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Padre Zezinho sofre leve AVC e está internado no Pio XII em São José

 

Religioso apresentou falta de memória e dificuldade na fala.
De acordo com os médicos quadro apresenta melhora progressiva.

Do G1 Vale do Paraíba e Região

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Padre Zezinho está internado no Pio XII, em São José (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)Padre Zezinho está internado no Pio XII, em São
José (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)

O escritor e cantor, José Fernandes de Oliveira, conhecido como Padre Zezinho, foi vítima de um leve Acidente Vascular Cerebral (AVC) do tipo isquêmico na noite desta quarta-feira (19).
O religioso, que mora em Taubaté, no interior de São Paulo, foi trazido para o Hospital Pio XII, em São José dos Campos, onde permanece internado.
Segundo os médicos, o diabetes pode ter provocado a falta de circulação em uma área do cérebro afetando a memória e a fala do sacerdote.

De acordo com o boletim médico divulgado na tarde desta quinta-feira (20) o paciente apresentou melhora progressiva e vai permanecer internado para fazer novos exames neurológicos.
Padre Zezinho é autor de 1.500 canções religiosas, tendo gravado 120 discos e escrito pelo menos 55 livros.

Papiro que cita "mulher de Jesus" causa controvérsia entre especialistas

 

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE "CIÊNCIA+SAÚDE"
FERNANDO MORAES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O papiro do século 4º d.C. que contém uma referência à suposta "mulher de Jesus", revelado ontem, já está causando um movimentado debate entre os especialistas, como era de se esperar.

Apresentado nesta semana em Roma, numa reunião de estudiosos da língua copta (idioma extinto do Egito no qual o fragmento de texto está escrito), o papiro deixou dúvidas sobre sua autenticidade.

"Eu diria que é uma fraude. A caligrafia não parece autêntica", declarou Alin Siciu, papirologista da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, à agência de notícias Associated Press.

Especialistas também questionaram a espessura da tinta (parece que as letras foram reforçadas repetidas vezes) e o aspecto excessivamente "limpo" do papiro.

Ninguém pôs em dúvida, no entanto, a integridade da historiadora Karen King, da Universidade Harvard, responsável por trazer a público o texto depois de tê-lo recebido das mãos de um colecionador particular, que não quer ser identificado.

King decidiu publicar o fragmento depois que dois outros especialistas em papiros antigos consideraram que o fragmento provavelmente era verdadeiro.

"É difícil ter certeza sobre a autenticidade agora, mas ela tem excelente reputação e foi muito cuidadosa", disse à Folha André Chevitarese, especialista em cristianismo antigo do Instituto de História da UFRJ e do Departamento de História da Unicamp.

A pesquisadora de Harvard diz que pretende submeter a tinta do fragmento a análises químicas capazes de determinar a sua idade.

O grande consenso entre os especialistas, no entanto, é que o texto, se for autêntico, não diz respeito ao Jesus histórico, por ter sido escrito muito depois da morte de Cristo, "provavelmente no século 3º", diz Chevitarese –a data da composição inicial seria anterior à da cópia preservada parcialmente.

"Na literatura posterior ao primeiro século da Era Cristã, florescem as mais aberrantes interpretações de Jesus, especialmente nos aspectos em torno dos quais não há dados claros nos livros canônicos [os da Bíblia]", explica Flávio Schmitt, professor da Escola Superior de Teologia de São Leopoldo (RS).

A grande diversidade de visões teológicas nas comunidades cristãs dessa época significa que, enquanto algumas defendiam a supremacia dos homens e o celibato, outras incluíam a participação feminina –e o modelo disso podia ser a proximidade entre Jesus e Maria Madalena.

Para Chevitarese, na raiz dessa ideia estava o papel importante das mulheres no ministério original de Jesus, embora não haja evidências de que ele tivesse uma esposa.

A CNBB e a Arquidiocese de São Paulo foram procuradas para comentar o tema, mas não se pronunciaram.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

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Gays são o grupo mais intolerante da pós-modernidade, diz Silas Malafaia em resposta ao GGB

 

Por Amanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post

O pastor evangélico Silas Malafaia respondeu à recente ameaça de nudez do Grupo Gay da Bahia(GGB), dizendo que eles são o grupo mais intolerante da pós-modernidade.

  • Silas Malafaia fala de perseguição religiosa no programa Vitória em Cristo

    (Foto: Reprodução You Tube)

    Silas Malafaia fala de perseguição religiosa no programa Vitória em Cristo

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“A comunidade gay é que é o grupo social mais intolerante da pós-modernidade. Eles querem ter direito de xingar e achincalhar, mas qualquer um que fale alguma coisa é logo tachado de homofóbico. Eu tenho uma opinião contrária e ela não pode ser cerceada", disse Silas Malafaia, segundo A Tarde Uol.

O GGB fez as ameaças por ser contra a entrega de um título de Cidadão de Salvador ao pastor que está programada para acontecer no dia 17 de setembro e foi proposta pelo vereador Heber Santana (PSC).

"Eu não tenho medo deles e vou estar aí para receber meu título. Estou só esperando as eleições passarem", afirmou Silas Malafaia. "Eu estou gostando dessa polêmica. Vai ficar provado quem são os verdadeiros intolerantes, quem é que não suporta crítica", completou.

O fundador do grupo GGB, Luiz Mott, alega que o pastor Silas não prestou serviços relevantes à sociedade e o considera o “maior inimigo dos LGBTs do Brasil”.

O grupo recebeu em sua ação apenas o apoio do deputado federal Jean Wyllys e da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (AOB).

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A comissão alegou que existe falta de regimentalidade e por isso prometeu entrar com um requerimento junto à Câmara de Vereadores, reafirmando também que Silas Malafaia não teria prestado serviços relevantes à sociedade.

Artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Preta Gil, Ney Matogrosso e Marina Lima também foram convidados para aderir à causa dos ativistas LGBT. Entretanto, nenhum deles se pronunciou a respeito.

O vereador Heber Santana classificou o protesto como “intolerância” por parte dos ativistas contra os evangélicos. Ele alega que diversos títulos já foram entregues até aos ativistas do movimento gay e nenhum evangélico adotou essa postura.

Segundo ele, os evangélicos são os que sofrem mais preconceitos que os homossexuais. “É o segmento (evangélico) mais censurado, quando quer expressar sua posição sobre determinados temas”.

Heber disse que a data para a entrega do título ao pastor Silas Malafaia terá que ser revista devido ao período eleitoral.