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Variação do DNA humano se aproxima da linha temporal bíblica

 

Nova pesquisa mostra que a variação genética dos humanos começou há cinco mil anos

por Leiliane Roberta Lopes

 

Um estudo publicado na revista Science pode comprovar a verdade Bíblica do Dilúvio e da diversificação acelerada dos seres humanos depois desse episódio. Isso porque a pesquisa mostra que a variação do genoma humano começou há aproximadamente 5 mil anos atrás.

Os cientistas já sabiam que cada pessoa é distinta da outra, com exceção dos gêmeos idênticos, mas o que eles quiseram descobrir com essa nova pesquisa era quando essa distinção começou. Para isso foram analisadas as sequenciais do DNA de 15.585 regiões genéticas codificadas de proteínas do genoma humano.

Esse material genético foi retirado de 1.351 americanos com descendência europeia e 1.088 com descendência africana. Com esses dados em mãos a equipe pode então examinar o percurso da variação genética através do tempo, dando como resultado a seguinte frase: “O limite máximo provável para o crescimento acelerado foi há 5,115 anos atrás”.

Para quem defende a Terra tem milhões de anos fica a pergunta: Por que com tantos milhões de anos a diversificação genética dos humanos só passou a acontecer nos últimos 5.000 anos?

Enquanto os defensores da evolução das espécies tentam encontrar uma resposta, a pesquisa aproxima o fato com os relatos sobre a história de Noé que aconteceu há cerca de 4.500 anos, se ajustando ao tempo máximo que os pesquisadores estimam.

Com informações Darwinismo

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Cientistas tentam provar existência da alma

 

A teoria virou um documentário que foi ao ar recentemente por uma TV americana

por Leiliane Roberta Lopes

  • Cientistas tentam provar existência da almaCientistas tentam provar existência da alma

    Em entrevista ao Daily Mail o médico americano Suart Hamerroff e o físico britânico Sir Roger Penrose explicaram a teoria levantada em 1996 que tenta provar cientificamente a existência da alma.

    Os cientistas afirmam que dentro das células cerebrais existe uma estrutura chamada por eles de microtúbulos que gera uma gravidade quântica resultando nas experiências de consciência.

    Na explicação dada ao jornal o cérebro humano funciona como um computador biológico com 100 bilhões de neurônios que agem como redes de informação.

    No estudo da dupla eles notaram que em uma EQM (Experiência de Quase-Morte) os microtúbulos perdem seu estado quântico, porém a informação contida neles não é destruída.

    “Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo”.

    Com esta conclusão eles afirmam que a alma não morre, mas volta para o universo. A teoria de Hamerroff e Penrose chegou a virar um documentário que recebeu o nome de “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca). O programa foi narrado por Morgan Freeman e foi ao ar recentemente pelo Science Channel, nos Estados Unidos. As informações são da Band.

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    IGREJA PRECISA DE NOVA REFORMA

     

    Teólogo critica a venda de indulgências e a Teologia da Prosperidade

    Por: Redação Creio – Suelem Oliveira

         Foi em 31 de outubro de 1517 que o monge agostiniano Martinho Lutero (1483-1546) afixou na porta da Igreja de Wittenberg as 95 teses que criticavam vários pontos da doutrina católica. Lutero condenava a venda de indulgências (venda do perdão), gastos da Igreja com luxo e preocupações materiais, além do descompromisso dos padres na realização das missas. O que se percebe agora, 495 anos depois da reforma, é que pouca coisa mudou até mesmo no meio evangélico: “A imoralidade de alguns pastores que usam a Bíblia para se auto promoverem esta muito presente no meio cristão. Precisamos de uma nova Reforma e de novos valores”, afirma Paulo França, teólogo e reitor do Seminário Palavra da Vida em São Paulo.

         Segundo o reitor, muitas atitudes questionadas por Lutero ainda são utilizadas pelos líderes evangélicos como: pregação da teoria da prosperidade – onde são ditas promessas vazias, e o único que enriquece é o pastor – venda de água benta, colher de pedreiro, décimo terceiro dízimo e outras novidades que surgem. Por isso, líderes mais conservadores levantam os questionamentos: até que ponto essas ações são bíblicas e não abuso do nome de Deus?

         De acordo com o teólogo, algumas contradições já começam se analisarmos a própria vida de muitos pastores que são imorais por diversos fatores entre eles: divórcios e o entra e sai de casamentos. O religioso comenta sobre o tema polemico da pregação da Teoria da Prosperidade: “São promessa vazias onde o único beneficiado é o líder, isso tem tomado conta das Igrejas e tem desviado muitas pessoas do caminho de Deus. De modo geral, a liderança das igrejas evangélicas tem que passar por uma restauração”.
         Para Paulo, assim como Lutero defendeu teses contra as pregações da Igreja no século XVI, devemos neste século fazer a nossa parte, buscar por líderes comprometidos com Deus e que recorrem a Bíblia para falar com os fiéis e não em busca do próprio interesse.

    Data: 31/10/2012