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Grandioso culto reúne 200 igrejas e intercede pelo Brasil

               Evento lotou Arena e quase supera público do UFC

Grandioso culto realizado por igrejas evangélicas de toda Curitiba e região metropolitana na Arena da Baixada encerrou a Semana do Avivamento, quando igrejas de toda a cidade se reuniram para a realização de cultos e atividades sociais, incluindo arrecadação de doações para a Fundação de Ação Social (FAS) da prefeitura, além de mobilizar evangélicos para fazerem cadastro para a doação de órgãos e de medula óssea

Segundo a organização, todos os 50 mil ingressos do encerramento foram vendidos. Contudo, nem todos compareceram. Mesmo assim, os 43 mil fiéis que foram até o estádio do Atlético Paranaense realizaram o maior culto público da história emCuritiba, quase superando as 45.207 pessoas que estiveram ali para o UFC 198, no ano passado

Para efeitos de comparação, a Marcha para Jesus em Curitiba atrai cerca de 150 mil participantes, mas é considerado um movimento.

As 18h do sábado (28), teve início o serviço religioso, que também teve conotações políticas. Logo no início, um dos pastores no palco principal pediu que todos os fiéis levantassem um folheto com as cores da bandeira do Brasil. Foi realizado um momento de intercessão pelo país, enquanto uma bandeira sobreposta por um enorme “Jesus” era projetada no telão do estádio.

O líder religioso explicou que era preciso orar por justiça para que “Jesus tocasse no coração dos governantes” e “o brasileiro voltar a andar de cabeça em pé”. A página do movimento MUDE, ligado aos investigadores da Lava Jato postou fotos do evento, dizendo que houve um momento de se declarar apoio à operação.

  Unir as pessoas

O estudante Eduardo Schultz, 17 anos, foi com familiares para participar do culto. Ele diz ter se emocionado. “Nunca tinha visto algo assim. É a minha primeira vez aqui, então vir e ver algo desse tamanho e com essa animação é inexplicável. É diferente”, ressalta.

Para a pedagoga Marinalva Starerraud, 42 anos, o diferencial de um culto desse tamanho é o contato com outras pessoas. “Unir pessoas de todas as idades e diferentes igrejas é algo maravilhoso”, acredita.

Seu esposo, o corretor Geraldo Starerraud, de 52 anos, conta que nunca viu a Arena tão cheia. “Estive aqui durante a inauguração da grama sintética [em fevereiro de 2016] e a quantidade de pessoas era bem menor. Dessa vez, até o campo está lotado”, lembra. Com informações do Gospel Prime e Tribuna PR

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Islã é um câncer e Alcorão é um vírus, afirma pastor batista

“O Alcorão é a fonte podre de cada ação terrorista islâmica praticada no mundo”, prega Keith Piper

       Islã é um câncer e Alcorão é um vírus, afirma pastor batista

Um pastor batista está sendo atacado nas redes sociais após afirmar em um sermão que o Islã é “um câncer que destruirá a sociedade” e que o Alcorão é como um “vírus” que contamina a mente de seus seguidores.

A filmagem do sermão feito por Keith Piper, pastor da Igreja Batista da Liberdade, em Sydney, Austrália, gerou grande controvérsia no país nos últimos dias. O material chegou até o Ministério da Educação do país, após ser revelado que a igreja fornece material religioso para as escolas públicas.

Através de um acordo, a Igreja Batista da Liberdade criou aulas e material que fazem parte do currículo da Educação Religiosa Especial – uma aula de 30 minutos oferecida semanalmente aos alunos por escolas do estado. A igreja também oferece os professores para ministra-las.

Por suas declarações contundentes, os muçulmanos da Austrália estão acusando o líder cristão de islamofobia e pressionando o governo para que cancele o acordo com a igreja.

 Durante a pregação de cerca 40 minutos, disponível no YouTube, Piper apontou o islamismo como um grande problema atual.

“O islamismo é um câncer. Devemos destruir esse câncer ou ele rá destruir nossa sociedade, nossa liberdade individual e tudo o que amamos”, afirmou ele aos membros de sua igreja.

“Os muçulmanos praticantes e os ensinamentos do Alcorão são culturalmente incompatíveis com valores ocidentais e cristãos”, assegurou também. Piper fez questão de dizer que não é “antimuçulmano”, mas que “o Alcorão é a fonte podre de cada ação terrorista islâmica praticada no mundo”.

Em sua opinião, a propagação do islamismo no Ocidente apenas fortalece o terrorismo e corrompe os valores judaico-cristãos que são os alicerces da sociedade.

Também reclama que são os “líderes esquerdistas” australianos que estão ensinando as pessoas a rejeitaram os valores ocidentais.

“Os líderes ocidentais ímpios e esquerdistas têm medo de ensinar a Bíblia, a salvação e os valores cristãos nas escolas estaduais. Em vez disso, eles ensinam a sodomia como algo normal”, disparou.

Darrin Morgan, diretor de Fairness in Religion in Schools da NSW, trouxe os comentários do Sr. Piper à atenção do departamento de educação, afirmando que a aprovação da Igreja Batista da Liberdade como um provedor de SRE vai contra as políticas do departamento.

Após as acusações de incitação do ódio, Piper assegurou que não dava aulas de religião desde 2005, quando trabalhou numa escola no oeste de Sydney. Fez questão de lembrar que membros de sua congregação que ensinavam nas escolas públicas, incluindo a esposa, não falavam sobre o Islã durante as aulas.

“O que eu falo na minha vida pessoal não é o que eles falam quando vão ensinar as Escrituras”, disse ele ao Daily Mail.

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UNESCO rasga Bíblia e afirma que Hebrom é “Patrimônio da Palestina”

     Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas são reconhecidamente parte da história judaica

      UNESCO rasga Bíblia e afirma que Hebrom é “Patrimônio da Palestina”

A decisão mais recente da A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) voltou a mostrar como a ONU está dominada pela agenda islâmica.

Em outra decisão controversa, aprovada nesta sexta-feira (7), a UNESCO declarou que a Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas, são Patrimônios Mundiais do Estado da Palestina.

Em uma eleição secreta, 12 países votaram a favor da inclusão, três foram contra e seis se abstiveram.

Obviamente, a decisão foi duramente criticada por Israel. Nem mesmo a pressão diplomática exercida pelos EUA teve resultado.

Recentemente, a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres e à diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, para que se opusessem à decisão.

A vice-ministra de Relações Exteriores de Israel Tzipi Hotovely classificou a votação como um “emblema de vergonha para a Unesco, que de tempos em tempos prefere ficar ao lado da mentira”. Já o ministro da Defesa israelense, Avigdor Liberman, repudiou a votação, dizendo que isso revela como a Unesco é uma “organização política, vergonhosa e antissemita”.

Por outro lado, o ministro das Relações Exteriores da Autoridade Nacional Palestina Riyad al-Maliki, comemora: “Essa votação é considerada um sucesso na batalha diplomática que Palestina luta em todas as frentes.

Apesar da campanha de Israel, que espalha mentiras, distorções e fatos falsificados sobre os direitos dos palestinos, o mundo aprovou nosso direito de registrar Hebron e a Mesquita de Ibrahim [nome islâmico do local onde Abraão está enterrado] sob a soberania da Palestina e como Patrimônios Mundiais”.

Considerada sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, em Hebron fica a construção conhecida como Túmulo dos Patriarcas, onde segundo a tradição estão sepultados Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea.

Para as autoridades israelenses, a decisão da UNESCO de classificar a cidade como propriedade “islâmica”, equivale a rasgar a Bíblia, negando os cerca de 4.000 anos de presença judaica na região.

Conforme o Livro de Gênesis, ali viveu e foi sepultado Abraão, o pai dos judeus. O próprio termo “hebreu” é uma derivação de Hebrom.

Desde 2011, quando a Palestina foi reconhecida como estado-membro pela Unesco, este é o terceiro Patrimônio Mundial entregue a eles. Os outros foram a Basílica da Natividade e a Terra das Oliveiras e Vinhedos, em Belém.

Em maio o Brasil votou junto com os países muçulmanos na resolução da ONU que negava a soberania de Israel sobre Jerusalém.

tentativa islâmica de reescrever a história e usar os povos palestinos para gradativamente retirar de Israel o domínio de sua terra é uma estratégia que vem sendo posta em prática há décadas. Com informações de Daily Mail e BBC e Gospel Prime