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“A Igreja não pode esquecer de Israel”, defende estudioso

Norberth Lieth acredita que interesse pelas profecias é essencial

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

“A Igreja não pode esquecer de Israel”, defende estudioso
“A Igreja não pode esquecer de Israel”, defende estudioso

Norberth Lieth é o diretor da Chamada da Meia-noite Internacional. Autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol,  como conferencista internacional, viaja para diversos países exortando a Igreja para que não se esqueça de Israel.

Nascido na Suíça, foi missionário no Uruguai. Erudito, ele se especializou nas profecias relacionadas com os eventos que antecedem a volta de Cristo e o papel de Israel no plano eterno de Deus. Para Lieth, não há como os cristãos não amarem Israel.

Em entrevista exclusiva ao Gospel Prime, ele explica os motivos. Primeiramente lembra que “Jesus Cristo veio como judeu, ensinou que a salvação vem dos judeus, subiu ao céu como judeu e voltará como judeu (Ap 22:16)”.

Como a Igreja está baseada nele, não pode ignorar esse fato. Ressalta ainda que Deus não se esqueceu das promessas que fez para esta terra e este povo. Por fim, lembra que o apóstolo Paulo fala através dos judeus para as nações (Rm 9:11) e ele ensina que fomos enxertados na Oliveira (símbolo de Israel), portanto somos “parentes espirituais” dos judeus.

Reconhece que, de diferentes maneiras, muitas igrejas não amam Israel. Essa “teologia da substituição” é popular em muitos meios eclesiásticos. Contudo, Lieth ressalta que se olharmos para todo o plano de salvação, não há como ignorar a importância fundamental de Israel. O estudioso é categórico: “Só quem não estuda a profecia bíblica ignora Israel”.

Questionado sobre o argumento popular de que o Israel moderno não é o Israel bíblico, Norbert reconhece que o Israel atual não é “espiritualmente o Israel que devia ser”. Não tem dúvidas que cada judeu precisa do Salvador Jesus, mas isso não invalida as profecias que mostram como Deus iria fazer o seu povo retornar à sua terra prometida (vide Ezequiel, Jeremias e Salmos 102).

“Mesmo não sendo ainda salvo o Estado de Israel foi dado aos judeus… Eles terão de passar pela grande tribulação para se converterem a Jesus”, assevera.

Analisando as sucessivas “ondas” da teologia, admite que hoje em dia, falar sobre as questões de escatologia (estudo do final dos tempos) parecer ter “saído de moda”. Contudo, isso não diminui a vocação de ministérios que existem com esse propósito.

Para Lieth, embora de um modo geral na Igreja o interesse diminuiu, a procura pelo material produzido pela Chamada e a presença nos eventos mostra que o interesse continua existindo.

Conta ainda, que muitos cristãos sentem falta dessa pregação na Igreja. Por fim, ressalta que tanto no Antigo quanto no Novo Testamento existem profecias que ainda não foram cumpridas e que a maioria delas diz respeito ao que acontece e ainda vai acontecer em Israel. Portanto, o estudo das profecias é parte essencial do aprofundamento de qualquer cristão nas escrituras.

O trabalho do ministério Chamada da Meia-noite tem como um de seus objetivos desde a fundação lembrar a Igreja da importância de Israel e das profecias relacionadas ao Estado judeu. Iniciada na Europa, a Chamada atua no Brasil há 47 anos no Brasil, imprimindo anualmente mais de 100 mil livros e revistas. Além do trabalho de evangelização, a Chamada tornou-se conhecida pelos Congressos sobre Palavra Profética, realizados anualmente no Brasil e em Israel. Além disso promove viagens a Israel como a que o Gospel Prime acompanhou.

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Ciência Noticias

Igreja Universal: culpa do terremoto no Nepal é das “oferendas que as pessoas fazem ao diabo”

Profile photo of Tiago Chagas Publicado por Tiago Chagas -gnoticias.com.br-em 15 de maio de 2015

 

Igreja Universal: culpa do terremoto no Nepal é das “oferendas que as pessoas fazem ao diabo”A Igreja Universal parece determinada em incutir aos fiéis a ideia de que os terremotos no Nepal são sinais do fim dos tempos. Em uma reunião no Templo de Salomão, o bispo Clodomir Santos disse que “quem fez isso não foi Deus, mas o diabo”.O encontro realizado na última quarta-feira, 13 de maio, reuniu milhares de fiéis, que foram ao megatemplo da Universal descobrir “os motivos que levaram a acontecer o terremoto”.

Um repórter da revista Veja SP, que foi ao local como um visitante comum, relatou que o bispo Clodomir Santos atribuiu o tremor de terra às “oferendas que as pessoas fazem ao diabo”.

Deixando de lado as questões científicas (o Nepal é localizado em uma área que é o encontro de placas tectônicas, e está sujeito a tremores de maior ou menor intensidade por esse motivo), o bispo disse que a receita para evitar novas tragédias como essa é buscar a Deus: “A bênção precisa vir em toda a nossa plenitude”, afirmou.

Na internet, muitos usuários das redes sociais ironizaram a publicação da Universal (foto): “A Igreja Universal convocou os fiéis para palestras sobre os terremotos no Nepal. Não sabia que Edir Macedo também é geólogo”, zombou um dos internautas.

A assessoria de imprensa afirmou, em comunicado enviado ao jornal O Globo, que “a reunião do Templo de Salomão em questão abordou, entre outros temas, uma reflexão sobre o terremoto no Nepal sob o ponto de vista da fé, na busca de respostas para tragédias como essa”.

Em uma publicação em seu site oficial no dia 03 de maio, a Igreja Universal já atribuía ao terremoto uma característica de profecia bíblica: “Sinais de que o Fim dos Tempos já começou estão por toda parte, apesar de os incrédulos não admitirem. Uma série de acontecimentos ao redor do planeta não deixa dúvidas do que foi profetizado na Bíblia”, destacava o artigo.

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Noticias

Ocidentais se juntam a milícia cristã para combater o EI

Muitos acreditam que seus países não estão agindo de forma eficaz para acabar com os terroristas

por Leiliane Roberta Lopes-gospelprime-

 

Ocidentais se juntam a milícia cristã para combater o EI
Ocidentais se juntam a milícia cristã para combater o EI

A agência Reuters conseguiu encontrar um americano que saiu do seu país para lutar na milícia cristã no Iraque. Identificado com Brett, 28 anos, o soldado já serviu ao exército americano no Iraque em 2006 e agora resolveu voltar para uma luta maior.

Católico, ele carrega imagens da Virgem Maria dentro de uma Bíblia de bolso e afirma que resolveu lutar com os cristãos assírios para vencer o mal, no caso o Estado Islâmico.

“Aqui estou lutando por um povo e por uma fé, e o inimigo é muito maior e mais brutal”, diz. Para ele a guerra de 2006 é diferente da guerra de hoje.

Mas Brett não é o único, assim como muitos muçulmanos do ocidente estão sendo recrutados para se juntar ao EI, outros ocidentais resolveram se juntar às milícias que lutam contra os terroristas.

Uma das milícias criadas por cristãos é a Dwekh Nawsha, o nome quer dizer “sacrifício” em aramaico, idioma falado por Cristo que ainda hoje é usado pelos cristãos assírios.

Alguns ocidentais que resolveram pegar em armas para vencer os radicais islâmicos resolveram ir até ao Iraque por acreditar que seus países não estão fazendo o suficiente para acabar com os terroristas.

O Curdistão, que também luta contra o EI, recusou que esses estrangeiros participem da linha de frente na luta contra o terrorismo, Brett até agora é o único que efetivamente participa dos combates. Os demais aguardam autorização oficial. Com informações Exame