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Islã é contra sepultamentos no mar, dizem especialistas

Declaração foi feita após autoridades americanas jogarem corpo de Bin Laden no oceano

O Islã é contra sepultamentos no mar, afirmou nesta segunda-feira (2) um porta-voz de Al Azhar, a universidade mais prestigiada entre os sunitas islâmicos instalada no Cairo, capital do Egito. A declaração foi feita após as autoridades americanas terem anunciado que sepultaram o corpo de Osama bin Laden no oceano, para seguir a tradição mulçumana.

De fato, as práticas islâmicas requerem que a pessoa seja sepultada nas 24 horas posteriores ao seu falecimento. No entanto, especialistas asseguraram que lançar um corpo ao mar contradiz a sharia (lei islâmica).

– Se é verdade que lançaram seu cadáver ao mar, o Islã é completamente contrário.

O líder da rede terrorista Al Qaeda foi morto neste domingo (1º), por forças especiais norte-americanas que invadiram a casa onde ele estava escondido no Paquistão. Segundo disseram fontes oficiais ao canal ABC, a decisão de jogar o corpo no mar foi tomada porque encontrar um país disposto a sepultar o terrorista mais procurado do mundo parecia uma missão complicada demais.

A atitude, no entanto, não agradou autoridades religiosas muçulmanas, disseram em uma declaração oficial do grande Imã (líder religioso do Islã) comentando a respeito do caso.

– O Islã é totalmente contra esse tipo de comportamento.

De acordo com a tradição, o corpo de um mulçumano deve ser lavado por homens de fé muçulmana e sepultado o mais rápido possível, de preferência nas primeiras 24 horas após sua morte. Em geral, o cadáver é coberto por uma mortalha branca.

Americanos queriam evitar santuário para Bin Laden, diz The Guardian

Segundo o jornal britânico The Guardian, no entanto, havia o medo de que uma suposta sepultura em terra de Bin Laden se transformasse em um santuário para os islâmicos. O temor, entretanto, não tem fundamento já que os costumes do Islã rejeitam tais coisas. Até mesmo os reis da Arábia são enterrados em sepulturas sem identificação.

Já o sepultamento no mar é comum na religião, embora vários sites muçulmanos digam que ela é permitida em certas circunstâncias.
Uma delas é quando o cadáver enfrenta uma viagem longa, na qual o corpo pode se decompor antes de o navio chegar à terra. A outra é quando existe um risco de inimigos cavarem uma sepultura de terra, exumar ou mutilar o corpo – uma regra que poderia plausivelmente ser aplicada no caso de Bin Laden.

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UNESCO QUER METADE DA POPULAÇÃO MUNDIAL HOMOSSEXUAL


O mundo caminha para sua auto-destruição.

Ennio Antonelli - queverdadeeessa.com  "O ‘ministro’ da família no governo do Papa, o Cardeal Antonelli, me disse há poucos dias em Saragoza que a UNESCO tem agendada para os próximos 20 anos fazer com que a metade da população mundial seja homossexual. Para isso, através de vários programas, será a introdução da ideologia de gênero que já está presente em nossas escolas."

Esta é a conspiração global que defende o bispo de Córdoba, Demetrio Fernández. Ele fez no último domingo, 26 de dezembro, na homilia que proferiu na missa da Sagrada Família. E, além disso, diz o Cardeal Ennio Antonelli, como o primeiro autor da "teoria da conspiração" da agência da ONU para as crianças.

Demetrio Fernández disse que a Igreja "não pretende impor à ninguém sua visão da vida e da família, mas pede respeito à visão que temos recebido de Deus e está inscrita na natureza humana."

"Isso é, de acordo com a ideologia de gênero", diz o bispo – não iria nascer um macho ou fêmea, mas ele escolhe de acordo com seu capricho, e pode mudar de acordo com o sexo sempre que quiserem. "Ele conclui: "Aqui está o ‘conquista’ mais recente de uma cultura que quer romper completamente com Deus, o Deus Criador, que colocou em nossa natureza a distinção entre homem e mulher."

O bispo encerrou sua homilia arengando os arquivos: "Este não é o momento para lamentar, mas de conhecer bem quais são os ataques a este bem precioso, de viver com lucidez e com coerência diante do que temos recebido de Deus, por lei natural ou por lei revelada."

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Morreu Osama Bin Laden! Apagaram o maldito!

 

Demorou!

Foi tarde!

Queima na inferno!


Este é o grito que se ouve nas ruas de Nova York

A rede de TV CNN afirmou na noite deste domingo (1/05/11) que Osama bin Laden, líder da organização terrorista Al-Qaeda, está morto. A morte ocorreu na semana passada, o governo americano esperou a confirmação por  DNA antes de dar a notícia. A informação teria sido confirmada por três fontes norte-americanas e também foi reproduzida pela agência de notícias Reuters neste final de noite de domingo.

"A Justiça foi feita", declarou Obama. Conforme descreveu, não houve agentes americanos nem civis paquistaneses feridos durante a operação. "Eles o mataram, e estão em posse de seu corpo."

Obama informou que, ao assumir a Presidência dos EUA, determinou ao então diretor da CIA, Leon Panetta, tratar como sua principal prioridade a tarefa de "matar ou capturar" Bin Laden. Embora tenha destacado agora ser possível "respirar aliviado", advertiu ser ainda missão dos EUA eliminar a Al-Qaeda. "Nós não toleraremos ameaças a nossa segurança nacional nem a nossos aliados. Não há dúvidas que a Al-Qaeda continuará a nos atacar", afirmou. "Quero deixar claro, como o fez o presidente George W. Bush, que a Guerra ao Terror não é contra o Islã. A Al-Qaeda é um destruidor em massa de muçulmanos."

O presidente americano fez questão de agradecer a cooperação das forças paquistanesas, considerada essencial para o sucesso da operação de caça a Bin Laden. Conforme relatou, manteve uma conversa com o presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, antes de seu anúncio.

Ainda de acordo com a emissora, o terrorista teria sido morto em uma mansão nos arredores de Islamabad, no Paquistão.

Procurado há pelo menos dez anos pelos EUA, Bin Laden é considerado o mentor intelectual dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que derrubou as Torres Gêmeas em Nova York e deixou cerca de 3.000 mortos.

Antes mesmo da morte do terrorista ter sido confirmada por órgãos oficiais, milhares de pessoas já comemoravam o fato nos EUA, aglomerando-se em frente à Casa Branca, em Washington. O clima é de total comoção.

Ex-colaborador da CIA, o engenheiro civil Bin Laden era considerado o mentor intelectual dos atentados de 11 de Setembro de 2001 contra o World Trade Center em Nova Iorque e contra o Pentágono, matando cerca de três mil pessoas. Desde então, ele foi transformado no alvo número um dos Estados Unidos, tendo sido procurado pelas forças armadas vivo ou morto. Mas Bin Laden sempre conseguiu se evadir das forças americanas, alternando esconderijos nas áreas de fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão. Sua ação foi responsável pela mudança na forma como se faz guerra, como se protegem liberdades e como se inspecionam bagagens.

O terrorista também é conhecido por ataques a alvos norte-americanos na África e no Oriente Médio na década de 1990.

Após os atentados em NY, ele tornou-se o homem mais procurado do mundo, com uma recompensa de US$ 25 milhões por sua cabeça. Desde então, ele passou a ser buscado por dezenas de milhares de soldados dos Estados Unidos e do Paquistão.

Bin Laden nasceu na Arábia Saudita em 1957, em uma família de mais de 50 irmãos. Ele era filho do magnata da construção Mohamed bin Laden. Seu primeiro casamento foi com uma prima síria aos 17 anos. Acredita-se que ele tenha tido 23 filhos com ao menos cinco esposas.

Financiado pelos Estados Unidos, ele lutou ao lado de rebeldes contra tropas soviéticas no Afeganistão nos anos 80, o que acabou levando à criação da Al-Qaeda.

Bush parabeniza Obama

Bush, que iniciou a chamada "guerra ao terror" para caçar os líderes da Al-Qaeda depois do 11 de setembro, disse que foi informado da notícia por seu sucessor, o presidente Barack Obama.

"Eu o parabenizei e aos homens e mulheres das comunidades militares e de inteligência que devotaram suas vidas a essa missão. Eles têm nossa eterna gratidão", declarou ainda.

"Essa conquista marca uma vitória para os Estados Unidos, para as pessoas que buscam a paz em todo o mundo, e para todos que perderam entes queridos em 11 de setembro de 2001", acrescentou.

"A luta contra o terror continua, mas, esta noite, os Estados Unidos enviaram uma mensagem inconfundível: não importa o quanto demore, a justiça será feita".

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