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Mais de 1.300 pessoas se entregam a Jesus durante cruzada evangelística de Franklin Graham, no Camboja

Quase 1.400 se entregaram a Jesus durante a cruzada evangelística realizada pelo pastor Franklin Graham, no Camboja. (Foto: Facebook / Franklin Graham)Quase 1.400 se entregaram a Jesus durante a cruzada evangelística realizada pelo pastor Franklin Graham, no Camboja.
(Foto: Facebook / Franklin Graham)

Mais de 23.000 ouviram o Evangelho e 1.396 tomaram a decisão de entregarem suas vidas a Cristo durante uma cruzada evangelística realizada por Franklin Graham em dois dias no Camboja, um país que é 98% budista.

“Você sabia que você tem uma alma?”, Graham perguntou à multidão. “Um dia você vai morrer, mas sua alma continua a viver. Sua alma viverá na presença de Deus ou será separada de Deus. A decisão que você tomar esta noite decidirá onde sua alma passará a eternidade”.

O “Festival do Amor Phnom Penh com Franklin Graham” foi realizado de 7 a 8 de dezembro no Camboja, o mesmo país em que o cristianismo quase foi eliminado durante o ‘Khmer Rouge’, um genocídio na década de 1970, que procurou eliminar a religião e desenvolver uma “raça dominante” sob a liderança de Pol Pot.

Estima-se que 2 milhões de pessoas morreram e apenas cerca de 200 cristãos sobreviveram às atrocidades, segundo um comunicado de imprensa. Muitos missionários fugiram durante o genocídio.

Quase 50 anos depois, líderes cristãos locais dizem que a cruzada evangelística teve um grande impacto. Foi o maior alcance cristão de todos os tempos no país, com 23.700 participantes, relatou a agência ‘Christian Newswire’.

“O Espírito Santo tocou nossa cidade e toda a terra. Agradecemos porque as pessoas ouviram o Evangelho, ouviram que Jesus é a Verdade, o Caminho e a Vida”, disse Sin Somnang, pastor da Igreja da Irmandade de Pochentong e presidente geral do evento. “Será uma bênção para nosso país e nosso legado espiritual sermos lembrados pela próxima geração por causa da cruzada”..

Entre os que tomaram uma decisão por Cristo, estava Chhimreth, de 59 anos. Ela já havia ouvido falar de Jesus antes, mas não o tornara o Senhor de sua vida.

“Sinto-me muito feliz e alegre”, disse Chhimreth através de um tradutor.

As igrejas locais acompanharão aqueles que tomaram a decisão de se entregar a Cristo.

“Oramos para que este [festival] abra as portas para mais trabalhos do Senhor no futuro”, disse Graham.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headline

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Cristãos sofrem prisão, tortura e até morte por revelar a fé

 
Uma mulher cristã segura uma cruz durante protesto organizado por cristãos iraquianos na AlemanhaUma mulher cristã segura uma cruz durante protesto organizado por cristãos iraquianos na Alemanha

A realidade dos cristãos secretos é muito comum em países islâmicos da Ásia Central. Eles são, principalmente, convertidos de outras crenças e por causa de ameaças, precisam manter em segredo a nova fé.

Viver assim significa não poder cultuar todos os domingos em edifícios tradicionais de igreja. É preciso se reunir em lugares que não chamem a atenção. Nesses países, a igreja é tão escondida que a maioria das pessoas não sabe que ela existe.

Em países muçulmanos, os cristãos costumam se reunir às sextas, dia em que os islâmicos vão à mesquita para fazer as orações. Uma família cristã recebe algumas pessoas em casa, mas se um estranho chegar, a reunião se torna uma refeição ou uma festa.

Os locais e horários dos encontros podem mudar a cada semana, tudo para evitar chamar atenção. Muitas vezes é mais seguro para o grupo se reunir em lugares públicos, como uma casa de chá ou uma cafeteria.

A conversão ao cristianismo é considerada em vários países da Ásia Central uma traição às normas e valores da cultura dominante. Para evitar a desonra ou vergonha, os cristãos evitam revelar a nova fé. Caso a família ou a comunidade descubram, nossos irmãos podem ser mantidos sob prisão domiciliar, pressionados a voltar ao islamismo ou agredidos.

Através de sussurros, Rehanullah* conta como é ser cristão e resistir dentro de um país que proíbe sua fé

A Portas Abertas trabalha silenciosamente em um país muçulmano da Ásia, tão secretamente que a maioria das pessoas não faz ideia de que a organização atua ali. Mesmo assim, ações de distribuição de Bíblias, material cristão, discipulado e visitas continua.

De forma discreta, uma equipe da Portas Abertas encontrou com Rehanullah em sua casa, enquanto cuidava de seu neto. Na hora da refeição, ele se senta na ponta da mesa, reparte o pão e agradece a Deus pela comida. Depois distribui os pães primeiro para suas netas e noras.

Se analisarmos a cultura daquele lugar, o costume é que os homens comam primeiro que as mulheres. “Quando não tem ninguém por perto eu quero que minhas filhas saibam que as valorizamos. Eu aprendi isso quando vi como os cristãos não diferenciam meninas de meninos”, diz o cristão perseguido.

Rehanullah foi o primeiro da família a se entregar a Jesus. Depois seus filhos foram evangelizados em um campo de refugiados e, quando puderam voltar para casa, estavam todos batizados. Eles conhecem outras famílias que compartilham da mesma fé e juntos vão se fortalecendo para continuar a caminhada em Cristo.

Rehanullah cuida dos cristãos onde mora. De certa forma, ele é como um pastor para eles. No entanto, em seu país não há uma igreja “organizada” ou formal. Mas ele é categórico: “Este é o meu país, este é o meu povo e esta é a minha responsabilidade. Nós vamos morrer aqui servindo a Jesus”.

A Portas Abertas lançou uma campanha chamada Presentes de Esperança. Essa campanha permite que você, cristão brasileiro, livre da perseguição religiosa, possa ajudar cristãos perseguidos e secretos na Ásia.

Em 2018, foram distribuídas 914.493 Bíblias e literaturas cristãos para cristãos secretos na Ásia. Você pode aumentar ainda mais esse número e ajudar a fortalecer a igreja de Cristo por meio de Sua Palavra.

Para saber mais acesse https://www.portasabertas.org.br/doe/campanhas/presentes-biblias e veja como participar.

*Nome alterado por segurança.

Fonte: Portas Abertas