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AUMENTA MOBILIZAÇÃO MUNDIAL CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO

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ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS. Enquanto muitos pensam que nada de importante está ocorrendo no contexto profético, aquilo que está acontecendo implicitamente e nas entrelinhas é tão ou mais importante do que se ocorrera de forma explícita.

Estamos falando, entre outras coisas, do crescente movimento social nos EEUU e na Europa visando protestar contra o atual sistema financeiro que rege a economia global. Estamos falando, também, das cada vez mais claras declarações do Vaticano com relação à necessidade da adoção de um novo padrão financeiro global.

Assista o vídeo http://www.queverdadeeessa.com/2011/11/ultimos-acontecimentosnovembro-2011.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+QueVerdadeeEssa+%28Que+Verdade+%C3%A9+Essa%29

O aspecto financeiro é apenas uma das várias frentes em que o cumprimento das profecias avança. Existem muitas frentes e nesta edição abordaremos essa temática.

AUMENTA MOBILIZAÇÃO MUNDIAL CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO

Muitos poderão pensar que são apenas alguns milhares saindo às ruas. No entanto, esses milhares geram em milhões e em bilhões a mentalidade de que algo não está bem na economia mundial. Sem contar que esses protestos estão ocorrendo nos EEUU e em países europeus, lugares que há 10 anos eram o alicerce do sistema financeiro global.

Nos EEUU continuam os violentos protestos do movimento que ficou conhecido como “Ocupe Wall Street”. Esse movimento vem crescendo semana após semana. No dia 18/11/11, foi noticiado que foram presas mas de 300 pessoas em Nova York[1]. Horas antes, dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas celebrando o aniversário de dois meses do movimento “Ocupe Wall Street” com uma passeata próximo à Bolsa de Nova York.

Em diversos Estados americanos, manifestações semelhantes ocorreram em apoio ao movimento “Ocupe”, cujos acampamentos vêm sendo expulsos de parques e praças pelas autoridades locais, que justificam a ação com motivos de segurança.

No dia 20/11/11, continuaram os protestos e a violência prosseguiu, como pode ser vista neste vídeo:

Porém, aquilo que ocorre nos EEUU não é um fato isolado. Faz parte de um contexto maior. Não podemos esquecer do que está ocorrendo no seio da União Europeia. Devemos estar atentos a uma possível reconfiguração da União Europeia, pois a maioria de seus países membros vivem uma situação financeira caótica.

Não podemos esquecer as declarações dadas pelo Vaticano nos últimos 5 anos. Declarações cada vez mais claras e contundentes no sentido de expressar que o mundo necessita de uma nova ordem financeira e alguém capaz de gerenciar essa nova ordem. Neste documento  , o leitor do Projeto Ômega conhecerá melhor a postura do Vaticano com relação a tudo o que está ocorrendo.

É óbvio que são fatos isolados e que ainda não geraram nenhuma mudança radical. No entanto, cremos que são as sementes do que está porvir e cremos que algum fator catalisador fará com que as cosas comecem a ocorrer de forma mais rápida e definitiva. Obviamente, já há grupos trabalhando incensantemente, sob influencia maligna, para instaurar o sistema do anticristo.

ORIENTE MÉDIO: AS PEÇAS VÃO SE ENCAIXANDO

A cada dia a configuração do cenário final no Oriente Médio fica mais clara. No dia 04/11/11, ao ser perguntado por um repórter de televisão sobre o impasse com o Irã, o presidente de Israel, Shimon Peres, declarou que algo o alertava que “não restava muito tempo” e que confirmou que a opção militar estava mais próxima que a opção diplomática.

É bom salientar que Shimon Peres é um dos políticos mais moderados em Israel. Se ele fez essa declaração, é porque a probabilidade de um grande conflito na região é muito alta. Essa declaração de Peres ocorreu no dia 04/11/11. No dia 20/11/11, o governo israelense foi mais incisivo e declarou que “chegou o momento” de agir contra o Irã [2]. Desta vez, foi o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, quem fez a declaração.

Estamos bem diante de um momento profético muito importante, pois essa ameaça de conflito está intimamente relacionada com as profecias de Ezequiel 38 e 39 e com a própria instauração oficial da nova ordem mundial. Para quem ainda não compreende muito bem esse impasse, as potências ocidentais acusam o Irã de querer desenvolver uma arma atômica. Enquanto isso, o governo iraniano assegura que seu programa nuclear tem fins estritamente pacíficos. Estados Unidos, França e Grã-Bretanha têm usado nos últimos anos os relatórios da AIEA para aumentar a pressão contra o Irã, que já foi submetido a quatro rodadas de sanções por parte do Conselho de Segurança e a restrições adicionais por parte de europeus e americanos.

Porém, a China, que depende em grande parte das importações de petróleo iraniano, e a Rússia, que também tem estreitos laços comerciais com o Irã e constrói sua única usina de energia nuclear, tem sido mais cautelosas, às vezes expressando apoio implícito ao Irã.

Já temos comentado aqui no site sobre os possíveis cenários que poderão surgir após o fim dessa questão entre Israel e Irã. Porém, seja qual for o resultado (guerra ou tratado), as consequências serão importantíssimas para o cumprimento final das profecias.

Enquanto isso, continua o cenário de mudanças, confrontos e instabilidade no norte da África e no Oriente Médio. Devido ao constante condicionamento, às vezes não percebemos as grandes mudanças que têm ocorrido nos últimos meses e anos naquela região.

E continua de forma acelerada o processo de reconfiguração geopolítica no norte da África e no Oriente Médio. No Egito, após os violentos protestos que depuseram o presidente Osni Mubarak, manifestantes e policiais voltam a se enfrentar a uma semana do início das eleições parlamentares. Alguns jornais egípcios estão descrevendo a onda de manifestações como “a segunda revolução”. Na Síria continua o conflito civil e o regime do presidente Bashar el Assad pode cair. Não podemos esquecer o desfecho na Líbia e no Iemen. É como se toda aquela região região, incluindo também o Irã e o Iraque, estivessem, de forma acelerada, assumindo suas configurações finais para o cumprimentos das profecias.

Vamos permanecer atentos.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria,A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

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O GRANDE REINADO MUNDIAL DE SATANÁS

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Por Leandro Borges

“Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constituir-se-á inimigo de Deus”. (Tiago cap.4 vers.4).

Em (Gênesis cap.1), vemos que Deus entregou à humanidade o domínio sobre a terra e estabeleceu a teocracia como a forma de governo original deste mundo. Numa teocracia, o governo divino é administrado por um representante. Deus designou o primeiro homem, Adão, para ser Seu representante. Adão recebeu a responsabilidade de administrar o governo de Deus sobre a parte terrena do Reino universal de Deus.

Pouco tempo depois de ter dado esse poder ao homem, Satanás induziu Adão e Eva a se aliarem a ele em sua revolta contra Deus. Como resultado, a humanidade afastou-se de Deus e a teocracia desapareceu da face da terra. Além disso, com a queda de Adão, Satanás usurpou de Deus o governo do sistema mundial. A partir de então, ele e suas forças malignas passaram a governar o mundo.

Durante esta matéria de mensagem e estudo, vamos analizar e estudar cuidadosamente os 6 fatores que revelam as terríveis transições do grande reinado mundial de satanás.

1ª Fator:  A NEGAÇÃO DA REVELAÇÃO DIVINA.

O diabo tinha autoridade para oferecer o domínio sobre o sistema do mundo a quem ele quisesse, inclusive a Jesus Cristo, pois essa autoridade lhe tinha sido entregue por Adão. Foi por isso que Jesus chamou Satanás de “príncipe[literalmente, governador] do mundo”. João disse que o mundo inteiro jaz no maligno e Tiago declara que todo aquele que é amigo do atual sistema mundano é inimigo de Deus.

O reinado de Satanás sobre o mundo tem ocorrido de forma invisível, incentivando o surgimento de cosmovisões e filosofias contrárias à verdadeira realidade.

Até este ponto de nossa história, o reinado de Satanás sobre o mundo tem ocorrido de forma invisível. Trata-se de um domínio espiritual que incentiva o surgimento de cosmovisões e filosofias contrárias à verdadeira realidade. As Escrituras nos ensinam que, no futuro, Satanás irá tentar converter esse domínio espiritual e invisível em um reino político, visível e permanente – dominando o mundo inteiro. Para alcançar seu objetivo, Satanás precisa induzir a humanidade a buscar a unificação sob um governo mundial. Ele também tem de condicionar o mundo a aceitar um governante político supremo que terá poderes únicos e fará grandes declarações a respeito de si mesmo.

Utilizando-se da tendência secular e humanista da Renascença e de algumas ênfases propagadas pelo Iluminismo, o diabo conseguiu minar a fé bíblica de porções importantes do protestantismo e também determinadas crenças do catolicismo romano e da Igreja Ortodoxa. O resultado foi que, no final do século XIX e no início do século XX, o mundo começou a ouvir que a humanidade nunca havia recebido a revelação divina da verdade.

No entanto, o único modo pelo qual a existência de Deus, Sua natureza, idéias, modos de agir, ações e relacionamento com o Universo, com a Terra e com a humanidade podem ser conhecidos é através da revelação divina da verdade. Por isso, a negação dessa revelação fez com que durante o século XX muitas pessoas concluíssem que o Deus pessoal, soberano e criador descrito na Bíblia não existe; ou, se existe, que Ele é irrelevante para o mundo e para a humanidade.

Essa negação da revelação divina da verdade resultou em mudanças dramáticas, que tiveram graves conseqüências na sociedade e no mundo. Em primeiro lugar, ela levou muitas pessoas ao desespero. Deus criou os seres humanos com a necessidade de terem um relacionamento pessoal com Ele, para conhecerem o sentido e propósito supremos desta vida. A declaração de que Deus não existe ou é irrelevante provocou um vazio espiritual dentro das pessoas. Esse vazio levou ao desespero e à extinção da perspectiva de alcançar o sentido e propósito supremos desta vida. Satanás, então, ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher esse vazio e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele.

2ª Fator:  A NEGAÇÃO DOS ABSOLUTOS MORAIS.

A negação da revelação divina da verdade resultou também na negação dos absolutos morais. O argumento mais usado é: se os padrões morais não foram revelados por um Deus soberano que determinou que os indivíduos são responsáveis por suas ações, então os absolutos morais tradicionalmente aceitos foram criados pela humanidade. Assim sendo, uma vez que a humanidade é a fonte desses absolutos, ela tem o direito de rejeitar, mudar ou ignorá-los

A declaração de que Deus não existe ou é irrelevante provocou um vazio espiritual dentro das pessoas.

A negação da revelação divina da verdade resultou também na negação dos absolutos morais. O argumento mais usado é: se os padrões morais não foram revelados por um Deus soberano que determinou que os indivíduos são responsáveis por suas ações, então os absolutos morais tradicionalmente aceitos foram criados pela humanidade. Assim sendo, uma vez que a humanidade é a fonte desses absolutos, ela tem o direito de rejeitar, mudar ou ignorá-los.

O resultado dessa racionalização falaciosa é que a sociedade acabou testemunhando uma tremenda decadência moral. Ela passou a rejeitar a idéia de que apenas as relações heterossexuais e conjugais são moralmente corretas, passando a desprezar e ameaçar cada vez mais os que defendem essa idéia. Movimentos estão surgindo em todo o mundo para redefinir legalmente o conceito de matrimônio e para forçar a sociedade a aceitar essa nova idéia, a abolir ou reestruturar a família e proteger a propagação da pornografia.

O assassinato de seres humanos parcialmente formados (aborto) já foi legalizado em muitos países. Algumas pessoas ainda insistem em dizer que não existe questão moral nenhuma envolvida no suicídio assistido, na clonagem humana e na destruição de embriões humanos em nome da pesquisa de células-tronco. O assassinato e a mentira passaram a ser aceitos como norma. Essa falência moral ameaça as próprias bases da nossa sociedade.

3ª Fator:  A NEGAÇÃO DA VERDADE OBJETIVA E DE SEUS PADRÕES.

A negação da revelação divina da verdade resultou na conclusão de que não existe uma verdade objetiva que seja válida para toda a humanidade. Cada indivíduo seria capaz de determinar por si mesmo o que é a verdade. Assim sendo, aquilo que é verdade para uma pessoa não é, necessariamente, verdadeiro para outra. A verdade passou a ser algo subjetivo e relativo.

A racionalização nos levou à conclusão de que não há padrão objetivo pelo qual uma pessoa seja capaz de avaliar se algo está certo ou errado. Agora ninguém mais pode dizer legitimamente a outra pessoa que algo que ela está fazendo é errado. Seguindo essa racionalização, nunca se deve dizer a outra pessoa que seu modo de vida é errado, mesmo que, vivendo dessa maneira, ela possa morrer prematuramente. Também não será permitido que alguém diga a um adolescente que o sexo não deve ser praticado antes do casamento. Afinal de contas, ninguém tem o direito de impor seus conceitos de certo ou errado sobre os outros.

Essa negação da verdade objetiva e do padrão objetivo de certo e errado é propagada através de uma “redefinição de valores” promovida por escolas, por universidades, pela mídia, pela internet, por várias publicações, por alguns tipos de música e pela indústria do entretenimento como um todo. Algumas universidades, inclusive, já adotaram uma política que abafa qualquer expressão do que é certo ou errado por parte de seus alunos e professores. Esse tipo de atitude resulta em censura e intolerância.

A negação da verdade objetiva e dos padrões objetivos de certo e errado motivaram alguns a defenderem que os pais devem ser proibidos de bater nos filhos quando estes fizerem algo que os pais acreditam ser errado.

4ª Fator:  A REDEFINIÇÃO DA TOLERÂNCIA.

Isso tudo também resultou em um movimento que visa forçar a sociedade a aceitar um novo conceito de tolerância. A visão histórica da tolerância ensinava que as pessoas de opiniões e práticas diferentes deveriam viver juntas pacificamente. Cada indivíduo tinha o direito de acreditar que a opinião ou prática contrária à sua estava errada e podia expressar essa crença abertamente, mas não podia ameaçar, aterrorizar ou agredir fisicamente aqueles que discordavam dele.

Satanás ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher o vazio espiritual e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele.

Porém, a tolerância passou por uma redefinição. O novo conceito diz que acreditar ou expressar abertamente que uma opinião ou prática de uma pessoa ou de um grupo é errada equivale a um “crime de ódio” e, portanto, deve ser punido pela lei. Grupos poderosos estão pressionando o Congresso americano, por exemplo, para fazer com que esse novo conceito torne-se lei. Isso ocorrerá se for aprovado o que passou a ser conhecido como “lei anti-ódio”. Uma vez que nos EUA já existem leis contra ameaças ou prejuízos físicos causados a pessoas ou grupos de opiniões e práticas distintas, é óbvio que o objetivo desse projeto é tornar ilegal a liberdade de crença e de expressão. Se esse projeto for aprovado, os EUA passarão a ser mais um Estado totalitário, comparado àqueles que adotaram a Inquisição e o comunismo. [Tendências semelhantes se verificam na maior parte dos países ocidentais – N.R.]

Já que o mundo foi levado a acreditar que não há verdade objetiva válida para toda a humanidade e nenhum padrão objetivo que sirva para verificar se algo está certo ou errado, cada vez mais defende-se a idéia de que todos os deuses, religiões e caminhos devem ser aceitos com igualdade. Por isso, todas as tentativas de converter pessoas de uma religião para outra devem ser impedidas e as afirmações de que existe apenas um Deus verdadeiro, uma religião verdadeira e um único caminho para o céu são consideradas formas visíveis de preconceito. O pluralismo religioso está se tornando lugar-comum hoje em dia.

Se não há nenhum padrão objetivo para determinar o certo e o errado, então qual base uma sociedade ou um indivíduo pode usar para concluir que matar é errado? Isso incluiu os assassinatos praticados por médicos que fazem abortos ou os massacres provocados por psicopatas em escolas e em lugares públicos? Pois, talvez alguns desses atos violentos sejam resultantes do fato de seus autores terem concluído que, se não existe um padrão objetivo para determinar o que é certo e o que é errado, para eles é correto assassinar.

Se essa espécie de lei anti-ódio for aprovada, ela terá conseqüências drásticas. As pessoas que virem esse tipo de lei sendo posta em prática acreditarão que esse é o caminho correto. Mas, durante as campanhas eleitorais e nas sessões legislativas, os políticos poderão fazer acusações uns aos outros ou dizer que as ações dos seus oponentes são erradas?

5ª Fator:  O DESEJO DE UNIDADE.

A negação da revelação divina da verdade gerou uma crescente convicção de que o objetivo da humanidade deve ser a unidade. O Manifesto Humanista II diz:

Não temos evidências suficientes para acreditar na existência do sobrenatural. Trata-se de algo insignificante ou irrelevante para a questão da sobrevivência e satisfação da raça humana. Por sermos não-teístas, partimos dos seres humanos, não de Deus, da natureza, não de alguma deidade.

O argumento prossegue:

Não somos capazes de descobrir propósito ou providência divina para a espécie humana… Os humanos são responsáveis pelo que somos hoje e pelo que viermos a ser. Nenhuma deidade irá nos salvar; devemos salvar a nós mesmos.

À luz do pensamento de que a salvação da destruição total depende da própria humanidade, o Manifesto continua:

Repudiamos a divisão da humanidade por razões nacionalistas. Alcançamos um ponto na história da humanidade onde a melhor opção é transcender os limites da soberania nacional e andar em direção à edificação de uma comunidade mundial na qual todos os setores da família humana poderão participar. Por isso, aguardamos pelo desenvolvimento de um sistema de lei e ordem mundial baseado em um governo federal transnacional.

Finalmente, o documento declara:

O compromisso com toda a humanidade é o maior compromisso de que somos capazes. Ele transcende as fidelidades parciais à Igreja, ao Estado, aos partidos políticos, a classes ou raças, na conquista de uma visão mais ampla da potencialidade humana. Que desafio maior há para a humanidade do que cada pessoa tornar-se, no ideal como também na prática, um cidadão de uma comunidade mundial ???

O assassinato de seres humanos parcialmente formados (aborto) já foi legalizado em muitos países.

A existência de instituições internacionais, como a Corte Internacional de Justiça e as Nações Unidas, os meios de transporte rápidos, a comunicação instantânea e a internacionalização crescente da economia fazem com que a formação de uma comunidade mundial unificada pareça ser possível. O tremendo aumento da violência, incluindo a ameaça de terrorismo que paira sobre todo o mundo, pode levar a civilização a uma governo mundial unificado em nome da sobrevivência.

6ª Fator:  A Deificação da Humanidade

A negação da revelação divina da verdade criou uma tendência em deificar-se a humanidade. O teólogo protestante Thomas J. J. Altizer, um dos teólogos protestantes do movimento “Deus está morto” da década de 60, alegava que, uma vez que a humanidade negou a existência de um Deus pessoal, ela deve alcançar sua auto-transcendência como raça, algo que ele chamava de “deificação do homem”. O erudito católico Pierre Theilhard de Chardin ensinava que o deus que deve ser adorado é aquele que resultará da evolução da raça humana.

Com tais mudanças iniciadas com a negação da revelação divina, Satanás está seduzindo o mundo para que caminhe em direção à unificação da humanidade. Ela ocorrerá quando todos estiverem sob um governo mundial único que condicionará o planeta a aceitar seu líder político máximo, o Anticristo, o qual terá poderes únicos e alegará ser o próprio Deus.

QUE DEUS TE ABENÇOE…

 

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

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O Dinheiro ou o Céu? um estudo bíblico

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O tema “Jesus e as riquezas” nos leva, sem dificuldades, a reflexões interessantes, sobretudo em face do que ouvimos frequentemente dos púlpitos alinhados à teologia da prosperidade, cujo mote central tem sido levar os ouvintes a entenderem que o crente que não possui riquezas materiais visíveis não vive a plenitude de Deus em sua vida. Afinal de contas, temos a promessa de que Jesus dá vida, e vida em abundância (João 10.10).

A perícope de Mateus 19.16-22 (relida em Marcos 10.17-22 e Lucas 18.18-23), que trata do caso de certo “jovem rico”, é seguida por explicações preciosas que vão até o vs. 30, quando Jesus discorre sobre o perigo das riquezas.

De forma geral, o texto pode dar a entender que os ricos (conceito vago), ou melhor, aqueles que são mais bem servidos de bens materiais neste mundo, terão dificuldades a ponto de não herdarem o reino dos céus. Contudo, um olhar mais atento nos levará a concluir que isso não é verdade. Na riqueza em si não há mal algum. O dinheiro é inerte, e dele podemos fazer o bem ou o mal, a depender do lugar que para ele destinamos na vida.

Temos exemplos clássicos de homens e mulheres na Bíblia que foram ricos nos seus contextos e nem por isso deixaram de ser canais poderosos de Deus em suas respectivas gerações. É o caso de Abraão, José, Davi, Salomão, Zaqueu, Mateus e outros. Há relatos de mulheres que sustentaram o ministério de Jesus, do que se pode inferir que possuíam bens em abundância.

Portanto, o problema reside não em possuir dinheiro, mas em amá-lo a ponto de destinarmos a ele lugar proeminente na vida. O cristão desperto precisa compreender que o dinheiro é um recurso necessário para vivermos nesse mundo, e que a riqueza pode ser entendida como bênção de Deus para uma finalidade. O dinheiro foi feito para o homem e a mulher, e não o contrário.

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“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” 1 Timóteo 6.10

Por outro lado, Lucas 8.14 ensina que os cuidados excessivos com as riquezas e os prazeres que elas podem nos oferecer são impeditivos ao fluir da vida de Deus em nós. Em Mateus 6.19-21, Jesus nos estimula a avaliarmos sempre onde está o nosso coração, nossos esforços, nossas energias. Ele alerta que as riquezas deste mundo são perecíveis, facilmente consumíveis pela “traça” e pela “ferrugem”, mas que a verdadeira riqueza reside nos valores eternos do reino de Deus. Há pessoas que gastam a vida para acumular riquezas, e infelizmente acabam perdendo a vida tentando mantê-las, num ambiente de cobiça e avareza, cercando-se de prazeres efêmeros deste mundo, alheios aos menos favorecidos.

“E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição.” Lucas 8.14

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” Mateus 6.19-21

O apóstolo aos gentios – Paulo – ainda nos lembra o fato de que nascemos nus, desprovidos de tudo que é material, e da mesma forma nos despediremos desta vida. A busca desenfreada por bens e riquezas, portanto, seria como loucura e cegueira, constituindo-se em verdadeira armadilha carnal, ou mesmo satânica, para manter preso aquele por quem Jesus morreu e ressuscitou.

“Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. ” 1 Timóteo 6.6-9.

Por fim, dentre outras diretrizes bíblicas, Lucas ainda se ocupou em registrar as palavras de Jesus, quando investia contra os valores seculares dos seus dias, que já eram permeados pelo consumismo e pela ostentação de bens e supervalorização do dinheiro. Jesus advertiu que a verdadeira vida não está ligada à ideia de posses ou de confortos fugazes, que, mesmo obtidos honestamente e de ser legítima a sua busca, jamais deverão ser esteio em nossa vida.

“E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.” Lucas 12.15.

Devemos, pois, compreender que nossa suficiência vem de Deus e que Ele supre nossas necessidades em Cristo Jesus. A verdadeira riqueza consiste na ausência de necessidade.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., é autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.