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Científicos estudian si el Universo es una realidad virtual tipo Matrix

Universidad de Washington

 

Científicos estudian si el Universo es una realidad virtual tipo Matrix

Ven posible y ponen a prueba la hipótesis del investigador Nick Bostrom, que planteó que el cosmos podría ser una recreación informática.

12 DE DICIEMBRE DE 2012, WASHINGTON

Científicos de la Universidad de Washington han construido una simulación informática del Universo para comprobar si este existe realmente.
Este trabajo, publicado en Arxiv.org, nace tras la hipótesis planteada por el investigador Nick Bostrom, de la Universidad de Oxford, que planteó la posibilidad de que el cosmos fuera una recreación informática y el hombre estaba viviendo una realidad artificial, es decir, un mundo vritual tipo “Matrix”.
Para los científicos americanos, la mejor opción para confirmar o desmentir a Bostrom era construir su propia simulación de un Universo para comprobar si esto era posible .
UNA POSIBILIDAD REAL
Los autores del trabajo han señalado que, para ir mejorando la investigación, se necesitaría mejorar las supercomputadoras que se utilizan actualmente , porque, según ha indicado el investigador principal, Martin Savage, "en el principio del trabajo ya se han notado carencias y limitaciones". A su juicio, se necesitan "décadas de evolución en las computadoras" para dar con la respuesta a las cuestiones de Bostrom.
Así, el científico ha explicado que la intención es hacer "una simulación lo suficientemente grande" como para encontrar en el Universo "un detalle análogo" al que se ha creado en la simulación. Para Savage la teoría no es nada descabellada . De hecho, su investigación sugiere que el ‘detalle’ que probaría que el Universo es artificial podría mostrarse como una limitación en la energía de los rayos cósmicos, la radiación que llega de estrellas y galaxias lejanas.
Los rayos cósmicos de mayor energía no podrían viajar por los bordes de la retícula artificial que simula el espacio-tiempo en un hipotético modelo informático, sino que debería viajar en diagonal, por lo que sus interacciones no serían iguales en todas las direcciones, como sería de esperar, ha apuntado Savage, quien ha apuntado que si esta limitación antinatural se demuestra, ya no habría duda de que el Universo es artificial.
Claro que visto esto, el “Gran Arquitecto” de este Matrix virtual podría elucubrarse que es Dios, lo que tendría también su lógica (evidentemente no científica, pero no por ello improbable).
CROMODINÁMICA CUÁNTICA
La simulación ha utilizado la cromodinámica cuántica, un sistema que permite recrear el cosmos partiendo de las leyes fundamentales de la Física que rigen el Universo.
Esta técnica, hasta ahora, ha sido capaz de recrear diminutas porciones del Universo, en la escala de una billonésima de metro. Además, también han investigado el límite Greisen-Zatsepin-Kuzmin (GZK), una línea de corte de partículas de alta energía que se produce cuando partículas interaccionan con el microondas cósmico, perdiendo energía a medida que viajan largas distancias.

Fuentes: Europa Press

Editado por: Protestante Digital 2012

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O Rico e o Lázaro -‏

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Anisio ([email protected])

 

Imagem de Anisio

O RICO E O LÁZARO –
Uma reflexão sobre a vida, a morte e os valores eternos.
Jesus contou a história de um homem rico anônimo e um pobre chamado Lázaro (Lucas 16.19-31). O primeiro vivia no luxo; o segundo, na sarjeta. A situação do rico pode ser avaliada em função dos tecidos de suas vestes: púrpura e linho finíssimo, ambos muito caros. Lázaro, além de ser mendigo, tinha o corpo cheio de feridas e parece que seus únicos amigos eram os cães.
Qual dos dois estava em melhor situação? Avaliando pela aparência, muito diriam: o rico. Se fosse hoje, é possível que Lázaro ouvisse algo assim:
"Você está em pecado. Sua vida precisa mudar. Existe uma maldição hereditária e um demônio de miséria em seu corpo. Busque libertação e prosperidade".
O rico era a imagem do sucesso. Lázaro era considerado um fracasso. Esta análise reflete a visão humana das coisas, mas Deus vê de outro modo.
Depois de descrever a condição sócio-econômica daqueles homens, Jesus foi muito além. Por trás da cena natural existe uma realidade espiritual. O natural passa, mas o espiritual permanece. O rico era um ímpio vivendo em miséria espiritual. O mendigo era um servo de Deus. Como podemos afirmar tal coisa? Pelos resultados espirituais de suas vidas: o rico foi para o inferno, mas o mendigo foi conduzido pelos anjos ao paraíso.
Não seria correto pensar que Lázaro foi salvo pelo fato de ser pobre, mendigo e doente. Portanto, devemos concluir que ele era um crente, um servo fiel a Deus.
Jesus queria chamar a atenção de seus ouvintes para a realidade espiritual e demonstrar que o resto é secundário e de menor valor.
No versículo 22, o Mestre diz que aqueles homens morreram. A morte foi um grande prejuízo para o rico ímpio, pois deixou para trás todos os seus bens, mas para o pobre justo foi grande lucro (como diria também Paulo em Fp.1.21).
Após a morte, a situação de ambos se inverteu. O rico foi para o inferno e passou a desejar a ajuda do ex-mendigo. Lázaro foi para o paraíso, onde passou a viver em delícias eternas.
Eles não reencarnaram como ensina o espiritismo. Eles não foram exterminados como afirmam os adventistas e as testemunhas de Jeová. Não ficaram inconscientes na morte, não tiveram permissão para se comunicarem com os vivos nem poderiam fazer algo em favor dos mesmos. O mendigo não se tornou o São Lázaro, pronto para atender as preces de seus devotos. Seus espíritos não ficaram vagando pela terra assombrando as pessoas ou trazendo mensagens do além em sessões mediúnicas.
Os que querem escapar das conclusões advindas da referida passagem bíblica argumentam que a mesma é uma parábola e não pode ser interpretada literalmente. Defendemos a tese de que é uma história porque Jesus nunca usou nomes próprios em parábolas. As editoras colocam nas bíblias o título "parábola do rico e do Lázaro", mas isso não faz parte do texto bíblico. Por outro lado, ainda que fosse uma parábola, não teríamos ali princípios teológicos falsos proferidos por Jesus. Portanto, as conclusões persistem com força total.
No inferno, o rico caiu em si e teve sua consciência despertada para alguns valores que, durante sua vida terrena, não eram importantes ou prioritários para ele:
1- A água. Talvez esta seja a única coisa material lembrada e desejada no inferno. Sua referência no texto serve para demonstrar que os condenados terão corpos e sentirão sede.
2- As pessoas. O rico lembrou-se de seus irmãos. Nota-se, portanto, que a vida na terra continua enquanto muitos já estão no inferno.
3- A misericórdia. Ele pediu misericórdia ao pai Abraão. Talvez, em vida, não se considerasse necessitado da misericórdia. É possível que nunca tenha feito uma oração clamando pela graça divina.
4- O evangelismo. De repente, o rico passou a considerar importante evangelizar seus irmãos para que não fossem também para o inferno. Deus nos manda evangelizar agora. Aproveitemos a oportunidade enquanto estamos vivos. Depois da morte ninguém poderá exercer os dons e ministérios.
5- A bíblia. O pai Abraão citou Moisés e os profetas. Esta era uma forma de se referir às sagradas escrituras naquela época, ou seja, o antigo testamento. Entendemos, portanto, que o rico, durante sua vida, não valorizou a palavra de Deus, não obedeceu nem acreditou nela. Por isso, foi para o inferno.
6- Arrependimento. O rico disse que seus irmãos poderiam se arrepender mediante a pregação de Lázaro, de modo que não fossem para aquele lugar de tormento.
Portanto, muitos valores foram mencionados no texto, mas era tarde demais para aquele homem rico. Em sua vida terrena só o dinheiro foi valorizado.
Em meio às chamas eternas, ele passou a valorizar o que realmente importa e apresentou alguns pedidos ao pai Abraão. Entretanto, no inferno a resposta é sempre "NÃO". Nem uma gota d’água será dada aos condenados eternos. Naquele lugar, nem Deus pode ajudar o homem.
Não podemos usar as palavras de Jesus como apologia à pobreza. O texto não apresenta a miséria como virtude ou valor espiritual. Não era esse o propósito de Cristo, mesmo porque Abraão, também citado, era rico e foi salvo. (A referência a Abraão como pai indica que o rico e o pobre eram judeus, assim como aqueles a quem Jesus se dirigia). O desejo do Mestre é que valorizemos o que é mais importante enquanto é tempo, enquanto estamos vivos, enquanto estamos sobre a terra. Ao contar aquela história, ele dirigia sua palavra aos fariseus, amantes do dinheiro (Lc.16.13-15).
Se o rico pudesse voltar à vida terrena, depois de ter estado no inferno, certamente estaria transformado, seria uma pessoa boa, generosa, crente fervoroso (um "louco por Jesus"), leitor assíduo e voraz das Escrituras e um pregador do evangelho (além de beber mais água). Para ele é tarde demais, mas não para nós. Não podemos permitir que a vida natural comprometa nossa vida eterna.
O que buscamos de Deus? Apenas coisas materiais? Não nos esqueçamos dos verdadeiros valores da vida. Precisamos valorizar as pessoas, a misericórdia, a palavra de Deus, a fé, o arrependimento e a obediência.
Leia a bíblia enquanto ela está à sua disposição, pois a leitura pode ser o primeiro passo para o indivíduo se afastar do caminho do inferno.
Precisamos do dinheiro, mas não podemos permitir que ele nos domine de tal maneira que não tenhamos tempo para nada mais, inclusive para as pessoas, para a família e para os valores eternos. Precisamos valorizar mais o nosso semelhante do que as coisas materiais.
Lázaro era um servo de Deus, mas nem por isso tornou-se materialmente rico. Poderia estar escrito assim: "Lázaro fez uma campanha e sua vida foi mudada. Dentro de pouco tempo ele se transformou num grande empresário, comprou sua casa própria, um carro zero e um jatinho particular". Nada disso. Não é pecado ser rico, mas precisamos entender que este não é o propósito do evangelho. Não foi para isto que Jesus derramou seu sangue na cruz.
Muitas pessoas têm vinculado o cristianismo ao materialismo, como se a fé devesse, necessariamente, apresentar resultados sociais e econômicos positivos na vida do crente. A verdade é que Deus enriquece e empobrece a quem ele quer, seja ao crente ou ao ímpio, conforme seus soberanos desígnios.
Fazemos bem em lembrar o que disse o Senhor Jesus: "De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma"? (Mt.16.26).
O ensino dos tempos atuais pode nos levar a crer que Deus tem obrigação de resolver todos os nossos problemas neste mundo, mas não foi esta a experiência de Lázaro. Sua prosperidade era espiritual e por isso aquele homem soube suportar até o fim as aflições da vida terrena. No lugar dele, qual de nós continuaria servindo a Deus? Qual de nós continuaria fiel ao Senhor? Precisamos ver a vida cristã em sua essência, totalmente independente de coisas materiais, de coisas terrenas, mas como um relacionamento espiritual com Deus, sabendo que o resultado final será a nossa entrada na glória celestial, onde viveremos para sempre com o Senhor.
Pr.Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com

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Calendário crisão está baseado em erro de vários anos a partir do nascimento de Jesus, diz Papa

 

Por  Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O calendário cristão está baseado em um erro de cálculo vários anos a partir da data de nascimento de Jesus feito por um monge do século seis, afirmou o papa, segundo o Daily Mail.

  • papa bento XVI

    (Foto: Reuters)

    Papa Bento XVI.

 

Segundo ele, o monge Dionysius Exiguus estava distante vários anos da data de nascimento de Jesus em seus cálculos. Dionysius foi o responsável pela criação do calendário baseado na era Anno Domini (AD), anos que seguiram do ano da concepção ou nascimento de Jesus de Nazaré.

As visões do papa Bento XVI são parte de seu livro de três volumes “L’Infanzia di Gesu” sobre a vida de Jesusque foi publicada nesta terça-feira.

“O cálculo do início do nosso calendário – baseado no nascimento de Jesus – foi feito por Dionysius Exiguus, que cometeu um erro em seus cálculos por diversos anos”, escreve o Papa Bento.

Para ele, a data real do nascimento de Jesus foi vários anos antes, o que pode confirmar a teoria de muitos acadêmicos que acreditam que o nascimento de Jesus tenha sido entre 6 BC e 4 BC.

Entretanto, as afirmações do Papa devem ainda gerar debate sobre essa questão e outras apontadas em seu livro.

O papa ainda escreve que na cena do presépio não havia animais, alegando que a Bíblia não menciona isso.

Ele afirma também que os anjos nunca cantaram a pastores para anunciar o nascimento de Cristo.

O livro do papa foi publicado pela Casa Publicadora do Vaticano e Publicações Rizzoli e apresentado à imprensa no Salão Pio X.

O livro deve ser publicado em inglês com o título “Jesus of Nazareth: The Infancy Narratives” (Jesus de Nazaré: As Narrativas da Infância).

27-5-16-a 006

Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.