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Site compara Google com Deus e gera polêmica, `O Google é meu Pastor; Nada me faltará`

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

“O Google é meu Pastor; Nada me faltará” é uma parte do Salmo da Era Digital feita por um blogueiro que compara Google com Deus.

  • google

    (Foto: Reuters)

    Foto da tela mostrando o Buscador do Google.

 

“Alimenta-me em seus verdes pastos; Guia-me com facilidade por lugares tranqüilos e inimagináveis,” continua o texto do blog de Levi Brozeado.

Levi descreve como o gigante das buscas pode saciar as necessidades humanas de forma virtual, dia e noite.

“Refrigera a minha alma, guia-me pelas veredas virtuais por amor de Sua sigla;
Ainda que eu ande pelo vale da ignorância e da insensatez não temerei mal algum; Porque Tu estás comigo diuturnamente; Os Teus links e os Teus arquivos me consolam.”

A comparação foi feita baseando-se no original “Google um Deus?”, um outro texto religioso na internet que questiona a elevação de Google à posição de Deus, devido a ele prover muitas respostas para as pessoas.

O blogueiro do tal texto sugere que a elevação é um sintoma da sociedade digital, em que as pessoas colocam suas esperanças em coisas palpáveis.

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“Vejo uma certa ‘deusificação’ do Google que está envolta em uma mítica, tudo que precisar saber o Google vai me mostrar’”, diz o autor do texto.

O autor menciona também a aparente onisciência e onipresença do gigante das buscas que transformou o mundo e criou novos espaços, novos mercados.

Entretanto, o artigo é uma crítica à comparação do Google com Deus. Segundo o autor, o grande buscador só consegue indexar 10% de todo o conhecimento na internet, sendo que a internet só possui 10% de todo o conhecimento da humanidade e que a Terra não é nem 10% de todo o Universo.

“Podemos dizer então que o Universo é o dízimo de Deus para a humanidade. Acredito que fica claro que a comparação do Google com Deus não é só idiota como também ridícula”, afirma o autor.

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Mundo não acabará no dia 21, diz o Vaticano

 

Reverendo José Funes disse em artigo que ‘não vale nem a pena discutir os fundamentos científicos dessas afirmações’, que estão sendo divulgadas na internet

11 de dezembro de 2012 | 19h 41

O reverendo José Funes, astrônomo mais graduado do Vaticano, disse nesta terça-feira, 11, que o mundo não acabará no dia 21, apesar das supostas previsões feitas pelos maias. Funes escreveu um artigo ao jornalL”Osservatore Romano, do Vaticano, no qual disse que "não vale nem a pena discutir os fundamentos científicos dessas afirmações (obviamente falsas)", que estão sendo divulgadas na internet. O título do artigo é "O Apocalipse que não virá (pelo menos, por enquanto)".
Funes disse que o universo está em expansão e que, se os modelos são corretos, em um ponto o universo sofrerá uma ruptura, mas isso poderá acontecer bilhões de anos no futuro. Segundo ele, mesmo assim os verdadeiros cristãos acreditam que "a morte nunca é a última palavra". O calendário feito pelos maias, cuja contagem começou em 3.114 a.C., marca períodos de 394 anos, chamados de baktun. Os maias escreveram que o "significativo" 13º baktun acaba em 21 de dezembro.
As informações são da Associated Press.

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Igreja Mundial negocia a compra da Rede 21

 



12/12/12 – 03:00
POR FOLHA

Inquilina desde 2008, a Igreja Mundial do Poder de Deus pode comprar o “imóvel” que aluga por 22 horas diárias na TV.

A igreja do apóstolo Valdemiro Santiago está negociando a compra da Rede 21, do grupo Bandeirantes.

Há quatro anos, Valdemiro paga cerca de R$ 6 milhões mensais por 22 horas diárias locadas na programação da Rede 21.

Fontes da Igreja Mundial disseram à Folha que o interesse do religioso agora é comprar o canal e que ele já teria até feito uma oferta ao Grupo Bandeirantes.

O projeto de Valdemiro é concentrar seus esforços de comunicação em uma única  grande rede de TV, e não mais locar vários espaços em emissoras menores espalhadas pelo país.

O valor da negociação pela venda do 21 gira em torno de R$ 700 milhões, pagamento que seria realizado em 36 parcelas fixas. A  compra  depende da aprovação do governo federal, pois o canal é uma concessão pública.

Nos últimos dias, Valdemiro tem pedido em seus programas de TV que os fiéis aumentem as suas contribuições à Igreja, pois ele tem planos maiores para a programação da Mundial.

Procurada, a Igreja Mundial não quis se manifestar. O Grupo Bandeirantes não comenta o assunto.