. O próprio Jesus confirma a nossa dupla cidadania: ‘Dai a César o que é de César, dai a Deus o que é de Deus’. O apóstolo Paulo, em Romanos 13:7, mais uma vez ressalta a nossa cidadania: ‘A quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto’. A cidadania pressupõe direitos e deveres, e a nossa Constituição garante o direito a manifestação. O que nós não fazemos é baderna e xingamentos. Não é pecado se manifestar contra nenhum governo, ainda mais quando esse governo está envolvido no maior escândalo de corrupção da história do Brasil! Não há nada mais cristão do que pedir justiça. Jesus declarou que se a nossa justiça não exceder a de escribas e fariseus, não somos dignos do Reino de Deus”, escreveu o pastor Silas Malafaia em seu site.

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Rachel Sheherazade diz que Lei do Feminicídio é inconstitucional

Para a apresentadora do Jornal da Manhã, na Jovem Pan, a Lei é sexista e pode aumentar a violência contra a mulher

por Leiliane Roberta Lopes – gospelprime

  • Rachel Sheherazade diz que Lei do Feminicídio é inconstitucional
Sheherazade diz que Lei do Feminicídio é inconstitucional

A jornalista Rachel Sheherazade, conhecida por suas posições firmes, se posicionou contra a Lei do Feminicídio que torna o homicídio contra mulheres como crime hediondo.

A lei tem como objetivo proteger as mulheres que são vítimas de violência doméstica, mas para a jornalista do Jornal da Manhã, na Jovem Pan, o projeto de lei pode ter efeito contrário, além de ser inconstitucional.

“As estatísticas provam que as maiores vítimas de assassinatos brutais não são as mulheres. São os homens, pobres, jovens e negros. Então, partindo do mesmo argumento da lei do Feminicídio não seria os homens, os pobres, os jovens e negros igualmente ou mais vulneráveis que as mulheres?”, questiona.

Sheherazade diz que esse grupo também teria que ser protegido e questiona por quê as mulheres, que hoje rejeitam o rótulo de sexo frágil, se sujeitam a uma lei como esta se elas se consideram iguais aos homens.

“Quem luta por direitos iguais não pode exigir privilégios diferentes. Além de afrontar o princípio constitucional da igualdade, esse projeto sexista pode ter o efeito inverso do que pretende seus defensores e acirrar ainda mais o preconceito contra as mulheres”, diz.