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Coronavírus: evangélicos e católicos alteram cultos para evitar doença

Doenças tem primeiro caso confirmado no Brasil e mais 182 casos suspeitos.

Coronavírus no microscópio. (Foto: NIAID-RML/AP)

O surto de coronavírus que se espalhou pelo mundo está levando evangélicos e católicos a alterarem seus hábitos e cultos para evitar a doença.

É o caso do Vaticano, que pelo terceiro dia consecutivo teve eventos cancelados a pedido do papa Francisco, líder máximo da Igreja Católica, que tenta evitar que um número muito grande de pessoas se reúnam.

Em missas, como na Paróquia São Conrado, o padre Marcos Belizário deu orientações sobre o coronavírus, além de disponibilizar álcool gel na entrada da paróquia, permitindo assim que os fiéis se higienizem antes de entrar.

Já na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia, a orientação é para que os fiéis evitem dar as mãos na hora de cantar os louvores ou de trocarem abraços, beijos e apertos de mão.

Malafaia também deverá transmitir as recomendações sobre a doença nos seus cultos, principalmente depois da confirmação do primeiro paciente com a doença.

A Igreja Católica também orientou os fiéis a evitar o “abraço da paz” e dar as mãos depois que o coronavírus chegou ao país.

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Cultos

Igreja do Amor batiza mais de 700 pessoas

Evento aconteceu na praia do Janga em Paulista, Pernambuco.

Batismo da Igreja do Amor. (Foto: Reprodução / Instagram)

A Igreja do Amor batizou 799 pessoas na manhã deste domingo (1º) na praia do Janga, em Paulista, Pernambuco. O evento foi celebrado pela igreja e por seus pastores como o “maior batismo da igreja”.

“Avivamento!”, comentou o pastor Arthur Pereira, líder da igreja junto de sua esposa, Talitha Pereira. No mesmo dia, a igreja celebrou a Ceia do Senhor e recebeu os novos membros em comunhão realizada no templo.

Diversos batizados e familiares comemoram o momento e compartilharam suas experiências nas redes sociais.
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Igreja coreanas fecham pela primeira vez por conta do coronavírus

Cerca de 3.700 pessoas foram infectadas na Coreia do Sul, 18 morreram pelo vírus

Igreja na Coreia do Sul. (Foto: Yun Dong-jin / AP Images)

No dia 1º de março a Coreia do Sul comemora o Dia do Movimento da Independência, data onde as igrejas realizam um dos cultos mais alegres e importantes do calendário.

Porém neste domingo, as igrejas ficaram com suas portas fechadas diante do surto de coronavírus.

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“Esta é a primeira vez que as igrejas estão adiando oficialmente os serviços nos 100 anos de história protestante e 200 anos de história católica [na Coréia]”, disse Won Jae-chun, professor da Universidade Global Christian Handong em Pohang.

A declaração foi dada ao Christianity Today, quando o professor também relevou que nem durante a guerra da Coreia as igrejas interromperam suas atividades como está acontecendo agora por conta da doença que tem se espalhado pelo país contaminando mais de 3.700 pessoas, deixando 18 mortos.

Para impedir a contaminação, megaigrejas como a Pentecostal Yoido Full Gospel de Seul, Sarang, Onnuri e Myungsung, resolveram transmitir seus cultos via internet, com as portas fechadas, para evitar a aglomeração.

Mais da metade dos 500 participantes de uma pesquisa do Instituto de Dados do Ministério, apoiada pela Igreja Presbiteriana da Coréia (Tonghap) e por muitas megaigrejas coreanas, afirmou que não compareceu a um culto no domingo passado por causa do coronavírus.

Cerca de dois terços dos que não compareceram ao culto disseram que adoravam em casa, e mais da metade deles disse que adorava através dos sites de suas igrejas ou assistia a um dos vários canais cristãos de 24 horas na Coréia.