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PRÁTICA HOMOSSEXUAL É BIZARRA

 

A frase é do pastor Marco Feliciano e promete esquentar os ânimos

  Segundo Feliciano, os ativistas gays desejam convencer a população de que a homofobia é algo que é praticado por toda a sociedade: “Os ativistas gays conseguem enganar, mentindo, como se fosse verdade de que o Brasil é o país mais homofóbico do mundo. Houve 260 assassinatos de gays em 2010 a maioria eram homens. O assassinato de lésbicas é raro Os assassinos 90% eram michês que também são gays. Muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por… homossexuais”, afirmou Feliciano, citando informação do colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo.

  Marco Feliciano ainda mencionou que o número de homossexuais mortos em todo o Brasil em 2010 foi de 260, enquanto que o número geral de assassinatos foi muito superior: “Em 2010 mais de 50 mil assassinatos ocorreram no Brasil. Portanto devemos lutar contra a violência em um todo e não tornar um grupo especial. O PL 122 cria uma ‘casta’ privilegiada, concede direitos especiais há um grupo que quer impor com mão de ferro seu estilo (perigoso) de vida. Sinto muito, muito mesmo pelos 260 assassinatos de gays nesse país. Mas me angustio também pelos outros 49.740 assassinatos”, opinou Feliciano.

  O deputado e pastor também criticou o estilo de vida dos homossexuais, e afirmou que a excentricidade deles camufla um vazio: “O cristianismo confronta e revela que esse estilo de vida com luzes, sexo bizarro, plumas e paetês, esconde um grito de socorro que não sai… E [o cristianismo] abre os braços para ama-los aceita-los como seres que precisam de ajuda. O cristianismo ama o homossexual, mas não ama a pratica homo”.
   Feliciano ressaltou que a mensagem cristã incomoda os ativistas gays pois “expõe a verdade, toca em suas vidas promiscuas, grita contra suas sodomias e como espelho mostra suas falácias”.Para o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, “existe uma conspiração global para desestabilizar a família, desmerecer os valores e criar uma nova ordem mundial onde o moral deve ser abolido. Os ativistas gays encabeçam essa trama”.

Data: 18/5/2012 09:03:15
Fonte: Gospel+

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Donna Summer a filha pródiga, morre aos 63 anos

Donna Summer morre aos 63 anos

Cantora tinha câncer e morreu na madrugada desta quinta-feira (17).
Rainha da disco lançou 17 álbuns de estúdio e hits como ‘Last dance’.

Do G1, em São Paulo

A cantora Donna Summer morreu na madrugada desta quinta-feira (17), aos 63 anos, após batalha contra o câncer de pulmão. Chamada de rainha da disco music, embora não gostasse do rótulo, ela vendeu aproximadamente 130 milhões de discos em todo o mundo.

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Summer ganhou cinco prêmios Grammy e fez sucesso, principalmente nos anos 70, com músicas como "Last Dance," "Hot Stuff", "She Works Hard for the Money" e "Bad Girls".

Nascida em Boston no dia 31 de dezembro de 1948, LaDonna Adrian Gaines (nome real da cantora) começou sua carreira como vocalista de apoio do trio Three Dog Night. Segundo o jornal "The New York Times", ela aprendeu a cantar na igreja em um coral gospel. Ainda adolescente, integrou um grupo de rock psicodélico chamado The Crow. A estreia solo em disco foi lançada em 1974, "Lady of the Night". Seu primeiro grande hit foi "Love to Love You Baby", que chegou ao segundo lugar na parada da revista americana "Billboard", em 1976.

Com o sucesso, passou a lançar pelo menos um LP por ano até 1984. Summer lançou 17 álbuns de estúdio. Entre os trabalhos mais importantes estão "Bad Girls" e "On the Radio, Volume I & II".

Ela já liderou a principal parada nos EUA com canções como "Hot Stuff" e "MacArthur Park". O disco mais recente é "Crayons", de 2008, com músicas como "I’m a fire", "Stamp your feet", "It’s only love" e "Fame (the game)". O álbum ficou na 17ª posição do ranking de mais vendidos nos EUA. Ela veio ao Brasil em 2009 para divulgar o CD, lançado após hiato de 17 anos.

Donna Summer em dois tempos, com 40 anos de diferença: em 2007, à esquerda, e em 1977 (Foto: Getty Images e AFP)Donna Summer em 2007, à esquerda, e em 1977 (Fotos: Getty Images e AFP)

Ao trocar de gravadora, assinando com a Geffen Records em 1983, Donna passou a ter menos destaque nas paradas. Nos anos 80, não conseguiu repetir o sucesso da década anterior. Ela chegou até a deixar de cantar seus principais hits da disco music.

Ela foi a única a ter três discos-duplo consecutivos em primeiro lugar na lista de mais vendidos. Foi também a primeira cantora com quatro singles número um em um período de 13 meses, de acordo com o Rock Hall of Fame, onde foi homenageada neste ano. (Veja, ao lado,vídeo exibido pelo Fantástico, em 1978, com performance de "Let’s Dance".)
A cantora deixa seu marido Bruce Sudano, com quem teve dois filhos, e quatro netos. Ela também teve um filho de seu primeiro casamento, com Helmuth Sommer. "Esta manhã, perdemos Donna Summer Sudano, uma mulher cheia de talento, sendo que o maior deles era a sua fé", disse a família em um comunicado. "Enquanto lamentamos a sua morte, estamos em paz celebrando a sua extraordinária vida e seu legado permanente. Palavras realmente não podem expressar o quanto nós apreciamos suas orações e seu amor para a nossa família neste momento difícil." Ela morava em Nashville, no estado americano do Tennessee.

Cantora durante show em Berlim, em julho de 2009 (Foto: AFP)Donna Summer faz show em Berlim, em julho de 2009, mesmo ano em que veio ao Brasil (Foto: AFP)

Fontes confirmaram ao site TMZ que a cantora acreditava ter ficado doente após os atentados de 11 de setembro, ao inalar partículas tóxicas. A cantora Dionne Warwick disse em comunicado que estava triste em perder uma grande intérprete e "querida amiga". "Meu coração vai para seu marido e seus filhos", disse Warwick. "Orações serão rezadas para mantê-los fortes."

No Twitter, fãs famosos lamentaram a morte. "Descanse em paz, querida Donna Summer. Sua voz foi a batida do coração e a trilha sonora de uma década", resumiu o produtor Quincy Jones, famoso por trabalhar com Michael Jackson, Sarah Vaughan e Ray Charles. "Uau, outra lenda se foi. Descanse em paz rainha do soul Donna Summer", escreveu a rapper Nicki Minaj.

"Uma das minhas primeiras inspirações musicais. Descanse em paz. ‘Bad girls’ para sempre" foi a mensagem da popstar australiana Kylie Minogue. "A rainha do disco nos deixou. Donna Summer siempre estará viva por meio de sua música! Obrigado por sua voz incomparável e por sua grandeza", agraceceu a mexicana Thalia. "É uma perda terrível. Ela era de fato a rainha da disco", elogiou La Toya Jackson.

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La “guerra musulmana contra los cristianos”, en Newsweek

Silencio mediático

 

La “guerra musulmana contra los cristianos”, en Newsweek

Hirsi Ali, ex-musulmana, denuncia en un reportaje la persecución religiosa contra los seguidores de Jesús en países de mayoría islámica en todo el mundo.

17 DE MAYO DE 2012, ESTADOS UNIDOS

Los cristianos están sufriendo una persecución sin precedentes en el mundo islámico a causa de sus creencias. Lo cuenta Ayaan Hirsi Ali, que recibió recientemente el premio alemán de periodismo Axel Springer, en la revista norteamericana Newsweek.
Ayaan Hirsi Ali es una feminista y política holandesa  que ocupó un escaño en el parlamento holandés del 2003 al 2006. Su crítica del Islam, religión que profesó en su juventud, la puso en el punto de mira de grupos terroristas y, como consecuencia de las amenazas de muerte recibidas, decidió emigrar y vivir fuera de Holanda.
En el artículo,  Ali cuestiona la “visión positiva” que se da del mundo islámico en Occidente.  Pone de ejemplo la cobertura realizada por los medios durante la primavera árabe, que finalmente ha alzado a grupos radicales a posiciones de poder en países como Egipto.
“Los cristianos están siendo asesinados en el mundo islámico a causa de su religión. Se trata de un genocidio al alza que debería provocar una alarma mundial”, expresa contundente. Para Ali  hay una clara “persecución” a los cristianos en los países de mayoría musulmana  que ni siquiera están respetando a sus compatriotas cristianos con un arraigo histórico.
EL SILENCIO MEDIÁTICO
Para Ali, este asunto se encuentra “silenciado” en los medios de comunicación occidentales por diversos motivos. Primero señala que  hay “miedo” en los medios ante las represalias violentas  o a que los mismos periodistas se transformen en un objetivo de grupos islámicos violentos.

Además,  Ali denuncia la existencia de grupos de presión como la Organización de Cooperación Islámica, que describe como “una especie de Naciones Unidas del Islam centrada en Arabia Saudita”. La activista dice que estas organizaciones han conseguido tener un gran peso en la denuncia actual de “islamofobia”, cuando ésta “en realidad palidece ante la cristofobia sangrienta que actualmente se vive en países de mayoría musulmana desde un extremo del mundo al otro”.
CASOS EN TODO EL MUNDO
El reportaje se fija en los últimos ataques producidos a cristianos  en Nigeria por Boko Haram , la persecución manifiesta en Sudán  que ha provocado la huída de miles de cristianos, o la diáspora de cristianos que vive Egipto actualmente por el aumento de poder de grupos islamistas  que amenazan con aplicar la ‘sharia’.
Mencionan además la  creciente violencia terrorista hacia iglesias en Irak,  donde han muerto unos 900 cristianos y 70 iglesias han sido quemadas; los casos de “blasfemia” en Pakistán que han llevado a cristianos a la cárcel (como el caso de Asia Bibi) . Ni siquiera Indonesia  “que a menudo se promociona como el más tolerante del mundo, democrático y moderno de mayoría musulmana” se salva: según el Christian Post, el número de incidentes violentos cometidos contra las minorías religiosas (y en un 7 por ciento de la población, los cristianos son minoría más grande del país) se incrementaron en casi un 40 por ciento, desde 198 hasta 276, entre 2010 y 2011.
ODIO RELIGIOSO
Para la autora del artículo, esta violencia no coordinada es una “expresión espontánea de animadversión anticristiana por parte de musulmanes que trasciende culturas, regiones y grupos étnicos”.
Ante esta constatación, Hirsi Ali expone  la necesidad de que los gobiernos occidentales “actúen protegiendo” no sólo a las minorías musulmanas en sus países, sino también exigiendo la libertad de conciencia y expresión en todo el mundo.  Además de la presión diplomática, entiende que es necesaria  una presión “económica” en los lugares donde hay evidencia de esta persecución.  “Tomemos una posición real frente a la cristofobia que infecta el mundo musulmán”, concluye.

Fuentes: Newsweek

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