Categorias
Ciência Noticias

Marcelo Rezende agradece orações: “vou seguir o que Deus mandar”

“É Ele que sempre guiará a minha vida”, disse o apresentador

     Marcelo Rezende agradece orações: “vou seguir o que Deus mandar”

Depois de semanas sem novas publicações no Instagram, Marcelo Rezende voltou a se pronunciar por meio de suas mídias sociais. Em uma publicação, o apresentador esclareceu o sumiço em suas redes.

 “Eu fiquei alguns dias sem dar notícia, mas é porque eu estava em pleno tratamento. É assim mesmo: uma hora eu trato um pouco, agora estou em casa, continuo o tratamento em casa”, disse Rezende.

O apresentador do Cidade Alerta, que estava em uma espécie de retiro o qual chamou de “farmácia de Deus”, posou em uma foto com a namorada, Luciana Lacerda, e ainda aproveitou para mandar alguns recados aos fãs:

“Mas eu quero dizer uma coisa, na verdade várias coisas.

A primeira é o quanto eu sou grato a você, pode estar orando por mim. Segundo, que eu não duvido nem tenho medo. Eu vou seguir cada passo que Deus mandar. Foi Ele que sempre guiou a minha vida e é Ele que sempre guiará a minha vida”.

Marcelo está esperançoso na melhora do seu quadro. “Um novo momento vem aí, um momento de cura e de amor”, concluiu.

Tratamento

Marcelo Rezende desistiu do tratamento de quimioterapia, considerado o mais eficiente contra o câncer no pâncreas, para tentar um tratamento alternativo, conciliado à leitura bíblica.

“Não adianta você curar o físico sem ter à frente o espiritual. E eu cuido muito do lado espiritual, porque quem está fazendo essa travessia da cura é Deus, é Ele quem me conduz”, disse o apresentador, em um outro vídeo divulgado na internet.Com informações do Gospel Prime

Categorias
Israel

Plantas do Terceiro templo estão quase prontas, garante rabino

Retomada do Muro das Lamentações foi profético, explica estudioso

      Plantas do Terceiro templo estão quase prontas

O rabino Richman, diretor do Departamento Internacional do Instituto do Templo, afirma que os judeus estão empenhados em reconstruir o Templo em Jerusalém.

 Há 50 anos, o comandante da Brigada israelense, o coronel Motta Gur, liderou a reconquista do complexo do Monte do Templo, então nas mãos da Jordânia. Após a captura, no final da Guerra dos Seis Dias, em 1967, ele anunciou publicamente: “O Monte do Templo está em nossas mãos! O Monte do Templo está em nossas mãos!”

Esse anúncio teve grande impacto sobre os judeus de todo o mundo, por que aquele era o local onde o rei Salomão havia edificado o primeiro templo, a morada de Deus! Anos mais tarde ele seria destruído pelos babilônicos. Nos dias de Jesus um segundo templo já fora construído com patrocínio do Rei Herodes, o Grande, mas acabou derrubado no ano 70 pelas tropas romanas liderados pelo general Tito.


Recuperar o complexo onde está o Kotel, mais conhecido como Muro das Lamentações, significava que os judeus poderiam erguer finalmente o seu terceiro templo. Para alguns ramos do judaísmo, esse e um forte sinal da vinda do Messias.

 “Seria difícil, acredito, não ver o que aconteceu nos últimos 50 anos como um tremendo salto – não apenas o cumprimento da profecia – mas  tremendo avanço no judaísmo”, disse Richman.

“É mais do que profético. É como um beijo do Céu, um beijo divino. É como um contato íntimo com a realidade da compaixão e do amor de Deus. Ele cumpre suas promessas”, comemora.

 Ele reiterou que o Instituto está trabalhando na finalização das plantas do novo templo. “Hoje, há um lobby no Knesset [parlamento de Israel] e os congressistas debatem constantemente sobre os direitos dos judeus voltarem a orar no Monte do Templo”, sublinha Richman.

“Há membros do Knesset falando sobre a necessidade de reconstrução do Templo Sagrado. Você percebe que há 20 anos isso era impensável? Ninguém daria um momento sequer no horário nobre da televisão para falar essas coisas. Eles seriam ridicularizados!”. Com informações Christian Headlines e Gospel Prime

Categorias
Noticias

Nova Cracolândia afasta fiéis da Primeira Igreja Batista de São Paulo

Conforme informações da igreja, ao menos 30% dos fiéis faltaram aos cultos na semana.

      Nova Cracolândia afasta fiéis da Primeira Igreja Batista de São Paulo

A Primeira Igreja Batista de São Paulo está perdendo fiéis com a instalação de uma nova Cracolândia, na Praça Princesa Isabel, próximo ao templo. Na semana passada uma operação da Prefeitura dispersou os usuários de droga do antigo local, o que resultou na mudança de endereço.

José Carrasco (65) frequenta há 15 anos a igreja, e com a proximidade dos usuários decidiu se tornar um segurança voluntário. “Como eu faço parte, conheço bem quem frequenta. Então, a ideia é identificar quem é quem e fazer com que as pessoas se sintam acolhidas, se sintam seguras, ao me ver.”

Conforme informações da igreja, ao menos 30% dos fiéis faltaram aos cultos na semana anterior. Por isso, Carrasco foi um dos membros que aceitou vestir um colete e ficar com os olhos atentos na movimentação da praça.


 José já trabalhou como vigilante. Ele comentou que não enfrenta problemas com a nova função. “É sossegado. Se a gente não  mexe com eles (usuários), eles não mexem com a gente”.

 “Os membros fazem trabalho voluntário, com reforço principalmente em horários de culto”, admitiu o pastor Reinaldo Junior (35), segundo  quem, também foi pedido reforço de policiamento ao 13.º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área.

A Igreja também pôs à disposição dos frequentadores, no domingo, uma van para levá-los ao Metrô Santa Cecília e ao Terminal Princesa Isabel. “No domingo da operação ficou bem vazio”, relatou o pastor.

 Igreja desenvolve trabalho com dependentes químicos

A Primeira Igreja Batista é conhecida pelo trabalho social realizado com usuários de drogas da Cristolândia. O projeto oferece café da manhã, banho e almoço aos usuários. “Depois da operação, o fluxo na Cristolândia cresceu de 300 para 450 pessoas por dia”, diz Junior.

O projeto faz, ainda, internação voluntária em quatro comunidades terapêuticas. As cerca de 120 vagas, no entanto, já estão preenchidas. “Não é só a gente: todos os lugares estão cheios”, afirma. “Por isso que, antes de se falar em internação compulsória, como está sendo discutido, tem de saber se há vagas disponíveis. Não há.”  Com informações do Estado de São Paulo e Gospel Prime